Simulado Fuvest HistÓria Geral

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Simulado Fuvest Histria Geral


Questions and Answers
  • 1. 
    (Fuvest 2011) As cidades [do Mediterrâneo antigo] se formaram, opondo-se ao internacionalismo praticado pelas antigas aristocracias. Elas se fecharam e criaram uma identidade própria, que lhes dava força e significado. Norberto Luiz Guarinello, A cidade na Antiguidade Clássica. São Paulo: Atual, p.20, 2006. Adaptado. As cidades-estados gregas da Antiguidade Clássica podem ser caracterizadas pela 
    • A. 

      Autossuficiência econômica e igualdade de direitos políticos entre seus habitantes.

    • B. 

      Disciplina militar imposta a todas as crianças durante sua formação escolar.

    • C. 

      Ocupação de territórios herdados de ancestrais e definição de leis e moeda próprias.

    • D. 

      Concentração populacional em núcleos urbanos e isolamento em relação aos grupos que habitavam o meio rural.

    • E. 

      Submissão da sociedade às decisões dos governantes e adoção de modelos democráticos de organização política.

  • 2. 
    (Fuvest 2009)  "Alexandre desembarca lá onde foi fundada a atual cidade de Alexandria. Pareceu-lhe que o lugar era muito bonito para fundar uma cidade e que ela iria prosperar. A vontade de colocar mãos à obra fez com que ele próprio traçasse o plano da cidade, o local da Ágora, dos santuários da deusa egípcia Ísis, dos deuses gregos e do muro externo."                            Flávio Arriano. "Anabasis Alexandri" (séc. I d.C.). Desse trecho de Arriano, sobre a fundação de Alexandria, é possível depreender: 
    • A. 

      O significado do helenismo, caracterizado pela fusão da cultura grega com a egípcia e as do Oriente Médio.

    • B. 

      A incorporação do processo de urbanização egípcio, para efetivar o domínio de Alexandre na região.

    • C. 

      A implantação dos princípios fundamentais da democracia ateniense e do helenismo no Egito.

    • D. 

      A permanência da racionalidade urbana egípcia na organização de cidades no Império helênico.

    • E. 

      O impacto da arquitetura e da religião dos egípcios, na Grécia, após as conquistas de Alexandre.

  • 3. 
    (Fuvest 2008)  Na atualidade, praticamente todos os dirigentes políticos, no Brasil e no mundo, dizem-se defensores de padrões democráticos e de valores republicanos. Na Antiguidade, tais padrões e valores conheceram o auge, tanto na democracia ateniense, quanto na república romana, quando predominaram 
    • A. 

      A liberdade e o individualismo.

    • B. 

      O debate e o bem público.

    • C. 

      A demagogia e o populismo.

    • D. 

      O consenso e o respeito à privacidade.

    • E. 

      A tolerância religiosa e o direito civil.

  • 4. 
    (Fuvest 2007)  "Num processo em que era acusado e a multidão ateniense atuava como juiz, Demóstenes [orador político, 384-322 a.C.] jogou na cara do adversário [também um orador político] as seguintes críticas: 'Sou melhor que Ésquines e mais bem nascido; não gostaria de dar a impressão de insultar a pobreza, mas devo dizer que meu quinhão foi, quando criança, frequentar boas escolas e ter bastante fortuna para que a necessidade não me obrigasse a trabalhos vergonhosos. Tu, Ésquines, foi teu destino, quando criança, varrer como um escravo a sala de aula onde teu pai lecionava'. Demóstenes ganhou triunfalmente o processo."                  Paul Veyne, "História da Vida Privada", I, 1992. A fala de Demóstenes expressa a 
    • A. 

      Transformação política que fez Atenas retornar ao regime aristocrático depois de derrotar Esparta na Guerra do Peloponeso.

    • B. 

      Continuidade dos mesmos valores sociais igualitários que marcaram Atenas a partir do momento em que se tornou uma democracia.

    • C. 

      Valorização da independência econômica e do ócio, imperante não só em Atenas, mas em todo o mundo grego antigo.

    • D. 

      Decadência moral de Atenas, depois que o poder político na cidade passou a ser exercido pelo partido conservador.

    • E. 

      Crítica ao princípio da igualdade entre os cidadãos, mesmo quando a democracia era a forma de governo dominante em Atenas.

