Pré-teste 1º Em-regular [3ª Etapa]

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Pré-teste 1º Em-regular [3ª Etapa]

Questions and Answers
  • 1. 
    "Muito bom aquele encanador. Colocou em nossa casa vários canos furados.". Esta frase trata-se de qual tipo de figura de linguagem?
    • A. 

      Metonímia

    • B. 

      Ironia

    • C. 

      Indireta

    • D. 

      Antítese

    • E. 

      Polissemia

  • 2. 
    A figura de linguagem que ocorre no trecho "A voz áspera daquele cantor nos fazia ter vontade de morrer" ocorre em qual outro destes? 
    • A. 

      Aquela melodia era música nos meus ouvidos.

    • B. 

      Sentia o cheiro bom das flores.

    • C. 

      Cada vez que ela chegava perto, sentia o cheiro doce daquele perfume horrível.

    • D. 

      Todos podiam ver como ela era parecida com sua vizinha.

    • E. 

      Ao beijá-la, senti o gosto bom de seu beijo.

  • 3. 
    Quais figuras de linguagem temos neste texto: "Às sete horas da manhã, a rua acordava. Era possível ouvir o grito irritantes daquelas lindas crianças que choravam rios de lágrimas enquanto suas mães terminavam de preparar o café da manhã. O brilho do sol naquele dia ensolarado não era suficiente para animar os adultos, que acordavam com o 'trim' do despertador para trabalhar."? 
    • A. 

      Personificação - Ironia - Hipérbole - Pleonasmo - Onomatopeia

    • B. 

      Metáfora - Sarcasmo - Sinestesia - Hipérbole - Pleonasmo - Zeugma

    • C. 

      Metonímia - Indireta - Sinestesia - Hipérbole - Pleonasmo - Zeugma

    • D. 

      Personificação - Indireta - Sinestesia - Hipérbole - Pleonasmo – Onomatopeia

    • E. 

      Metáfora - Sinestesia - Sarcasmo - Pleonasmo - Zeugma - Hipérbole

  • 4. 
    "Aquela personagem da novela é complicada: ela chora, e grita, e sofre, e teima, e perde, e ganha, e casa, e separa. Nunca vi igual.". O trecho exemplifica qual figura de linguagem
    • A. 

      Assíndeto

    • B. 

      Hipérbole

    • C. 

      Polissíndeto

    • D. 

      Anáfora

    • E. 

      Metáfora

  • 5. 
    Se o polissíndeto e a anáfora tem em comum a repetição, qual a diferença entre essas figuras de linguagem? 
    • A. 

      A anáfora tem uma repetição, mas não das conjunções. Elas são omitidas nesta figura de linguagem.

    • B. 

      A repetição da anáfora é somente de sons, como 'três tigres comem três pratos de trigo', onde o som repetitivo do R é evidente.

    • C. 

      A afirmação está incorreta. A anáfora não tem repetição e é completamente oposta ao polissíndeto porque omite as conjunções.

    • D. 

      A anáfora é uma figura de linguagem que tem repetição de palavras e expressões. Ela não se prende só às conjunções.

    • E. 

      A repetição da anáfora é inexistente, uma vez que esse termo não é considerado propriamente uma figura de linguagem.

  • 6. 
    "Aquele ser desprovido de inteligência era como palhaço: não queria saber de nada, só contava piada e fazia graça até que todos morressem de rir. Era uma situação difícil, até uma porta pensa mais que ele!". O texto possui as seguintes figuras:
    • A. 

      Eufemismo - Comparação - Hipérbole - Personificação

    • B. 

      Zeugma - Metáfora - Hipérbole - Personificação

    • C. 

      Eufemismo - Metáfora - Hipérbole - Personificação

    • D. 

      Metonímia - Comparação - Hipérbole - Personificação

    • E. 

      Eufemismo - Comparação - Personificação – Hipérbole

  • 7. 
    Leia o texto a seguir para responder às questões 07 e 08. Contar é muito dificultoso. Não pelos anos que já se passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balancê, de se remexerem dos lugares. A lembrança da vida da gente se guarda em trechos diversos; uns com outros acho que nem se misturam (...) Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo coisas de rasa importância. Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data. Toda saudade é uma espécie de velhice. Talvez, então, a melhor coisa seria contar a infância não como um filme em que a vida acontece no tempo, uma coisa depois da outra, na ordem certa, sendo essa conexão que lhe dá sentido, princípio, meio e fim, mas como um álbum de retratos, cada um completo em si mesmo, cada um contendo o sentido inteiro. Talvez seja esse o jeito de escrever sobre a alma em cuja memória se encontram as coisas eternas, que permanecem... (Guimarães Rosa. Apud Rubem Alves. Na morada das palavras. Campinas: Papirus, 2003. p. 139)(2010 – FGV) Considerando as ideias expressas no texto pode-se inferir que:
    • A. 

