QuestÕes Do Spaece - 1º Ano

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QuestÕes Do Spaece - 1º Ano

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Questions and Answers
  • 1. 
    D1 -  Localizar informações explícitas em um texto. Que mudanças no clima afetaram a humanidade? Não é exagero dizer que a história da humanidade sempre esteve ligada às transformações climáticas. Sobretudo até o século 20, quando ainda não havia tecnologia suficiente para tornar mais toleráveis as variações bruscas ou prolongadas de tempo e temperatura. Essas alterações fizeram o homem descer das árvores, extinguiram civilizações, impulsionaram migrações e decidiram guerras. Para exemplificar o que foi dito, vale relembrar dois fatos históricos: em 2007, a concentração de poluentes no ar eleva a temperatura do planeta para os níveis mais altos dos últimos 150 mil anos; em junho de 1944, as forças aliadas precisaram esperar semanas pelo melhor clima para o desembarque na Normandia, decisivo na derrota Nazista; em 1812, o inverno rigorosíssimo aniquila as tropas de Napoleão Bonaparte que haviam invadido a Rússia; em 1788, a seca causa a quebra de safras e espalha a fome. O fato contribui, ainda que secundariamente, para a Revolução Francesa em 1789, como lenda.Mundo estranho. Edição 65, julho 2007. p. 48. 1. O fato histórico que ocorreu em 1812 foi:
    • A. 

      A elevação da temperatura no planeta.

    • B. 

      A grande derrota das tropas de Napoleão.

    • C. 

      O desembarque na costa da Normandia.

    • D. 

      O embrião da Revolução Francesa em 1789.

  • 2. 
    D2 - Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto. Os Viajantes e a Bolsa de Moedas Dois homens viajavam juntos ao longo de uma estrada, quando um deles encontrou uma bolsa cheia de alguma coisa. E ele disse: “Veja que sorte a minha, encontrei uma bolsa, e a julgar pelo peso, deve estar cheia de moedas.” E lhe diz o companheiro: “Não diga: encontrei uma bolsa, mas nós encontramos uma bolsa, e quanta sorte temos. Amigos de viagem devem compartilhar as tristezas e alegrias da estrada.” O “sortudo”, claro, se nega a dividir o achado. Então escutam gritos de: “Pega ladrão!”, vindo de um grupo de homens armados com porretes, que se dirigem, estrada abaixo, na direção deles. O viajante “sortudo”, logo entra em pânico, e diz. “Estamos perdidos se encontrarem essa bolsa conosco.” Replica o outro: “Você não disse ‘nós’ antes. Assim, agora fique com o que é seu e diga, ‘Eu estou perdido’.” Moral da História: Não devemos exigir que alguém compartilhe conosco as desventuras, quando não lhes compartilhamos também as nossas alegrias. Esopo. Disponível em: <http://sitededicas.uol.com.br> Acesso em: 02 fev. 2010. 2. No trecho “... estrada abaixo, na direção deles.”, a palavra destacada refere-se:
    • A. 

      A um grupo de homens armados.

    • B. 

      A um grupo de pessoas perdidas.

    • C. 

      Aos dois homens que viajavam juntos.

    • D. 

      Aos ladrões que estavam no caminho.

  • 3. 
    D3 -  Inferir o sentido de uma palavra ou expressão. GRAMPO NA LINHA Me grampearam! A voz era cavernosa:– Senhor Domingos?- Sim.– Nós grampeamos seu telefone.– O quê? Quem está falando?– O senhor vai receber a fita já, já.Desligou, e eu ainda estava pensando quem poderia me passar um trote assim, tocou a campainha. Era um mototaxista, que nem tirou o capacete:– Senhor Domingos? Para o senhor.Me deixou nas mãos uma caixinha e se foi. Abri, é uma fita que começa com a voz cavernosa avisando: “Você vai ouvir agora trechos selecionados de algumas conversas ao telefone. Ouça bem se não são conversas com-pro-me-te-do-ras...” – a voz solta amplas reticências, em seguida vêm as gravações: [...] Conspiração – Pellegrini?– Não, o papa! Você não ligou pro Vaticano? Sabe que hora é?– Certo, certo...– Atenção – a voz cavernosa interrompe a conversa – É claro que essa história de papa e Vaticano é uma senha, pois o assunto é grave, é coisa de sociedade secreta ou grupo terrorista! E continua a conversa... [...]– Hein, Pellegrini? – a voz cavernosa e vitoriosa. – Quanto acha que vale essa fita? E o que acha que a gente devia fazer com ela? PELLEGRINI, Domingos. Ladrão que rouba ladrão e outras crônicas. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 2005. V. 33. * 3. No trecho “A voz era cavernosa:...”, a palavra destacada significa:
    • A. 

      Assustadora

    • B. 

      Brincalhona

    • C. 

      Pausada

    • D. 

