Avaliação De Conhecimento Técnico Em Higiene Ocupacional

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Avaliao De Conhecimento Tcnico Em Higiene Ocupacional

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Questions and Answers
  • 1. 
    HIGIENE OCUPACIONAL é conceituada como a CIÊNCIA dedicada a:
    • A. 

      Identificação dos agentes insalubres e periculosos presentes no ambiente de trabalho.

    • B. 

      Antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais que podem ocasionar alteração na saúde, eficiência ou conforto do trabalhador.

    • C. 

      Controle de todos riscos que podem ocasionar alteração na saúde do trabalhador.

    • D. 

      Avaliação das exposições a agentes físicos, químicos, biológicos e ergonômicos.

  • 2. 
    Um GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO é conceituado como:
    • A. 

      Grupo de trabalhadores que em função da atuação junto a fontes de contaminantes, tem maior exposição que os trabalhadores de uma empresa.

    • B. 

      Grupo de trabalhadores com idênticas probabilidades de exposição a um determinado agente”. Também denominado Grupo Homogêneo de Risco ou Grupo de Exposição Similar.

    • C. 

      Grupo de profissionais que independente da função ou site operacional estão expostos aos mesmos agentes ambientais.

    • D. 

      Grupo de trabalhadores submetidos ao mesmo tipo de exame complementar.

    • E. 

      Grupo de trabalhadores que desenvolvem a mesma função em uma determinada empresa.

  • 3. 
    METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO é entendida como:
    • A. 

      Estratégia definida por uma organização para implantação do programa de HO.

    • B. 

      Forma de aplicação do método em uma situação fática ou seja o julgamento profissional sobre quantidade de incursões necessárias, o tempo de duração e distribuição das amostragens.

    • C. 

      Modelo de consolidação estatística para elaboração do relatorio que consolida exposições.

    • D. 

      Formato padronizado para garantir a validade do estudo da exposição ocupacional.

    • E. 

      Padrão de conduta para avaliações da exposição ocupacional (procedimentos, equipamentos, duração, calibrações).

  • 4. 
    ESTRATÉGIA DE AVALIAÇÃO é entendida como:
    • A. 

      Sistemática definida por uma organização para implantação do programa de HO.

    • B. 

      Modelo de consolidação estatística para elaboração do relatório que consolida exposições.

    • C. 

      Formato padronizado para garantir a validade do estudo da exposição ocupacional.

    • D. 

      Padrão de conduta para avaliações da exposição ocupacional (procedimentos, equipamentos, duração, calibrações).

    • E. 

      Forma de aplicação do método em uma situação fática ou seja o julgamento profissional sobre quantidade de incursões necessárias, o tempo de duração e distribuição das amostragens.

  • 5. 
    MONITORAÇÃO DA EXPOSIÇÃO é entendida como:
    • A. 

      Etapa do processo de avaliação no qual o resultado da quantificação da intensidade ou concentração de um agente é obtido instantaneamente.

    • B. 

      Análise do resultado de uma ou mais incursões comparando-o com critério de aceitabilidade (limite de exposição ocupacional ou nível de ação), normalmente é consolidada em um relatório técnico.

    • C. 

      Etapa do processo de quantificação da concentração de um agente no qual o contaminante é retido em um amostrador para posterior analise em laboratório.

    • D. 

      Processo sistemático e periódico de avaliação de uma determinada exposição para verificação da flutuação da concentração/intensidade ao longo do tempo... utilizada para analise da exposição no longo prazo.

    • E. 

      Forma de aplicação do método em uma situação fática ou seja o julgamento profissional sobre quantidade de incursões necessárias, o tempo de duração e distribuição das amostragens.

  • 6. 
    AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL é entendida como:
    • A. 

      Processo sistemático e periódico de avaliação de uma determinada exposição para verificação da flutuação da concentração/intensidade ao longo do tempo... utilizada para analise da exposição no longo prazo.

    • B. 

      Etapa do processo de avaliação no qual o resultado da quantificação da intensidade ou concentração de um agente é obtido instantaneamente...

    • C. 

      Etapa do processo de quantificação da concentração de um agente no qual o contaminante é retido em um amostrador para posterior analise em laboratório.

    • D. 

      Forma de aplicação do método em uma situação fática ou seja o julgamento profissional sobre quantidade de incursões necessárias, o tempo de duração e distribuição das amostragens.