  • 5. 
    (Fuvest 2005)  "Vendo Sólon [que] a cidade se dividia pelas disputas entre facções e que alguns cidadãos, por apatia, estavam prontos a aceitar qualquer resultado, fez aprovar uma lei específica contra eles, obrigando-os, se não quisessem perder seus direitos de cidadãos, a escolher um dos partidos".                  Aristóteles, em "A Constituição de Atenas" A lei visava 
    • A. 

      Diminuir a participação dos cidadãos na vida política da cidade.

    • B. 

      Obrigar os cidadãos a participar da vida política da cidade.

    • C. 

      Aumentar a segurança dos cidadãos que participavam da política.

    • D. 

      Deixar aos cidadãos a decisão de participar ou não da política.

    • E. 

      Impedir que conflitos entre os cidadãos prejudicassem a cidade.

  • 6. 
    (Fuvest 2003)  "A história da Antiguidade Clássica é a história das cidades, porém, de cidades baseadas na propriedade da terra e na agricultura."                  (K. Marx. "Formações econômicas pré-capitalistas.") Em decorrência da frase de Marx, é correto afirmar que 
    • A. 

      Os comerciantes eram o setor urbano com maior poder na Antiguidade, mas dependiam da produção agrícola.

    • B. 

      O comércio e as manufaturas eram atividadesdesconhecidas nas cidades em torno do Mediterrâneo.

    • C. 

      As populações das cidades greco-romanas dependiam da agricultura para a acumulação de riqueza monetária.

    • D. 

      A sociedade urbana greco-romana se caracterizava pela ausência de diferenças sociais.

    • E. 

      Os privilégios dos cidadãos das cidades gregas e romanas se originavam da condição de proprietários rurais.

  • 7. 
    (Fuvest 2014)  César não saíra de sua província para fazer mal algum, mas para se defender dos agravos dos inimigos, para restabelecer em seus poderes os tribunos da plebe que tinham sido, naquela ocasião, expulsos da Cidade, para devolver a liberdade a si e ao povo romano oprimido pela facção minoritária.  Caio Júlio César. A Guerra Civil. São Paulo: Estação Liberdade, 1999, p. 67.  O texto, do século I a.C., retrata o cenário romano de 
    • A. 

      Implantação da Monarquia, quando a aristocracia perseguia seus opositores e os forçava ao ostracismo, para sufocar revoltas oligárquicas e populares.

    • B. 

      Transição da República ao Império, período de reformulações provocadas pela expansão mediterrânica e pelo aumento da insatisfação da plebe.

    • C. 

      Consolidação da República, marcado pela participação política de pequenos proprietários rurais e pela implementação de amplo programa de reforma agrária.

    • D. 

      Passagem da Monarquia à República, período de consolidação oligárquica, que provocou a ampliação do poder e da influência política dos militares.

    • E. 

      Decadência do Império, então sujeito a invasões estrangeiras e à fragmentação política gerada pelas rebeliões populares e pela ação dos bárbaros.

  • 8. 
    (Fuvest 2013)  A escravidão na Roma antiga 
    • A. 

      Permaneceu praticamente inalterada ao longo dos séculos, mas foi abolida com a introdução do cristianismo.

    • B. 

      Previa a possibilidade de alforria do escravo apenas no caso da morte de seu proprietário.

    • C. 

      Era restrita ao meio rural e associada ao trabalho braçal, não ocorrendo em áreas urbanas, nem atingindo funções intelectuais ou administrativas.

    • D. 

      Pressupunha que os escravos eram humanos e, por isso, era proibida toda forma de castigo físico.

    • E. 

      Variou ao longo do tempo, mas era determinada por três critérios: nascimento, guerra e direito civil.

  • 9. 
    (Fuvest 2010)  Cesarismo/cesarista são termos utilizados para caracterizar governantes atuais que, à maneira de Júlio César (de onde o nome), na antiga Roma, exercem um poder 
    • A. 

      Teocrático.

    • B. 

      Democrático.

    • C. 

      Aristocrático.

    • D. 

      Burocrático.

    • E. 

      Autocrático.

  • 10. 
    (Fuvest 2006)  Vegetius, escrevendo no século IV a. C., afirmava que os romanos eram menos numerosos que os gauleses, menores em tamanho que os germanos, mais fracos que os espanhóis, não tão astutos quanto os africanos e inferiores aos gregos em inteligência criativa.Obviamente Vegetius considerava os romanos, como guerreiros, superiores a todos os demais povos. Já para os historiadores, o fato de os romanos terem conseguido estabelecer, e por muito tempo, o seu vasto império, o maior já visto até então, deveu-se sobretudo 
    • A. 

