Quiz Surpresa Do Dia 17/04/2010

6 Questes | Total Attempts: 198

SettingsSettingsSettings
Please wait...
Quiz Surpresa  Do Dia 17/04/2010

AUMENTE SEUS PONTOS FAÇA O QUIZ EXTRA! DISPONIVEL ATE AS 20:00H!


Questions and Answers
  • 1. 
    (Unesp 2010)  A cidade-Estado clássica parece ter sido criada paralelamente pelos gregos e pelos etruscos e/ou romanos. No caso destes últimos, a influência grega foi inegável, embora difícil de avaliar e medir. (Ciro Flamarion S. Cardoso. A cidade-Estado antiga,1985.)   Aponte quais eram as características comuns às cidades-Estados clássicas.   I. Possuíam governo tripartido em assembleia, conselho e certo número de magistrados escolhidos entre os homens elegíveis. II. Os cidadãos podiam participar de forma direta no processo político. III. Havia separação entre os órgãos de governo e de justiça.  
    • A. 

      As afirmativas I e II estão corretas.

    • B. 

      Apenas a afirmativa III está correta.

    • C. 

      As afirmativas I e III estão corretas.

    • D. 

      Apenas a afirmativa II está correta.

    • E. 

      As afirmativas I, II e III estão corretas.

  • 2. 
       5. (Fuvest 2010)  Cesarismo/cesarista são termos utilizados para caracterizar governantes atuais que, à maneira de Júlio César (de onde o nome), na antiga Roma, exercem um poder  
    • A. 

      Teocrático.

    • B. 

      Democrático.

    • C. 

      Aristocrático.

    • D. 

      Burocrático.

    • E. 

      Autocrático.

  • 3. 
       3. (Unifesp 2009)  (...) não era a falta de mecanização [na Grécia e em Roma] que tornava indispensável o recurso à escravidão; ocorrera exatamente o contrário: a presença maciça da escravidão determinou a "estagnação tecnológica" greco-romana.             (Aldo Schiavone. "Uma história rompida: Roma antiga e ocidente moderno". São Paulo: Edusp, 2005.)   A escravidão na Grécia e na Roma antigas:  
    • A. 

      Baseava-se em características raciais dos trabalhadores.

    • B. 

      Expandia-se nos períodos de conquistas e domínio de outros povos.

    • C. 

      Dependia da tolerância e da passividade dos escravos.

    • D. 

      Foi abolida nas cidades democráticas.

    • E. 

      Restringia-se às atividades domésticas e urbanas.

  • 4. 
    (Ufrrj 2006)  "Não há trabalho, nem gênero de vida no mundo mais parecido à cruz e paixão de Cristo, que o vosso em um desses engenhos. Em um engenho sois imitadores de Cristo crucificado (...) Cristo sem comer, e vós famintos; Cristo em tudo maltratado, e vós maltratados em tudo. Os ferros, as prisões, os açoites, as chagas, os nomes afrontosos, de tudo isso se compõe a vossa imitação, que se for acompanhada de paciência, também terá merecimento de martírio".             (Vieira, Sermões. Apud BOSI, Alfredo. "A Dialética da Colonização". São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p.172.)   O texto representa mais uma das inúmeras justificativas para a escravidão durante o período de colonização da América Portuguesa. Sobre esta questão é correto afirmar que
    • A. 

      Durante o primeiro século de colonização, a escravidão indígena foi empregada em várias regiões da colônia. Porém, com a adoção da mão de obra africana, ela foi completamente extinta, levando os indígenas a se internarem nos sertões do Brasil.

    • B. 

      A Companhia de Jesus, assim como outras ordens religiosas, procurava manter índios e negros afastados da sociedade colonial, nas missões, a fim de preservá-los da escravidão.

    • C. 

      A utilização da mão de obra africana articulava-se diretamente aos interesses mercantilistas de setores da burguesia comercial e da coroa portuguesa.

    • D. 

      A capacidade de trabalho do ameríndio superava em muito a do africano, o que levou à sua escravização sistemática até a sua extinção, por volta de meados do século XVII.