    • E. 

      Análise do resultado de uma ou mais incursões comparando-o com critério de aceitabilidade ( limite de exposição ocupacional ou nível de ação), normalmente é consolidada em um relatório técnico.

  • 7. 
    LIMITE DE EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL refere-se a 
    • A. 

      Intensidade/concentração máxima relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente agressivo, que não causará dano à saúde da maioria dos trabalhadores expostos, durante sua vida laboral.

    • B. 

      Valor a partir do qual devem ser tomadas determinadas medidas dentro de um programa de prevenção de riscos ambientais.

    • C. 

      Indicador de absorção de substancia química, identificável por analise da concentração da substancia no organismo.

    • D. 

      Nível de exposição a agentes físicos e químicos que indica alto risco, e que não pode ser ultrapassado em nenhum momento da jornada de trabalho.

    • E. 

      Todas as opções estão incorretas.

  • 8. 
    Considerando o LIMITE DE EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL, pode-se afirmar que:
    • A. 

      Representa uma espécie de linha divisória perigo-segurança.

    • B. 

      Pela facilidade de entendimento, possibilita utilização por pessoas sem formação em HO, desde que sejam profissionais da área de saúde.

    • C. 

      Representa consenso de profissionais e entidades governamentais sobre uma determinada tipo de exposição ocupacional.

    • D. 

      É possível aplicação para preservação da saúde dos trabalhadores e também da população no entorno da empresa

    • E. 

      São guias de orientação para o controle dos riscos à saúde

  • 9. 
    NÍVEL DE AÇÃO refere-se a:
    • A. 

      Intensidade/concentração máxima relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente agressivo, que não causará dano à saúde da maioria dos trabalhadores expostos, durante sua vida laboral.

    • B. 

      Indicador de absorção de substancia química, identificável por analise da concentração da substancia no organismo.

    • C. 

      Nível de exposição a agentes físicos e químicos que indica alto risco, e que não pode ser ultrapassado em nenhum momento da jornada de trabalho.

    • D. 

      Valor a partir do qual devem ser tomadas determinadas medidas dentro de um programa de prevenção de riscos ambientais.

    • E. 

      Todas as opções estão incorretas

  • 10. 
    Considerando o NIVEL DE AÇÃO, pode-se afirmar que:
    • A. 

      Se o for excedido em um dia típico, existe uma probabilidade maior que 5% de que o limite de exposição será excedido em outros dias de trabalho.

    • B. 

      Está normatizado pela legislação brasileira em 50% do limite de exposição ocupacional.

    • C. 

      Não se aplica para exposições ao calor.

    • D. 

      A correção do nível de ação, reduzindo-o, é uma pratica recomendada quando o resultado da avaliação apresentar desvio padrão geométrico maior que 1,22.

    • E. 

      Todas as opções estão corretas.

  • 11. 
    INDICE BIOLOGICO DE EXPOSIÇÃO refere-se a 
    • A. 

      Intensidade/concentração máxima relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente agressivo, que não causará dano à saúde da maioria dos trabalhadores expostos, durante sua vida laboral.

    • B. 

      Indicador de absorção de substancia química, identificável por analise da concentração da substancia no organismo, um ou mais metabolitos ou mesmo ou alteração bioquímica reversível.

    • C. 

      Nível de exposição a agentes físicos e químicos que indica alto risco, e que não pode ser ultrapassado em nenhum momento da jornada de trabalho.

    • D. 

      Valor a partir do qual devem ser tomadas determinadas medidas dentro de um programa de prevenção de riscos ambientais.

    • E. 

      Todas as opções estão incorretas.

  • 12. 
    Considerando analise do INDICE BIOLOGICO DE EXPOSIÇÃO, pode-se afirmar que:
    • A. 

      É possível estabelecer relação causal baseado no resultado do IBE, mesmo quando o efeito é tardio.

    • B. 

      A intensidade da resposta biológica varia sempre diretamente com a exposição.

    • C. 

      Pode detectar exposição insuspeita como falhas de equipamento, absorção cutânea e também hipersusceptíveis e variações metabólicas individuais, permitindo acompanhar afastamento.

    • D. 

      Não é aplicável para validação dos limites de exposição em situações onde mais de um agente tem efeito no mesmo órgão alvo.

