Simulado Spaece - LÍngua Portuguesa

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Simulado Spaece - Lngua Portuguesa

RESPONDA AS QUESTÕES PROPOSTAS COM BASTANTE ATENÇÃO


Questions and Answers
  • 1. 
    D13. Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados Leia o texto abaixo: Piada Um homem chega à agência dos correios e compra um selo. Ele lambe o selo, mas este não gruda no envelope, por isso volta ao guichê para reclamar. A funcionária então responde: Que engraçado. O senhor é a décima pessoa hoje que reclama desse mesmo selo... Seleções, Dezembro 2007.p.124 O humor do texto está no fato de o homem ter:
    • A. 

      Ido à agência dos correios.

    • B. 

      Comprado o selo para usar.

    • C. 

      Lambido o selo já lambido.

    • D. 

      Reclamado com a funcionária.

    • E. 

      Ter que enviar uma carta.

  • 2. 
    A temporada de verão está levando ao Nordeste 42 vôos charter por semana vindos de catorze países. Fortaleza, Natal e Porto Seguro são os campeões da preferência. É um desempenho de dar água na boca: no verão passado, apenas dezoito vôos desse tipo desembarcavam na região. Nordeste 40 graus 2 Argentina e Portugal lideram a bem-vinda invasão, com quase a metade das linhas de charters. Até da República Checa, Bolívia e Guiana Francesa vem gente. Nenhum desses vôos é oriundo dos EUA. E, do jeito que estão as coisas, nem é bom tentar trazê-los... (Veja, 14 jan. 2004, p. 35.) Com base nos textos, assinale a alternativa correta:
    • A. 

      O número de países que enviam vôos do tipo charter ao Nordeste brasileiro e que não foram identificados na reportagem é oito.

    • B. 

      O número de vôos internacionais do tipo charter para o Nordeste brasileiro quase dobrou do verão de 2003 para o verão de 2004.

    • C. 

      O número de vôos internacionais do tipo charter que chega a Porto Seguro é superior ao que chega a Salvador.

    • D. 

      Os vôos norte-americanos do tipo charter contribuíram para o êxito do verão no Nordeste brasileiro.

    • E. 

      Os vôos portugueses do tipo charter que chegam a Natal são em torno de vinte por semana.

  • 3. 
    O problema ecológico Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é o grau de destruição dos recursos naturais. Essas são palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os valores fundamentais da existência. O que chamamos orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o envenenamento das terras e a deterioração da qualidade do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma degradação deliberada e sistemática que o homem vem promovendo há muito tempo, uma autêntica guerra contra a natureza. Afrânio Primo. Jornal Madhva (adaptado).  Segundo o Texto "O problema ecológico."  O cientista americano está preocupado com:
    • A. 

      A vida neste planeta.

    • B. 

      A qualidade do espaço aéreo.

    • C. 

      O que pensam os extraterrestres.

    • D. 

      o seu prestígio no mundo. o seu prestígio no mundo.

    • E. 

      N.D.A

  • 4. 
    O marinheiro que tocava tuba   Tendo nascido no interior do Ceará, como foi acabar sendo regente? Nasci no Iguatu, porque meu pai trabalhava naquela época nessa cidade, numa função muito delicada e até pejorativa: a de delegado de polícia. Na época, havia uma espécie de guerra no Ceará, com intervenção federal. [...] E, como ia sendo expulso de tudo quanto era escola, meu pai resolveu me colocar na Escola de Aprendizes de Marinheiros. Aí a coisa mudou. A escola, naquela época, era semicorrecional. Meu pai advertia: “Agora você toma jeito”.  Éramos 14 irmãos, dos quais eu era o quinto, pela ordem. Família “pequena”, como veem. Oito homens, seis mulheres. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica. 01. As aspas empregadas na palavra “pequena” dão à palavra um tom
    • A. 

      Coloquial.

    • B. 

      Crítico.

    • C. 

      Irônico.

    • D. 

      Metafórico

    • E. 

      Técnico.

