Simulado Gratuito - Ebserh

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Questions and Answers
  • 1. 
    (C√≥digo 184 - HE-UFPEL-AOCP/2015 Quest√£o5) - 5 dicas da ci√™ncia para voc√™ tomar boas decis√Ķes Carol Castro Quantas vezes voc√™ ficou em d√ļvida sobre o que fazer, tomou uma decis√£o, mas pouco depois acabou se arrependendo? Bem, talvez a ci√™ncia possa te ajudar. D√° s√≥ uma olhada nessas cinco dicas cient√≠ficas para tomar decis√Ķes melhores. DISTANCIE-SE DO PROBLEMA Pense na situa√ß√£o como se ela estivesse acontecendo a amigo ou a um parente. Mas n√£o ocorrendo com voc√™. Isso vai te ajudar a pensar de forma mais racional. Foi o que pesquisadores da Universidade de Waterloo, no Canad√°, conclu√≠ram ao pedir a volunt√°rios para refletir sobre trai√ß√£o no namoro. A ideia era analisar o cen√°rio caso isso acontecesse com eles ou com outro amigo. Em seguida, tiveram de responder a algumas perguntas ‚Äď todas elas foram pensadas de acordo com crit√©rios de pensamento coerente e racional: do tipo, reconhecer o limite do outro, considerar as perspectivas do parceiro, motivos que poderiam levar √† trai√ß√£o, etc. E quando pensavam nos amigos, eles costumavam tomar decis√Ķes mais inteligentes, baseadas na raz√£o e n√£o apenas na emo√ß√£o. Como fazer isso na pr√°tica? Segundo a pesquisa, basta conversar consigo mesmo como se o problema n√£o fosse seu. PENSE EM OUTRO IDIOMA Em ingl√™s, espanhol, tanto faz, desde que n√£o seja seu idioma nativo. Segundo pesquisa americana, quando pensamos sobre algo usando uma l√≠ngua estrangeira, o lado racional se sobrep√Ķe ao emocional. √Č como se a l√≠ngua gringa removesse a conex√£o emocional que talvez voc√™ pudesse ter ao pensar em portugu√™s. TRABALHE SUA INTELIG√äNCIA EMOCIONAL Se voc√™ √© do tipo que entende e lida bem com as emo√ß√Ķes (as suas e as alheias), √© mais prov√°vel que n√£o deixe motivos irracionais que nada tem a ver com a situa√ß√£o influenciarem nas tomadas de decis√Ķes. √Č o que garante uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Toronto. E isso envolve todos os tipos de emo√ß√Ķes: da empolga√ß√£o √† ansiedade e estresse. ‚ÄúPessoas emocionalmente inteligentes n√£o excluem todas as emo√ß√Ķes na hora de tomar decis√Ķes. Eles retiram s√≥ as emo√ß√Ķes que n√£o t√™m a ver com a decis√£o‚ÄĚ, explica St√©phane C√īt√©, autora da pesquisa. APAGUE A LUZ Ok, essa dica √© bem estranha, mas vamos l√°. Pesquisadores canadenses levaram volunt√°rios para comer ou ler em ambientes diferentes. E quem esteve em salas bem iluminadas tendia a achar o molho mais apimentado, os personagens fict√≠cios mais agressivos e as pessoas mais atraentes. √Č que ambientes iluminados parecem amplificar o lado emocional das pessoas ‚Äď e, claro, influenciar nas impress√Ķes e decis√Ķes. D√ä UM TEMPO Esque√ßa o problema, nem que seja s√≥ por alguns poucos segundos. √Č o que garantem pesquisadores americanos. Segundo eles, na hora de tomar uma decis√£o, o c√©rebro re√ļne um monte de informa√ß√Ķes. S√≥ que n√£o consegue distinguir rapidamente o que √© relevante ou n√£o. Ent√£o, se houver algo contradit√≥rio, √© poss√≠vel que voc√™ n√£o perceba e escolha o caminho errado. Mas quando voc√™ d√° um tempo extra para que o c√©rebro consiga reunir outras informa√ß√Ķes e analis√°-las melhor, os riscos diminuem. E nem precisa esperar tanto tempo assim: ‚Äúadiar a decis√£o por, no m√≠nimo, 50 milissegundos permite ao c√©rebro focar aten√ß√£o nas informa√ß√Ķes mais relevantes e bloquear as distra√ß√Ķes‚ÄĚ, explica Jack Grinband, um dos autores do estudo. Adaptado de http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/5-dicas-daciencia- para-voce-tomar-boas-decisoes/ Em ‚Äú5 dicas da ci√™ncia para voc√™ tomar boas decis√Ķes‚ÄĚ, a express√£o destacada significa que as dicas foram embasadas
    • A. 