    • E. 

      Todas as opções estão corretas.

  • 13. 
    Considerando o conceito de ERRO ALEATORIO, pode-se afirmar que:
    • A. 

      São erros que não dependem do profissional que está avaliando a exposição.

    • B. 

      Incluem a imprecisão do método e equipamentos utilizados.

    • C. 

      Ocorrem em virtude da variação da exposição durante a jornada.

    • D. 

      Ocorrem em virtude da variação da exposição entre as jornadas.

    • E. 

      Todas as opções estão corretas.

  • 14. 
    Considerando o conceito de ERRO SISTEMICO, pode-se afirmar que:
    • A. 

      São falhas do profissional que esta conduzindo a avaliação em especial adoção de metodologia e estratégia inadequada para o tipo de exposição, falha na validação das amostras e consolidação dos resultados.

    • B. 

      Não incluem equívocos na especificação, calibração e montagem dos equipamentos.

    • C. 

      Incluem variações climáticas repentinas durante o período de avaliação.

    • D. 

      Podem ser minimizados adotando-se o tratamento estatístico adequado.

    • E. 

      Devem ser registrados como não conformidade, todavia não invalidam a amostragem.

  • 15. 
    A VALIDAÇÃO DE UMA AMOSTRAGEM para fins de avaliação da exposição ocupacional deve considerar:
    • A. 

      Conformidade normativa (observar requisitos de especificação do equipamento, programação, calibração, restrições ambientais, preservação e prazo da amostra).

    • B. 

      Adequação do equipamento a condição ambiental (blindagem RF, aprovação para área classificada, resistência a intempéries).

    • C. 

      Dia típico (rotina normal, equipamentos em operação, condições climáticas).

    • D. 

      Coerência do resultado da medição / analise laboratorial considerando as atividades estudadas.

    • E. 

      Todas as opções estão corretas.

  • 16. 
    A análise da ACEITABILIDADE de uma exposição ocupacional é realizada mediante:
    • A. 

      Comparação com estudos anteriores em especial realizados em exposições criticas.

    • B. 

      Comparação com o limite de exposição ocupacional e nível de ação recomendados para o agente e verificação da eficiência dos controles implementados.

    • C. 

      Verificação da calibração dos equipamentos utilizados no estudo.

    • D. 

      Aprovação do relatório técnico por representantes de entidades sindicais.

    • E. 

      Análise da coerência dos resultados consolidados (em especial medidas de tendência central e de dispersão) considerando estimativas anteriormente estabelecidas na fase de identificação.

  • 17. 
    A análise da REPRESENTATIVIDADE de uma avaliação da exposição ocupacional é realizada mediante:
    • A. 

      Comparação com os limites de exposição ocupacional vigentes.

    • B. 

      Comparação com estudos anteriores em especial realizados em exposições criticas.

    • C. 

      Verificação da calibração dos equipamentos utilizados no estudo.

    • D. 

      Análise da coerência dos resultados consolidados (em especial medidas de tendência central e de dispersão) considerando estimativas anteriormente estabelecidas na fase de identificação.

    • E. 

      Aprovação do relatório técnico por representantes de entidades sindicais.

  • 18. 
    Os parâmetros estatísticos mais utilizados para analise da TENDÊNCIA CENTRAL e DISPERSÃO de uma determinada exposição ocupacional são respectivamente:
    • A. 

      Moda e Mediana.

    • B. 

      Mediana e Variância.

    • C. 

      Média e desvio-padrão.

    • D. 

      Média e coeficiente de variância.

    • E. 

      Mediana e desvio-padrão.

  • 19. 
    A importância de associar uma MEDIDA DE TENDENCIA CENTRAL à sua MEDIDA DE DISPERSÃO para analise da quantificação de uma exposição está ligada a:
    • A. 

      Necessidade de atendimento a requisitos legais em especial para avaliação da exposição ao calor.

    • B. 

      Possibilidade de verificar a flutuação da exposição durante o período de estudo e também analisar coerência entre registros da fase de identificação (qualificação) e da avalição (quantificação).

    • C. 

      Cumprimento de procedimento normativo de higiene ocupacional para analise estatística dos resultados.

    • D. 

      Agregar valor cientifico ao relatório técnico, para fins de certificação de sistemas.

    • E. 

      Todas as demais opções estão incorretas.