  • 5. 
    Horóscopo – o canal certo Data estelar: Marte ingressa no signo de Touro; Lua é quarto crescente no signo de Virgem.   Enquanto isso, aqui na Terra a grande confusão de nossos dias não se resolve com dinheiro, mas pelo estabelecimento de bons relacionamentos, privilegiando a cooperação mútua e colaboração. Há mais vida à disposição, vida mais abundante, mas acontece que esta só se manifesta de forma harmoniosa circulando através de grupos de pessoas e não individualmente. Quanto mais as pessoas se isolam e tentam distinguir-se umas das outras, separando-se  e distanciando-se, mais destrutiva seria para elas essa vida mais abundante, mais confusas se tornam suas experiências também. O estabelecimento de laços de cooperação fornece o canal adequado para essa vida mais abundante, expressando-se como bem-estar, felicidade e prosperidade.  02. A ideia defendida nesse texto é que
    • A. 

      A felicidade e a prosperidade são consequências.

    • B. 

      As pessoas não devem isolar-se.

    • C. 

      O dinheiro não resolve todos os problemas.

    • D. 

      O isolamento torna as experiências confusas.

    • E. 

      Os laços de cooperação dão mais harmonia à vida.

  • 6. 
    Caindo na gandaia   O ex-campeão mundial dos pesos pesados Mike Tyson se esbaldou na noite paulistana. Em duas noites, foi ao Café Photo e ao Bahamas, casas frequentadas por garotas de programa. Na madrugada da quinta-feira, foi barrado com seis delas no hotel onde estava hospedado, deu gorjeta de US$ 100 a cada uma e foi terminar a noite na boate Love Story. Irritado com o assédio, Tyson agrediu um cinegrafista e foi levado para a delegacia. Ele vai responder por lesões corporais, danos materiais e exercício arbitrário das próprias razões. (Época, nº 391, nov. 2005.) 04. Segundo o texto, é correto afirmar:
    • A. 

      Tyson estava irritado com o assédio das garotas de programa.

    • B. 

      Tyson foi preso em companhia das garotas

    • C. 

      Tyson foi liberado da delegacia por demonstrar exercício arbitrário de suas razões.

    • D. 

      Tyson, em duas noites, esteve em três boates e uma delegacia.

    • E. 

      Tyson distribuiu US$ 100 em gorjetas e se esbaldou na noite paulistana

  • 7. 
    Aparecem novos casos   Cinco novos casos de febre maculosa foram identificados no Rio de Janeiro depois que a doença foi confirmada como causa da morte do superintendente da Vigilância Sanitária Fernando Villas-Boas. A doença também provocou a morte do jornalista Roberto Moura e a internação de um professor aposentado, um menino de 8 anos e uma turista. Em São Paulo, uma garota de 12 anos morreu em decorrência da doença. Ela foi picada por um carrapato quando passeava em um parque. (Época, nº 391, nov. 2005.)   05. De acordo com as informações do texto acima, assinale a alternativa correta.
    • A. 

      O texto não aponta a forma provável como a vítima paulista contraiu a febre maculosa.

    • B. 

      Todas as vítimas da febre maculosa morreram.

    • C. 

      As vítimas fatais da febre maculosa foram infectadas no Rio de Janeiro.

    • D. 

      Dos seis infectados, apenas dois sobreviveram.

    • E. 

      O texto inclui Fernando Villas-Boas na contagem de casos de febre maculosa no Rio de Janeiro