      Rouca

  • 4. 
    D4 – Inferir uma informação implícita em um texto. O Homem que entrou pelo cano Abriu a torneira e entrou pelo cano. A princípio incomodava-o a estreiteza do tubo. Depois se acostumou. E, com a água, foi seguindo. Andou quilômetros. Aqui e ali ouvia barulhos familiares. Vez ou outra um desvio, era uma seção que terminava em torneira.Vários dias foi rodando, até que tudo se tornou monótono. O cano por dentro não era interessante.No primeiro desvio, entrou. Vozes de mulher. Uma criança brincava. Então percebeu que as engrenagens giravam e caiu numa pia. À sua volta era um branco imenso, uma água límpida. E a cara da menina aparecia redonda e grande, a olhá-lo interessada. Ela gritou: “Mamãe, tem um homem dentro da pia”.Não obteve resposta. Esperou, tudo quieto. A menina se cansou, abriu o tampão e ele desceu pelo esgoto. BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras Proibidas. São Paulo: Global, 1988, p. 89. 4. O conto cria uma expectativa no leitor pela situação incomum criada pelo enredo. O resultado não foi o esperado porque:
    • A. 

      A menina agiu como se fosse um fato normal.

    • B. 

      Homem demonstrou pouco interesse em sair do cano.

    • C. 

      As engrenagens da tubulação não funcionaram.

    • D. 

      A mãe não manifestou nenhum interesse pelo fato.

  • 5. 
    D6 - Identificar o tema de um texto. A invasão 3D Convenhamos: ir ao cinema deixou de ser o mais cômodo dos passatempos. Você precisa sair de casa, encarar tráfego, as filas, o barulho do cara na poltrona abaixo, os toques de celular de gente que esqueceu a educação no berço... E ainda tem o preço do ingresso, da pipoca, do estacionamento, do combustível. Não é preciso cavar muito para descobrir por que a televisão, os DVDs e a pirataria foram minando o público das telas grandes.Mas e se, de repente, você lembrasse aquilo que uma ida ao cinema tinha de bom: o som é muito superior, o escurinho cria um clima ideal para viver um romance na tela e, bem, fora dela também. Sem contar que nenhuma explosão e nenhum efeito especial funciona tão bem em casa quanto nas dimensões superlativas de um IMAX.Além de tudo isso, imagine um cinema que oferecesse uma experiência quase sensorial com a história que passa no telão? Pois é isso que a indústria percebeu com o 3D: não há melhor forma de recuperar o público que andava às turras com as salas. “O 3D eleva o conceito de espetáculo e atrai o telespectador” [...]LAMBAUER, Haidi. Galileu, set. 2009. Fragmento. 5. Qual é o assunto desse texto?
    • A. 

      O combate à pirataria de DVDs.

    • B. 

      Os gastos excessivos com cinema.

    • C. 

      As inconveniências para ir ao cinema.

    • D. 

      A inovação do cinema com o 3D.

  • 6. 
    D7 -  Identificar a tese de um texto. Decida Em um mundo cada vez mais complexo, com excesso de informação, pressão por desempenho e repleto de alternativas, as pessoas precisam tomar decisões também a respeito de assuntos delicados. E devem fazer isso sem ter muito tempo para pensar.Cada vez mais, o sucesso e a satisfação pessoal dependem da habilidade de fazer escolhas adequadas. Com frequência, as pessoas são instadas a tomar uma decisão que pode modificar sua vida pessoal. Devo ou não me casar? Que tal só morarmos juntos? Devo ou não me separar? [...] Em que escola matricular nosso filho? Aliás, ele vai ganhar carro aos 18 anos ou sairá à noite de carona [...]? É certo comprar aquela casa maior e contrair um financiamento a perder de vista? No trabalho, acontece a mesma coisa. Devo dar uma resposta dura àquela provocação feita pelo chefe? Peço ou não peço aumento? Posso ou não baixar os preços dos produtos que vendo de forma a aumentar a saída? Que tal largar tudo e abrir aquela pousada na praia? Psicólogos americanos que estudaram a vida de gerentes empregados em grandes companhias descobriram que eles chegam a tomar uma decisão a cada nove minutos. São mais de 10.000 decisões por ano – 10.000 possibilidades de acertar, ou de errar. Não há como fugir. Ou você decide, ou alguém decide em seu lugar. Veja. 14 jan. 04. *Adaptado: Reforma Ortográfica. Fragmento. 6. Qual é a tese defendida nesse texto?
    • A. 

      A compra de uma casa é um problema a longo prazo.

    • B. 

      A vida moderna exige a tomada de decisões difíceis.

    • C. 

      Os casais têm dúvidas quanto à educação dos filhos.

    • D. 

      Os gerentes de grandes empresas tomam milhares de decisões.

  • 7. 
    D8 -  Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la. O LEÃO E O RATO Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas.Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou com um pequeno rato, o ratinho menor que ele já tinha visto.Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou: “Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe. Não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou lhe deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!” E soltou-o.O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou pro leão: “Será que Vossa Excelência poderia escrever isso para mim? Vou me encontrar agora mesmo com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso para ela com as mesmas palavras”. FERNANDES, Millôr. Fábulas Fabulosas. 7. O rato queria repetir as mesmas palavras para a:
    • A. 