  • 20. 
    Para ser efetivo, a implantação de um PROGRAMA DE HIGIENE OCUPACIONAL em uma organização deve observar:
    • A. 

      Interface entre o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Controle Medico de Saúde Ocupacional (PCMSO) para garantia de uma analise multidisciplinar da necessidade ou efetividade dos controles implementados.

    • B. 

      Definir procedimentos específicos para gestão da HO, em especial forma de implementação do programa, sistemática para definição dos GHEs, metodologia para condução da caracterização básica das exposições, sistemática de avaliação e monitoração das exposições consideradas relevantes.

    • C. 

      Definição de estrutura documental como forma de padronizar e rastrear registros de exposições, prontuários, treinamentos.

    • D. 

      Estabelecimento de indicadores gerenciais da performance ocupacional.

    • E. 

      Todas as opções estão corretas.

  • 21. 
    Além das características especificas para atender as normas IEC, ISO e ANSI, para garantia confiabilidade dos resultado, um audiodosimetro deverá atender também a requisitos específicos relacionados ao ambiente onde será utilizado em especial:
    • A. 

      Resistência a unidade elevada, produtos químicos e calor radiante.

    • B. 

      Blindagem contra radiofrequência, campo eletromagnético e atmosfera potencialmente explosiva.

    • C. 

      Possibilidade de bloqueio de teclado para evitar violações de terceiros.

    • D. 

      Blindagem contra radiofrequência e campo eletromagnético.

    • E. 

      Todas as demais opções estão incorretas.

  • 22. 
    A programação do áudiodosimetro para atender a legislação brasileira deverá observar os seguintes parametros:
    • A. 

      Escala de atenuação A, faixa de medição de 70 a 115 dB, Critério de Leitura de 85 dB, Fator duplicativo de 5, constante de tempo em circuito de resposta lenta, projeção para jornada sempre de 8 horas.

    • B. 

      Escala de atenuação A, faixa de medição de 80 a 115 dB, Critério de Leitura de 85 dB, Fator duplicativo de 5, constante de tempo em circuito de resposta lenta, projeção para jornada sempre de 8 horas.

    • C. 

      Escala de atenuação A, faixa de medição de 80 a 115 dB, Critério de Leitura de 85 dB, Fator duplicativo de 5, constante de tempo em circuito de resposta lenta, projeção dos valores conforme duração da jornada.

    • D. 

      Escala de atenuação A, faixa de medição de 80 a 115 dB, Critério de Leitura conforme limite ajustado para a duração da jornada, Fator duplicativo de 5, constante de tempo em circuito de resposta lenta, projeção dos valores conforme duração da jornada.

    • E. 

      Escalas de atenuação A e C, faixa de medição de 80 a 115 dB, Critério de Leitura conforme limite ajustado para a duração da jornada, Fator duplicativo de 5, constante de tempo em circuto de resposta lenta, projeção dos valores conforme duração da jornada.

  • 23. 
    As perdas auditivas podem ser classificadas como:
    • A. 

      Condutiva ou neuro-sensorial.

    • B. 

      Temporária.

    • C. 

      Trauma acústico.

    • D. 

      Perda auditiva induzida pelo ruído.

    • E. 

      Todas as opções estão corretas.

  • 24. 
    O cálculo da exposição ao ruído a partir do resultado de diversas audiodosimetrias, deverá observar:
    • A. 

      Média geométrica das doses (%), calculando-se o nível equivalente a partir dessas.

    • B. 

      Média aritmética das doses (%), calculando-se o nível equivalente a partir dessas.

    • C. 

      Média geométrica das doses projetadas para a jornada (%), calculando-se o nível. equivalente a partir dessas

    • D. 

      Média geométrica dos níveis equivalentes projetados para a jornada (dB) , considerando a atenuação do protetor auricular.

    • E. 

      Média geométrica das doses projetadas para a jornada (%), calculando-se o nível equivalente a partir dessas, considerando a atenuação do protetor auricular.

  • 25. 
    Ao realizar audiodosimetria, o avaliador devera estar atento a exposições simultâneas a agentes químicos em especial:
    • A. 

      Alergênicas.

    • B. 

      Ototóxicas.

    • C. 

      Mutagênicas, cancerígenas e teratogênicas.

    • D. 

      Sensibilizantes.

    • E. 

      Corrosivas.

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