  • 8. 
    Maria Berlini não mentira quando dissera que não trabalhava, nem estudava. Mas trabalhara pouco depois da chegada ao Rio, com minguados recursos, que se evaporaram como por encanto. A tentativa de entrar para o teatro fracassara. Havia só promessas. Não era fácil como pensara. Mesmo não tinha a menor experiência. Fora estrela estudantil em Guará, isso, porém era menos que nada! Acabado o dinheiro, não podia viver de brisa! Em oito meses, fora sucessivamente chapeleira, caixeira de perfumaria, manicura, para se sustentar. Como chapeleira, não aguentara dois meses, que era duro! Das oito da manhã às oito da noite, e quantas vezes mais, sem tirar a cacunda da labuta. Não era possível! As ambições teatrais não havia mesmo recebido, e cadê tempo? Conseguiria lugar de balconista numa perfumaria, com ordenado e comissão. Tinha jeito para vender, sabia empurrar mercadoria no freguês. Os cobres melhoravam satisfatoriamente. Mas também lá passara pouco tempo. O horário era praticamente o mesmo, e o trabalho bem mais suave - nunca imaginaria que houvesse tantos perfumes e sabonetes neste mundo! Contudo continuava numa prisão. Não nascera para prisões. Mesmo como seria possível se encarreirar no teatro, amarrada num balcão todo o santo dia? Precisava dar um jeito. Arranjou vaga de manicura numa barbearia, cujo dono ia muito à perfumaria fazer compras e que se engraçara com ela. Dava conta do recado mal e parcamente, ama os homens, não são exigentes com um palmo de cara bonitas. Funcionava bastante, ganhava gorjetas, conhecera uma matula de gente, eram muito convidados para almoços, jantares, danças e passeios, e tinha folgas - uff tinha folgas! Quando cismava, nem aparecia na barbearia, ia passear tomar banho de mar, fazia compras, ficava dormindo... Marques Rabelo, A Guerra está em nós. A protagonista do texto é caracterizada de diferentes maneiras. Assinale a opção cuja qualidade não se aplica a ela.
    • A. 

      altruísta

    • B. 

      Inexperiente

    • C. 

      Ambiciosa

    • D. 

      Esperta

  • 9. 
     Quando a justiça entra em conflito com a lealdade, essa última geralmente leva a melhor. Muitos de nós alimentamos e protegemos nossas famílias antes de podermos pensar nas necessidades de nossos vizinhos. Muitos de nós estamos muito mais interessados no bem-estar dos nossos compatriotas do que na situação das pessoas do outro lado do mundo. Em relação às idéias do texto, assinale a opção incorreta.
    • A. 

      O senso de justiça entre indivíduos de povos diferentes é superior à lealdade que se dispensa aos familiares mais próximo.

    • B. 

      A lealdade geralmente prevalece sobre a justiça quando há conflito entre as duas forças.

    • C. 

      O pensamento relativo às necessidades dos nossos conhecidos é secundário em relação às preocupações com os familiares.

    • D. 

      O interesse pelas causas nacionais é prioritário em relação aos contextos do exterior.

    • E. 

      A solidariedade entre pessoas de uma mesma nacionalidade sobrepõe-se à solidariedade para com povos estrangeiros.­

  • 10. 
    Considere as seguintes sentenças: I. Ele sempre falou por meias palavras. II. É meio-dia e meio. III. Estava meia nervosa por causa da mãe. IV. Quero meia maçã para a sobremesa. V. Ficaram meio revoltados com a situação. Do ponto de vista da gramática normativa, estão corretas as sentenças:
    • A. 

      III e IV somente.

    • B. 

      II e V somente.

    • C. 

      I, II e III somente.

    • D. 

      II e IV somente.

    • E. 

      I, IV e V somente.

  • 11. 
    Apesar da ciência, ainda é possível acreditar no sopro divino – o momento em que oCriador deu vida até ao mais insignificante dos micro-organismos?Resposta de Dom Odilo Scherer, cardeal arcebispo de São Paulo, nomeado pelo papa Bento XVI em 2007:“Claro que sim. Estaremos falando sempre que, em algum momento, começou a existir algo, para poder evoluir em seguida. O ato do criador precede a possibilidade de evolução: só evolui algo que existe. Do nada, nada surge e evolui.”LIMA, Eduardo. Testemunha de Deus. SuperInteressante, São Paulo, n. 263-A, p. 9, mar. 2009 (com adaptações).Resposta de Daniel Dennet, filósofo americano ateu e evolucionista radical, formado em Harvard e Doutor por Oxford: “É claro que é possível, assim como se pode acreditar que um super-homem veio para a Terra há 530 milhões de anos e ajustou o DNA da fauna cambriana, provocando a explosão da vida daquele período. Mas não há razão para crer em fantasias desse tipo.”LIMA, Eduardo. Advogado do Diabo. SuperInteressante, São Paulo, n. 263-A, p. 11, mar. 2009 (com adaptações).Os dois entrevistados responderam a questões idênticas, e as respostas a uma delas foramreproduzidas aqui. Tais respostas revelam opiniões opostas: um defende a existência de Deus e o outro não concorda com isso. Para defender seu ponto de vista,
    • A. 