    • E. 

      A Igreja Católica dedicou-se, nos primeiros tempos da colonização da América, a evitar a escravização dos negros, já que estes, ao contrário dos ameríndios, teriam alma, sendo, por isso, passíveis de conversão.

  • 5. 
    (Puc-rio 2008)     "Costumam alguns senhores dar aos escravos um dia em cada semana para plantarem para si, mandando algumas vezes com eles o feitor para que não se descuidem. E isto serve para que não padeçam fome, nem cerquem cada dia a casa de seu senhor pedindo-lhes a ração de farinha. Porém não lhes dar farinha nem dia para a plantarem, e querer que sirvam de sol a sol no partido, de dia e de noite com pouco descanso no engenho, como se admitirá no Tribunal de Deus sem castigo?"             Antonil. "Cultura e Opulência do Brasil por suas drogas e minas". 1711.   A partir da citação acima e de seus conhecimentos sobre a sociedade colonial da América Portuguesa, examine as afirmativas a seguir.   I - Na sociedade colonial, o prestígio social residia em ser senhor de terras e de homens, e a possibilidade de riqueza vinha da atividade comercial. II - Os senhores de engenho permitiam que alguns de seus escravos possuíssem uma lavoura de subsistência, inclusive com direito à venda de excedentes. III - Apesar da violência que marcava o cotidiano dos engenhos, os escravos conseguiram, em certa medida, criar e recriar laços culturais próprios, vários deles herdados de suas raízes africanas. IV - Diante do risco de punições pelos senhores - surras, aprisionamento com correntes de ferro, aumento do trabalho, etc. - as tentativas de fugas escravas diminuíram ao longo do período colonial.   Assinale a alternativa correta.
    • A. 

      Somente as afirmativas I e II estão corretas.

    • B. 

      Somente as afirmativas I e III estão corretas.

    • C. 

      Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.

    • D. 

      Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas.

    • E. 

      Todas as afirmativas estão corretas.

  • 6. 
    (Fgv 2009)  "O primeiro grupo social utilizado pelos portugueses como escravo foi o das comunidades indígenas encontradas no Brasil. A lógica era simples: os índios estavam localizados junto ao litoral, e o custo inicial era pequeno, se comparado ao trabalhador originário de Portugal. (...) No entanto, rapidamente ocorreu um declínio no emprego do trabalhador indígena."             (Rubim Santos Leão de Aquino et alii, "Sociedade brasileira: uma história através dos movimentos sociais")   O declínio a que o texto se refere e o avanço da exploração do trabalhador escravo africano podem ser explicados:
    • A. 

      Pelo prejuízo que a escravização indígena gerava para os senhores de engenho que tinham a obrigação da catequese; pela impossibilidade de a Coroa portuguesa cobrar tributos nos negócios envolvendo os nativos da colônia; pela presença de uma pequena comunidade indígena nas regiões produtoras de açúcar.

    • B. 

      Pela forte oposição dos jesuítas à escravização indiscriminada dos índios; pelo lucro da Coroa portuguesa e dos traficantes com o comércio de africanos; pela necessidade de fornecimento regular de mão de obra para a atividade açucareira, em franca expansão na passagem do século XVI ao XVII.

    • C. 

      Pela imposição de escravos do norte da África, por parte dos grandes traficantes holandeses; pela determinação da Igreja católica em proibir a escravização indígena em todo Império colonial português; pelo custo menor do escravo de algumas regiões da África, como Angola e Guiné.

    • D. 

      Pelos preceitos das Ordenações Filipinas, que indicavam o caminho da catequese e não o do trabalho para os nativos americanos; pelo desconhecimento, por parte dos índios brasileiros, de uma economia de mercado; pelos acordos entre o colonizador português e parte das lideranças indígenas.

    • E. 

      Pela extrema fragilidade física dos povos indígenas encontrados nas terras portuguesas na América; pelos preceitos religiosos da Contra-Reforma, que não aceitavam a escravização de povos primitivos; pela impossibilidade de encontrar e capturar índios no interior do espaço colonial.