      Achou bonitas as palavras que o leão lhe disse e queria agradar a lesma.

    • B. 

      Conhecia a lesma e sabia que ela gostava de palavras bonitas e difíceis.

    • C. 

      Foi humilhado pelo leão e descontava sua raiva na lesma, que era menor que ele.

    • D. 

      Tinha brigado também com a mulher, que por raiva, lhe dissera poucas e boas.

  • 8. 
    D9 -  Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto. História em esmolas Quando aqui chegaram, os portugueses traziam bugigangas para oferecer aos índios. Desde então, a história do Brasil é uma história de esmolas dos poderosos para os humildes.Ao mesmo tempo em que matavam os índios, os colonizadores distribuíam esmolas para eles.A independência também foi uma esmola: no lugar de um presidente brasileiro, eleito por nosso povo, tivemos um imperador, filho do rei da metrópole.A libertação dos escravos foi incompleta como uma esmola: não distribuíram as terras, não colocaram seus filhos na escola. Deram-lhes uma esmola de liberdade.Nossa república foi proclamada, mas de um modo insuficiente, como uma esmola. Foi proclamada, não constituída. Para proclamá-la, bastou um marechal, em cima de um cavalo, com sua espada, em um dia de novembro no Rio de Janeiro, mas para construí-la são necessários milhões de professores, em dezenas de milhares de escolas espalhadas por todo o território, durante muitas décadas. BUARQUE, Cristovam. Os instrangeiros. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. Fragmento.  8. O fragmento que contém a principal informação:
    • A. 

      “Quando aqui chegaram, os portugueses traziam bugigangas para os índios.”.

    • B. 

      A história do Brasil é uma história de esmolas dos poderosos para os humildes.”.

    • C. 

      “... no lugar de um presidente brasileiro, eleito por nosso povo, tivemos um imperador,...”.

    • D. 

      “Nossa república foi proclamada, mas de um modo insuficiente, como uma esmola.”.

  • 9. 
    D10 -  Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa. Sinceridade de criança Era uma época de “vacas magras”. Morava só com meu filho, pagando aluguel, ganhava pouco e fui convidada para a festa de aniversário de uma grande amiga. O problema é que não tinha dinheiro messmoooooo.Fui a uma relojoaria à procura de uma pequena joia, ou bijuteria mesmo, algo assim, e pedi à balconista:– Queria ver alguma coisa bonita e barata para uma grande amiga!Ela me mostrou algumas peças realmente caras, que na época eu não podia pagar.Então eu pedi:– Posso ver o que você tem, assim... alguma coisa mais baratinha?E a moça me trouxe um pingente folheado a ouro... bonito e barato. Eu gostei e levei.Quando chegamos ao aniversário, (eu e meu filho) fomos cumprimentar minha amiga, que, ao abrir o presente, disse:– Nossa, muito obrigada!!!!! Que coisa linda!E meu filho, na sua inocência de criança bem pequena, sem saber bem o que significava a expressão “baratinha” completou:– E era a mais baratinha que tinha!!!. Disponível em: <http://recantodasletras.uol.com.br/infantil/610758>. 9. O enredo desse texto se desenvolve a partir:
    • A. 

      Da chegada ao aniversário.

    • B. 

      Da inocência da criança.

    • C. 

      Do convite para o aniversário.

    • D. 

      Do presente comprado.

  • 10. 
    D11 -  Estabelecer relação causa/consequência entre partes e elementos do texto. Monumentos recentes Os homens passam, as ideias ficam. Para não deixar os homens passarem, a sociedade faz deles monumentos. São transformados em estátua, em placa e em nome de rua, os homens considerados importantes em seu tempo. O monumento é uma escolha da época.Muitas vezes, a sociedade escolhe os homens por causa das ideias, que, antes dos autores, já eram considerados grandes.A partir de 2003 foram erguidas em Belo Horizonte algumas estátuas que, por uma curiosa característica, chamam a atenção do povo: são do tamanho de pessoas vivas em situações absolutamente comuns. Uma passeia numa praça; outra descansa em um banco; duas outras conversam. Os novos habitantes de bronze das ruas olham os cidadãos nos olhos, de perto, sem barreiras físicas como pedestais ou cercas. Folder. Monumentos em Belo Horizonte. Museu histórico Abílio Barreto. Fragmento. 10. De acordo com esse texto, as novas estátuas de Belo Horizonte chamam atenção do povo porque:
    • A. 

      São do tamanho de pessoas vivas em situações comuns.

    • B. 

      Foram consideradas homens importantes em seu tempo.

    • C. 

      Foram erguidas em Belo Horizonte só a partir de 2003.

    • D. 

      São monumentos recentes escolhidos pela sociedade.

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