      O religioso ataca a ciência, desqualificando a Teoria da Evolução, e o ateu apresenta comprovações científicas dessa teoria para derrubar a ideia de que Deus existe.

    • B. 

      Scherer impõe sua opinião, pela expressão “claro que sim”, por se considerar autoridade competente para definir o assunto, enquanto Dennett expressa dúvida, com expressões como “é possível”, assumindo não ter opinião formada.

    • C. 

      O arcebispo critica a teoria do Design Inteligente, pondo em dúvida a existência de Deus, e o ateu argumenta com base no fato de que algo só pode evoluir se, antes, existir.

    • D. 

      O arcebispo usa uma lacuna da ciência para defender a existência de Deus, enquanto o filósofo faz uma ironia, sugerindo que qualquer coisa inventada poderia preencher essa lacuna.

    • E. 

      O filósofo utiliza dados históricos em sua argumentação, ao afirmar que a crença em Deus é algo primitivo, criado na época cambriana, enquanto o religioso baseia sua argumentação no fato de que algumas coisas podem “surgir do nada”.

  • 12. 
    Texto ISer brotinho não é viver em um píncaro azulado; é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível,provocasse uma tosse de riso irresistível.CAMPOS, Paulo Mendes. Ser brotinho. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.).As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. p. 91.Texto IISer gagá não é viver apenas nos idos do passado: é muito mais! É saber que todos os amigos já morreram e os que teimam em viver são entrevados. É sorrir, interminavelmente, não pornecessidade interior, mas porque a boca não fecha ou a dentadura é maior que a arcada.FERNANDES, Millôr. Ser gagá. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.).As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. p. 225.Os textos utilizam os mesmos recursos expressivos para definir as fases da vida, entre eles,
    • A. 

      Expressões coloquiais com significados semelhantes.

    • B. 

      ênfase no aspecto contraditório da vida dos seres humanos.

    • C. 

      Recursos específicos de textos escritos em linguagem formal.

    • D. 

      Termos denotativos que se realizam com sentido objetivo.

    • E. 

      Metalinguagem que explica com humor o sentido de palavras.

  • 13. 
    Aumento do efeito estufa ameaça plantas, diz estudo.O aumento de dióxido de carbono na atmosfera, resultante do uso de combustíveisfósseis e das queimadas, pode ter consequências calamitosas para o clima mundial,mas também pode afetar diretamente o crescimento das plantas. Cientistas daUniversidade de Basel, na Suíça, mostraram que, embora o dióxido de carbono sejaessencial para o crescimento dos vegetais, quantidades excessivas desse gásprejudicam a saúde das plantas e têm efeitos incalculáveis na agricultura de váriospaíses.O Estado de São Paulo, 20 set. 1992, p.32.O texto acima possui elementos coesivos que promovem sua manutenção temática. A partir dessaperspectiva, conclui-se que
    • A. 

      A palavra “mas”, na linha 3, contradiz a afirmação inicial do texto: linhas 1 e 2.

    • B. 

      A palavra “embora”, na linha 4, introduz uma explicação que não encontra complemento no restante do texto.

    • C. 

      As expressões: “consequências calamitosas”, na linha 2, e “efeitos incalculáveis”, na linha 6, reforçam a ideia que perpassa o texto sobre o perigo do efeito estufa.

    • D. 

