Prova Final Escrita (Pm2)

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Prova Final Escrita (Pm2)

Esta prova tem 3 partes: (i) Compreensão de texto, (ii) compreensão auditiva e (iii) expressão escrita.
A duração é 90 min.
Não está permitido o uso de livros, cadernos nem Internet.


Questions and Answers
  • 1. 
    PARTE I. COMPREENSÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA    TEXTO 1  O meu nome é Juvenal. Tenho vinte e três anos e acabei o meu curso de advocacia no ano passado. O meu curso é de cinco anos e agora já estou exercendo a minha profissão de advogado. Não é fácil! Temos de saber lidar com muitas pessoas; umas boas, outras perigosas. Temos também de tentar defender ou acusar o réu e, para isso, temos de encontrar muitas provas, testemunhas e trabalhar o nosso discurso. Quando se é um advogado, tem que se ter o dom da palavra. Temos de saber responder quando o nosso argumento está sendo atacado, de modo a convencermos o juiz de que estamos certos. Eu gosto muito do meu trabalho e, neste momento, se me perguntassem se queria outra profissão, eu diria: “não, estou bem assim”. Quando era pequeno, queria ser acrobata de circo. Mais tarde, mudei de ideias: queria ser bombeiro ou policial para tirar os criminosos da rua. De certa forma, é o que estou fazendo, mas por outros meios. E vocês? Quais são os seus sonhos? Seja ele qual for, não o deixem escapar! 1. A vida de um advogado é descontraída.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 2. 
    Se pudesse mudar de profissão agora, queria ser bombeiro.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 3. 
    Pode-se dizer que o que eu faço é parecido com o que faz um bombeiro ou um polícia.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 4. 
    Em criança, adorava ir ao circo.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 5. 
    Quando era pequeno gostava de profissões ativas.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 6. 
    TEXTO 2 Vários planetas são visíveis a olho nu: Marte, Júpiter, Vênus, Saturno e Mercúrio. Esses astros já eram conhecidos não apenas dos gregos, mas também de povos ainda mais antigos, como os babilônios. Apesar de sua semelhança com as estrelas, os planetas eram identificados pelos povos da Antiguidade graças a duas características que os diferenciavam. Primeiro: as estrelas, em curtos períodos, não variam de posição umas em relação às outras. Já os planetas mudam de posição no céu com o passar das horas. À noite, esse movimento pode ser percebido com facilidade. Segundo: as estrelas têm uma luz que, por ser própria, pisca levemente. Já os planetas, que apenas refletem a luz do Sol, têm um brilho fixo. Os planetas mais distantes da Terra só puderam ser descobertos bem mais tarde, com a ajuda de aparelhos ópticos como o telescópio. “O primeiro deles a ser identificado foi Urano, descoberto em 1781 pelo astrônomo inglês William Herschel”, afirma a astrônoma Daniela Lázzaro, do Observatório Nacional do Rio de Janeiro. 6.  Infere-se do texto que a Astronomia é uma ciência que, em dadas circunstâncias, pode prescindir de:
    • A. 

      Estrelas

    • B. 

      Planetas

    • C. 

      Instrumentos

    • D. 

      Astrônomos

  • 7. 
    A diferença que os antigos já faziam entre estrelas e planetas era de:
    • A. 

      Brilho e posição

    • B. 

      Beleza e posição

    • C. 

      Brilho e importância

    • D. 

      Beleza e disposição

  • 8. 
    Infere-se do texto que o planeta Netuno:
    • A. 

      Era conhecido dos gregos.

    • B. 

      Foi descoberto sem ajuda de aparelhos ópticos.

    • C. 

      Foi descoberto depois de Plutão.

    • D. 

      Foi descoberto depois de Urano.

  • 9. 
    Segundo o texto, as estrelas:
    • A. 

      Nunca mudam de posição.

    • B. 

      São iguais aos planetas.

    • C. 

      Só mudam de posição à noite.

    • D. 

      Mudam de posição em longos períodos de tempo.