      A dificuldade de “contar” é mencionada como uma consequência dos “anos que já se passaram”.

    • B. 

      O ato de “contar” mencionado no texto não é o seu tema central, mas sim uma introdução para tratar do assunto “velhice”.

    • C. 

      De acordo com o texto, a velhice impede, muitas vezes, a lembrança dos melhores momentos da infância.

    • D. 

      Em “Talvez seja esse o jeito...” o “talvez” pode ser substituído, sem alteração do sentido, por “ainda que”.

    • E. 

      O uso do termo “talvez”, em “Talvez, então,...”, indica que a afirmação a seguir não é considerada uma verdade absoluta, mas sim um ponto de vista.

  • 8. 
    2010 – FGV) “Contar é muito dificultoso. Não pelos anos que já se passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balancê, de se remexerem dos lugares.” NÃO está de acordo com o trecho em destaque ou parte dele:
    • A. 

      Contar é algo difícil por causa da astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balancê, de se remexerem dos lugares.

    • B. 

      A dificuldade de contar não é por causa dos anos que já se passaram.

    • C. 

      Embora os anos tenham se passado, contar não é muito dificultoso.

    • D. 

      A dificuldade de contar existe e está ligada a certos tipos de lembranças.

    • E. 

      Certas coisas passadas têm a astúcia de fazer balancê, ou seja, de mexerem com a gente.

  • 9. 
    Leia o texto a seguir para responder às questões 09 e 10. Convivas de boa memóriaHá dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. Um antigo dizia arrenegar de conviva que tem boa memória. A vida é cheia de tais convivas, e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a memória fraca seja exatamente não me acudir agora o nome de tal antigo; mas era um antigo, e basta.Não, não, a minha memória não é boa. Ao contrário, é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias, sem guardar delas nem caras nem nomes, e somente raras circunstâncias. A quem passe a vida na mesma casa de família, com os seus eternos móveis e costumes, pessoas e afeições, é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição. Como eu invejo os que não esqueceram a cor das primeiras calças que vestiram! Eu não atino com a das que enfiei ontem. Juro só que não eram amarelas porque execro essa cor; mas isso mesmo pode ser olvido e confusão.E antes seja olvido que confusão; explico-me. Nada se emenda bem nos livros confusos, mas tudo se pode meter nos livros omissos. Eu, quando leio algum desta outra casta, não me aflijo nunca. O que faço, em chegando ao fim, é cerrar os olhos e evocar todas as coisas que não achei nele. Quantas ideias finas me acodem então! Que de reflexões profundas! Os rios, as montanhas, as igrejas que não vi nas folhas lidas, todos me aparecem agora com as suas águas, as suas árvores, os seus altares, e os generais sacam das espadas que tinham ficado na bainha, e os clarins soltam as notas que dormiam no metal, e tudo marcha com uma alma imprevista.É que tudo se acha fora de um livro falho, leitor amigo. Assim preencho as lacunas alheias; assim podes também preencher as minhas. (Assis, de Machado. Dom Casmurro – Editora Scipione – 1994 – pág. 65(2010 – FGV) “[...] Não, não, a minha memória não é boa. Ao contrário, é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias, sem guardar delas nem caras nem nomes, e somente raras circunstâncias. A quem passe a vida na mesma casa de família, com os seus eternos móveis e costumes, pessoas e afeições, é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição. [...]” No excerto anterior, o narrador afirma que:
    • A. 

      As circunstâncias são mais fáceis de serem relembradas porque trazem marcas emocionais de cunho sensorial mais elevadas.

    • B. 

      A rotina para alguns pode ser a chave da boa memória porque nela se instaura as ações contínuas e repetitivas que invocam sempre as mesmas coisas e, por isso, permite uma recordação mais precisa.

    • C. 

      Os semblantes e os nomes são mais difíceis de se guardar do que as raras circunstâncias.

    • D. 

      A afetividade familiar é decisiva para as boas reminiscências.

    • E. 

      A continuidade de ações determina a qualidade da boa memória e resguarda as recordações afetivas mais longínquas.

  • 10. 
    (2010 – FGV) “Nada se emenda bem nos livros confusos, mas tudo se pode meter nos livros omissos.” A explicação anterior pode ser entendida da seguinte maneira:
    • A. 

      As narrativas que contêm elementos subentendidos não permitem inferências nem elucubrações.

    • B. 

      As narrativas que se mostram obscuras não dão margem a inferências, mas as que deixam elementos subentendidos provocam a imaginação.

    • C. 

      As narrativas épicas permitem inferir sobre as ações de generais que sacam suas armas e fazem tilintar o metal.

    • D. 

      As narrativas que são oriundas de livros omissos podem se tornar confusas.

    • E. 

      As narrativas omissas pressupõem narradores confusos.

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