      O uso da palavra “cientistas”, na linha 3, é desnecessário para dar credibilidade ao texto, uma vez que se fala em “estudo” no título do texto.

    • E. 

      A palavra “gás”, na linha 5, refere-se a “combustíveis fósseis” e “queimadas”, nas linhas 1 e 2, reforçando a ideia de catástrofe.

  • 14. 
    Considerando o papel da arte poética e a leitura do poema de Manoel de Barros, afirma-se que
    • A. 

      Informática e invencionática são ações que, para o poeta, correlacionam-se: ambas têm o mesmo valor na sua poesia.

    • B. 

      Arte é criação e, como tal, consegue dar voz às diversas maneiras que o homem encontra para dar sentido à própria vida.

    • C. 

      A capacidade do ser humano de criar está condicionada aos processos de modernização tecnológicos.

    • D. 

      A invenção poética, para dar sentido ao desperdício, precisou se render às inovações da informática.

    • E. 

      As palavras no cotidiano estão desgastadas, por isso à poesia resta o silêncio da não comunicabilidade.

  • 15. 
    É próprio da poesia de Manoel de Barros valorizar seres e coisas considerados, em geral, demenor importância no mundo moderno. No poema de Manoel de Barros, essa valorização éexpressa por meio da linguagem
    • A. 

      Denotativa, para evidenciar a oposição entre elementos da natureza e da modernidade.

    • B. 

      Rebuscada de neologismos que depreciam elementos próprios do mundo moderno.

    • C. 

      Hiperbólica, para elevar o mundo dos seres insignificantes.

    • D. 

      Simples, porém expressiva no uso de metáforas para definir o fazer poético do eu-lírico poeta.

    • E. 

      Referencial, para criticar o instrumentalismo técnico e o pragmatismo da era da informação digital.

  • 16. 
    Comparando as figuras, que apresentam mobiliários de épocas diferentes, ou seja, a figura 1 corresponde a um projeto elaborado por Fernando e Humberto Campana e a figura 2, a um mobiliário do reinado de D. João VI, pode-se afirmar que
    • A. 

      Os materiais e as ferramentas usados na confecção do mobiliário de Fernando e Humberto Campana, assim como os materiais e as ferramentas utilizados na confecção do mobiliário do reinado de D. João VI, determinaram a estética das cadeiras.

    • B. 

      As formas predominantes no mobiliário de Fernando e Humberto Campana são complexas, enquanto que as formas do mobiliário do reinado de D. João VI são simples, geométricas e elásticas.

    • C. 

      O artesanato é o atual processo de criação de mobiliários empregado por Fernando e Humberto Campana, enquanto que o mobiliário do reinado de D. João VI foi industrial.

    • D. 

      Ao longo do tempo, desde o reinado de D. João VI, o mobiliário foi se adaptando consoante as necessidades humanas, a capacidade técnica e a sensibilidade estética de uma sociedade.

    • E. 

      O mobiliário de Fernando e Humberto Campana, ao contrário daquele do reinado de D. João VI, considera primordialmente o conforto que a cadeira pode proporcionar, ou seja, a função em detrimento da forma.

  • 17. 
    José Dias precisa sair de sua casa e chegar até o trabalho, conforme mostra o Quadro 1. Ele vai de ônibus e pega três linhas: 1) de sua casa até o terminal de integração entre a zona norte e a zona central; 2) deste terminal até outro entre as zonas central e sul; 3) deste último terminal até onde trabalha. Sabe-se que há uma correspondência numérica, nominal e cromática das linhas que José toma, conforme o Quadro 2. José Dias deverá, então, tomar a seguinte sequência de linhas de ônibus, para ir de casa ao trabalho:
    • A. 

      L. 102 - Circular zona central - L. Vermelha.

    • B. 

      L. Azul - L. 101 - Circular zona norte.

    • C. 

      Circular zona norte - L. Vermelha - L. 100.

    • D. 

      L. 100 - Circular zona central - L. Azul.

    • E. 