      à inferioridade cultural dos adversários.

    • B. 

      Ao espírito cruzadista da religião cristã.

    • C. 

      às condições geográficas favoráveis do Lácio.

    • D. 

      à política, sábia, de dividir para imperar.

    • E. 

      à superioridade econômica da Península itálica.

  • 11. 
    A palavra “feudalismo” carrega consigo vários sentidos. Dentre eles, podem-se apontar aqueles ligados a 
    • A. 

      Sociedades marcadas por dependências mútuas e assimétricas entre senhores e vassalos.

    • B. 

      Relações de parentesco determinadas pelo local de nascimento, sobretudo quando urbano.

    • C. 

      Regimes inteiramente dominados pela fé religiosa, seja ela cristã ou muçulmana.

    • D. 

      Altas concentrações fundiárias e capitalistas.

    • E. 

      Formas de economias de subsistência pré-agrícolas.

  • 12. 
    (Fuvest 2010)  “A instituição das corveias variava de acordo com os domínios senhoriais, e, no interior de cada um, de acordo com o estatuto jurídico dos camponeses, ou de seus mansos [parcelas de terra].”Marc Bloch. Os caracteres originais da França rural, 1952. Esta frase sobre o feudalismo trata 
    • A. 

      Da vassalagem.

    • B. 

      Do colonato.

    • C. 

      Do comitatus.

    • D. 

      Da servidão.

    • E. 

      Da guilda.

  • 13. 
    (Fuvest 2009)  "A Idade Média ideias a é inseparável da civilização islâmica já que consiste precisamente na convivência, ao mesmo tempo positiva e negativa, do cristianismo e do islamismo, sobre uma área comum impregnada pela cultura ideia-romana."                              José Ortega y Gasset (1883-1955). O texto acima permite afirmar que, na Europa ocidental medieval, 
    • A. 

      Formou-se uma civilização complementar à islâmica, pois ambas tiveram um mesmo ponto de partida.

    • B. 

      Originou-se uma civilização menos complexa que a islâmica devido à predominância da cultura germânica.

    • C. 

      Desenvolveu-se uma civilização que se beneficiou tanto da herança ideia-romana quanto da islâmica.

    • D. 

      Cristalizou-se uma civilização marcada pela flexibilidade religiosa e tolerância cultural.

    • E. 

      Criou-se uma civilização sem dinamismo, em virtude de sua dependência de Bizâncio e do Islão.

  • 14. 
    (Fuvest 2001)  A economia da Europa ocidental, durante o longo intervalo entre a crise do escravismo, no século lII, e a cristalização do feudalismo, no século IX, foi marcada pela 
    • A. 

      Depressão, que atingiu todos os setores, provocando escassez permanente e fomes intermitentes.

    • B. 

      Expansão, que ficou restrita à agricultura, por causa do desaparecimento das cidades e do comércio.

    • C. 

      Estagnação, que só poupou a agricultura graças à existência de um numeroso campesinato livre.

    • D. 

      Prosperidade, que ficou restrita ao comércio e ao artesanato, insuficientes para resolver a crise agrária.

    • E. 

      Continuidade, que preservou os antigos sistemas de produção, impedindo as inovações tecnológicas.

  • 15. 
    (Fuvest 2011)  Se o Ocidente procurava, através de suas invasões sucessivas, conter o impulso do Islã, o resultado foi exatamente o inverso. Amin Maalouf, As Cruzadas vistas pelos árabes. São Paulo: Brasiliense, p.241, 2007. Um exemplo do “resultado inverso” das Cruzadas foi a 
    • A. 

      Difusão do islamismo no interior dos Reinos Francos e a rápida derrocada do Império fundado por Carlos Magno.

    • B. 

      Maior organização militar dos muçulmanos e seu avanço, nos séculos XV e XVI, sobre o Império Romano do Oriente.

    • C. 

      Imediata reação terrorista islâmica, que colocou em risco o Império britânico na Ásia.

    • D. 

      Resistência ininterrupta que os cruzados enfrentaram nos territórios que passaram a controlar no Irã e Iraque.

    • E. 