  • 10. 
    TEXTO 3   Volta e meia, em nosso mundo redondo, colapsa o frágil convívio entre os diversos modos de ser dos seus habitantes. Neste momento, vivemos uma nova rodada dessas com os inúmeros refugiados, famílias fugitivas de suas guerras civis e massacres. Eles tentam entrar na mesma Europa que já expulsou seus famintos e judeus. Esses movimentos introduzem gente destoante no meio de outras culturas, estrangeiros que chegam falando atravessado, comendo, amando e rezando de outras maneiras. Os diferentes se estranham. Fui duplamente estrangeira, no Brasil por ser uruguaia, em ambos os países e nas escolas  públicas por ser judia. A instrução era tentar mimetizar-se, falar com o menor sotaque possível, ficar invisível no horário do Pai Nosso diário. Certamente todos conhecem esse sentimento de sentir-se estrangeiro, ficar de fora, de não ser tão autêntico quanto os outros, ou não ser escolhido para o que realmente importa. Na infância, tudo é grande demais, amedronta e entendemos fragmentariamente, como recém-chegados. Na puberdade, perdemos a familiaridade com nossos familiares: o que antes parecia natural começa a soar como estrangeiro. Na adolescência, sentimo-nos estranhos a quase tudo, andamos por aí enturmados com os da mesma idade ou estilo, tendo apenas uns aos outros como cúmplices para existir.   O fim desse desencontro deveria ocorrer no começo da vida adulta, quando trabalhamos, procriamos e tomamos decisões de repercussão social. Finalmente deveríamos sentir-nos legítimos cidadãos da vida. Porém, julgamos ser uma fraude: imaginávamos que os adultos eram algo maior, mais consistente do que sentimos ser. Logo em seguida disso, já começamos a achar que perdemos o bonde da vida. O tempo nos faz estrangeiros à própria existência. Uma das formas mais simples de combater todo esse mal-estar é encontrar outro para chamar de diferente, de inadequado. Quem pratica o bullying, quer seja entre alunos ou com os que  têm hábitos e aparência distintos do seu, conquista momentaneamente a ilusão da legitimidade. Quem discrimina arranja no grito e na violência um lugar para si. Conviver com as diferentes cores de pele, interpretações dos gêneros, formas de amar e casar, vestimentas, religiões ou a falta delas, línguas, faz com que todos sejam estrangeiros. Isso produz  a mágica sensação de inclusão universal: se formos todos diferentes, ninguém precisa sentir-se excluído. Movimentos migratórios misturam povos, a eliminação de barreiras de casta e de preconceitos também. Já pensou que delícia se, no futuro, entendermos que na vida ninguém é nativo. A existência de cada um é como um barco, em que fazemos um trajeto ao final do qual sempre partiremos sem as malas. 10. Pode-se dizer que o foco do texto é:
    • A. 

      A questão da imigração na Europa.

    • B. 

      A prática do bullying.

    • C. 

      O sentir-se diferente.

    • D. 

      A assimilação de diferentes culturas.

  • 11. 
    Segundo o texto, é comum que o convívio entre diferentes modo de ser:
    • A. 

      Fique no foco dos acontecimentos.

    • B. 

      Desmorone.

    • C. 

      Torne-se estável.

    • D. 

      Passe a ser discutido.

  • 12. 
    Segundo a autora, infância e adolescência são marcadas, respectivamente:
    • A. 

      Pela insegurança e desfamiliarização.

    • B. 

      Pelo sentimento de fraude e insegurança.

    • C. 

      Pela falta de reconhecimento da família e pelo medo.

    • D. 

      Pelos temores e pelas transformações.

  • 13. 
    Para a autora, adolescentes andam em turma:
    • A. 

      Porque abandonam a família.

    • B. 

      Porque os amigos são a nova família.

    • C. 

      Porque a turma é um modo de fazer com que ele se sinta parte de algo.

    • D. 

      Por medo de ficar só.

  • 14. 
    De acordo com o texto, a chegada à fase adulta é marcada pela ideia de:
    • A. 

      Farsa.

    • B. 

      Obrigações.

    • C. 

      Inclusão.

    • D. 

      Familiaridade.

  • 15. 
    O sujeito que pratica bullying, segundo o texto, assim o faz porque:
    • A. 

      É uma demonstração de violência gratuita.

    • B. 

      É uma forma de chamar atenção para si.

    • C. 

      É uma forma de esconder-se na diferença de quem sofre bullying.

    • D. 

      É uma forma de acentuar suas características positivas.

  • 16. 
    Conforme o texto:
    • A. 

      Lidar com o que é diferente é algo difícil a princípio, mas depois torna-se fácil.

    • B. 

      A ideia de universalidade se ampara no conceito de diferença.

    • C. 

      Para que algo seja universal, é necessário certa homogeneidade.

    • D. 

      Os movimentos migratórios são uma forma de exclusão.

  • 17. 
    Você agora vai ouvir uma entrevista de rádio. Vai ouvir a entrevista duas vezes. Primeiro leia as afirmações abaixo. Depois ouça a entrevista. Finalmente, decida se as afirmações que leu são verdadeiras (V) ou falsas (F).
  • 18. 
    O Pedro fez a escolaridade obrigatória. 
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 19. 
    Segundo o Pedro, atualmente, já é mais fácil encontrar emprego no Alentejo.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 20. 
    Os jovens saem de lá porque não gostam de lá viver.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 21. 
    Os jovens vão ao Alentejo regularmente.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 22. 
    O Pedro acha que o Alentejo é uma região menosprezada.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 23. 
    O Pedro vive há 2 anos no Algarve.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 24. 
    O Pedro trabalhou com o pai numa padaria.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

  • 25. 
    As horas que ele trabalha a mais não são pagas à parte.
    • A. 

      True

    • B. 

      False

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