      L. Amarela - L. 102 - Circular zona sul.

  • 18. 
    Concordo plenamente com o artigo "Revolucione a sala de aula". É preciso que valorizemos o ser humano, seja ele estudante, seja professor. Acredito na importância de aprender a respeitar nossos limites e superá-los, quando possível, o que será mais fácil se pudermos desenvolver a capacidade de relacionamento em sala de aula. Como arquiteta, concordo com a postura de valorização do indivíduo, em qualquer situação: se procurarmos uma relação de respeito e colaboração, seguramente estaremos criando a base sólida de uma vida melhor.Tania Bertoluci de Souza, Porto Alegre, RS, Disponível em: <:http://www.kanitz.com.br/veja/cartas.htm>. Acesso em: 2 maio 2009 (com adaptações). Em uma sociedade letrada como a nossa, são construídos textos diversos para dar conta das necessidades cotidianas de comunicação. Assim, para utilizar-se de algum gênero textual, é preciso que conheçamos os seus elementos. A carta de leitor é um gênero textual que
    • A. 

      Apresenta sua estrutura por parágrafos, organizado pela tipologia da ordem da injunção (comando) e estilo de linguagem com alto grau de formalidade.

    • B. 

      Se inscreve em uma categoria cujo objetivo é o de descrever os assuntos e temas que circularam nos jornais e revistas do país semanalmente.

    • C. 

      Se organiza por uma estrutura de elementos bastante flexível em que o locutor encaminha a ampliação dos temas tratados para o veículo de comunicação.

    • D. 

      Se constitui por um estilo caracterizado pelo uso da variedade não-padrão da língua e tema construído por fatos políticos.

    • E. 

      Se organiza em torno de um tema, de um estilo e em forma de paragrafação, representando, em conjunto, as ideias e opiniões de locutores que interagem diretamente com o veículo de comunicação.

  • 19. 
    SOUZA, Maurício de. [Chico Bento]. O Globo, Rio de Janeiro, Segundo Caderno, 19 dez. 2008, p.7.O personagem Chico Bento pode ser considerado um típico habitante da zona rural, comumentechamado de “roceiro” ou “caipira”. Considerando a sua fala, essa tipicidade é confirmadaprimordialmente pela
    • A. 

      Transcrição da fala característica de áreas rurais.

    • B. 

      Redução do nome “José” para “Zé”, comum nas comunidades rurais.

    • C. 

      Emprego de elementos que caracterizam sua linguagem como coloquial.

    • D. 

      Escolha de palavras ligadas ao meio rural, incomuns nos meios urbanos.

    • E. 

      Utilização da palavra “coisa”, pouco frequente nas zonas mais urbanizadas.

  • 20. 
    A sociedade atual testemunha a influência determinante das tecnologias digitais na vida dohomem moderno, sobretudo daquelas relacionadas com o computador e a internet. Entretanto,parcelas significativas da população não têm acesso a tais tecnologias. Essa limitação tem pelomenos dois motivos: a impossibilidade financeira de custear os aparelhos e os provedores deacesso, e a impossibilidade de saber utilizar o equipamento e usufruir das novas tecnologias. Aessa problemática, dá-se o nome de exclusão digital.No contexto das políticas de inclusão digital, as escolas, nos usos pedagógicos das tecnologias deinformação, devem estar voltadas principalmente para
    • A. 

      Proporcionar aulas que capacitem os estudantes a montar e desmontar computadores, para garantir a compreensão sobre o que são as tecnologias digitais.

    • B. 

      Explorar a facilidade de ler e escrever textos e receber comentários na internet para desenvolver a interatividade e a análise crítica, promovendo a construção do conhecimento.

    • C. 

      Estudar o uso de programas de processamento para imagens e vídeos de alta complexidade para capacitar profissionais em tecnologia digital.

    • D. 

      Exercitar a navegação pela rede em busca de jogos que possam ser “baixados” gratuitamente para serem utilizados como entretenimento.

    • E. 

      Estimular as habilidades psicomotoras relacionadas ao uso físico do computador, como mouse, teclado, monitor etc.

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