      Forte influência árabe que o Ocidente sofreu desde então, expressa na gastronomia, na joalheria e no vestuário.

  • 16. 
    (Fuvest 2008)  Nos séculos XIV e XV, a Itália foi a região mais rica e influente da Europa. Isso ocorreu devido à 
    • A. 

      Iniciativa pioneira na busca do caminho marítimo para as Índias.

    • B. 

      Centralização precoce do poder monárquico nessa região.

    • C. 

      Ausência completa de relações feudais em todo o seu território.

    • D. 

      Neutralidade da península itálica frente à guerra generalizada na Europa.

    • E. 

      Combinação de desenvolvimento comercial com pujança artística.

  • 17. 
    (Fuvest 2007)  "Os cristãos fazem os muçulmanos pagar uma taxa que é aplicada sem abusos. Os comerciantes cristãos, por sua vez, pagam direitos sobre suas mercadorias quando atravessam o território dos muçulmanos. O entendimento entre eles é perfeito e a equidade é respeitada."                  Ibn Jobair, em visita a Damasco, Síria, 1184. In: Amin Maalouf, 1988. Com base no texto, pode-se afirmar que, na Idade Média, 
    • A. 

      As relações comerciais entre as civilizações do Ocidente e do Oriente eram realizadas pelos judeus e bizantinos.

    • B. 

      O conflito entre xiitas e sunitas pôs a perder o florescente comércio que se havia estabelecido gradativamente entre cristãos e muçulmanos.

    • C. 

      O comércio, entre o Ocidente cristão e o Oriente islâmico, permaneceu imune a qualquer interferência de caráter político.

    • D. 

      A Península Ibérica desempenhou o papel de centro econômico entre os mundos cristão e islâmico por ser a única área de contacto entre ambos.

    • E. 

      As cruzadas e a ocupação da Terra Santa pelos cristãos engendraram a intensificação das relações comerciais entre cristãos e muçulmanos.

  • 18. 
    (Fuvest 2006)  Segundo o historiador Robert S. Lopez ("A Revolução Comercial da Idade Média 950-1350"), "o estatuto dos construtores das catedrais medievais representava um grande progresso relativamente à condição miserável dos escravos que erigiram as Pirâmides e dos forçados que construíram os aquedutos romanos". As catedrais medievais foram construídas por 
    • A. 

      Artesãos livres e remunerados.

    • B. 

      Citadinos voluntários trabalhando em mutirão.

    • C. 

      Camponeses que prestavam trabalho gratuito.

    • D. 

      Mão de obra especializada e estrangeira.

    • E. 

      Servos rurais recompensados com a liberdade.

  • 19. 
    (Fuvest 2005)  Na representação que a sociedade feudal, da Europa Ocidental, deixou de si mesma (em textos e em outros documentos não escritos), 
    • A. 

      Os nobres, por guerrearem, ocupavam o primeiro lugar na escala social.

    • B. 

      As mulheres, quando ricas, ocupavam um alto lugar na escala social.

    • C. 

      Os clérigos, por orarem, ocupavam o segundo lugar na escala social.

    • D. 

      Os burgueses, por viverem no ócio, ocupavam um lugar médio na escala social.

    • E. 

      Os camponeses, por labutarem, ocupavam o último lugar na escala social.

  • 20. 
    (Fuvest 2009)  "Da armada dependem as colônias, das colônias depende o comércio, do comércio, a capacidade de um Estado manter exércitos numerosos, aumentar a sua população e tornar possíveis as mais gloriosas e úteis empresas." Essa afirmação do duque de Choiseul (1719-1785) expressa bem a natureza e o caráter do: 
    • A. 

      Liberalismo.

    • B. 

      Feudalismo.

    • C. 

      Mercantilismo.

    • D. 

      Escravismo.

    • E. 

      Corporativismo.

  • 21. 
    (Fuvest 2001)  "É praticamente impossível treinar todos os súditos de um [Estado] nas artes da guerra e ao mesmo tempo mantê-los obedientes às leis e aos magistrados."                  (Jean Bodin, teórico do absolutismo, em 1578). Essa afirmação revela que a razão principal de as monarquias europeias recorrerem ao recrutamento de mercenários estrangeiros, em grande escala, devia-se à necessidade de: 
    • A. 

      Conseguir mais soldados provenientes da burguesia, a classe que apoiava o rei.

    • B. 

      Completar as fileiras dos exércitos com soldados profissionais mais eficientes.

    • C. 

      Desarmar a nobreza e impedir que esta liderasse as demais classes contra o rei.

    • D. 

      Manter desarmados camponeses e trabalhadores urbanos e evitar revoltas.

    • E. 

      Desarmar a burguesia e controlar a luta de classes entre esta e a nobreza.

  • 22. 
    (Fuvest 2013)  “O senhor acredita, então”, insistiu o inquisidor, “que não se saiba qual a melhor lei?” Menocchio respondeu: “Senhor, eu penso que cada um acha que sua fé seja a melhor, mas não se sabe qual é a melhor; mas, porque meu avô, meu pai e os meus são cristãos, eu quero continuar cristão e acreditar que essa seja a melhor fé”. Carlo Ginzburg. O queijo e os vermes. São Paulo: Companhia das Letras, 1987, p. 113. O texto apresenta o diálogo de um inquisidor com um homem (Menocchio) processado, em 1599, pelo Santo Ofício. A posição de Menocchio indica 
    • A. 

      Uma percepção da variedade de crenças, passíveis de serem consideradas, pela Igreja Católica, como heréticas.

    • B. 

      ) uma crítica à incapacidade da Igreja Católica de combater e eliminar suas dissidências internas.

    • C. 

      Um interesse de conhecer outras religiões e formas de culto, atitude estimulada, à época, pela Igreja Católica.

    • D. 

      Um apoio às iniciativas reformistas dos protestantes, que defendiam a completa liberdade de opção religiosa.

    • E. 

      Uma perspectiva ateísta, baseada na sua experiência familiar.

  • 23. 
    (Fuvest 2005)  "Depois que a Bíblia foi traduzida para o inglês, todo homem, ou melhor, todo rapaz e toda rapariga, capaz de ler o inglês, convenceram-se de que falavam com Deus onipotente e que entendiam o que Ele dizia". Esse comentário de Thomas Hobbes (1588-1679) 
    • A. 

      Ironiza uma das consequências da Reforma, que levou ao livre exame da Bíblia e à alfabetização dos fiéis.

    • B. 

      Alude à atitude do papado, o qual, por causa da Reforma, instou os leigos a que não deixassem de ler a Bíblia.

    • C. 

      Elogia a decisão dos reis Carlos I e Jaime I, ao permitir que seus súditos escolhessem entre as várias igrejas.

    • D. 

      Ressalta o papel positivo da liberdade religiosa para o fortalecimento do absolutismo monárquico.

    • E. 

      Critica a diminuição da religiosidade, resultante do incentivo à leitura da Bíblia pelas igrejas protestantes.

  • 24. 
    (Fuvest 2004)  "No campo científico e matemático, o processo da investigação racional percorreu um longo caminho. Os Elementos de Euclides, a descoberta de Arquimedes sobre a gravidade, o cálculo por Eratóstenes do diâmetro da terra com um erro de apenas algumas centenas de quilômetros do número exato, todos esses feitos não seriam igualados na Europa durante 1500 anos."Moses I. Finley. Os gregos antigos O período a que se refere o historiador Finley, para a retomada do desenvolvimento científico, corresponde 
    • A. 

      Ao Helenismo, que facilitou a incorporação das ciências persa e hindu às de origem grega.

    • B. 

      à criação das universidades nas cidades da Idade Média, onde se desenvolveram as teorias escolásticas.

    • C. 

      Ao apogeu do Império Bizantino, quando se incentivou a condensação da produção dos autores gregos.

    • D. 

      à expansão marítimo-comercial e ao Renascimento, quando se lançaram as bases da ciência moderna.

    • E. 

      Ao desenvolvimento da Revolução Industrial na Inglaterra, que conseguiu separar a técnica da ciência.

  • 25. 
    (Fuvest 2002)  No fim da Idade Média e início da Idade Moderna, o rompimento dos monopólios que os letrados mantinham sobre a cultura escrita e os clérigos sobre a religião criou uma situação nova, potencialmente explosiva. Esse duplo rompimento deveu-se 
    • A. 

      Aos descobrimentos e invenções científicas.

    • B. 

      à invenção da imprensa e à Reforma.

    • C. 

      Ao Renascimento e ao Estado absolutista.

    • D. 

      Ao aparecimento do alfabeto e das heresias.

    • E. 

      Ao humanismo e à Inquisição.

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