      Somente em experiências vividas

    • B. 

      Apenas na observação das coisas

    • C. 

      Somente no conhecimento empírico

    • D. 

      Em teorias e métodos científicos

    • E. 

      Somente em suposi√ß√Ķes

  • 2. 
    (Código 27 - CONCURSO NACIONAL-AOCP/2014 Questão2) - O verão em que aprendi a boiarQuando achamos que tudo já aconteceu, novas capacidades fazem de nós pessoas diferentes do que éramosIVAN MARTINSSei que a palavra da moda é precocidade, mas eu acredito em conquistas tardias. Elas têm na minha vida um gosto especial.Quando aprendi a guiar, aos 34 anos, tudo se transformou. De repente, ganhei mobilidade e autonomia. A cidade, minha cidade, mudou de tamanho e de fisionomia. Descer a Avenida Rebouças num táxi, de madrugada, era diferente – e pior – do que descer a mesma avenida com as mãos ao volante, ouvindo rock and roll no rádio. Pegar a estrada com os filhos pequenos revelou-se uma delícia insuspeitada.Talvez porque eu tenha começado tarde, guiar me parece, ainda hoje, uma experiência incomum. É um ato que, mesmo repetido de forma diária, nunca se banalizou inteiramente.Na véspera do Ano Novo, em Ubatuba, eu fiz outra descoberta temporã.Depois de décadas de tentativas inúteis e frustrantes, num final de tarde ensolarado eu conquistei o dom da flutuação. Nas águas cálidas e translúcidas da praia Brava, sob o olhar risonho da minha mulher, finalmente consegui boiar.Não riam, por favor. Vocês que fazem isso desde os oito anos, vocês que já enjoaram da ausência de peso e esforço, vocês que não mais se surpreendem com a sensação de balançar ao ritmo da água – sinto dizer, mas vocês se esqueceram de como tudo isso é bom.Nadar é uma forma de sobrepujar a água e impor-se a ela. Boiar é fazer parte dela – assim como do sol e das montanhas ao redor, dos sons que chegam filtrados ao ouvido submerso, do vento que ergue a onda e lança água em nosso rosto. Boiar é ser feliz sem fazer força, e isso, curiosamente, não é fácil.Essa experiência me sugeriu algumas considerações sobre a vida em geral.Uma delas, óbvia, é que a gente nunca para de aprender ou de avançar. Intelectualmente e emocionalmente, de um jeito prático ou subjetivo, estamos sempre incorporando novidades que nos transformam. Somos geneticamente elaborados para lidar com o novo, mas não só. Também somos profundamente modificados por ele. A cada momento da vida, quando achamos que tudo já aconteceu, novas capacidades irrompem e fazem de nós uma pessoa diferente do que éramos. Uma pessoa capaz de boiar é diferente daquelas que afundam como pedras.Suspeito que isso tenha importância também para os relacionamentos.Se a gente não congela ou enferruja – e tem gente que já está assim aos 30 anos – nosso repertório íntimo tende a se ampliar, a cada ano que passa e a cada nova relação. Penso em aprender a escutar e a falar, em olhar o outro, em tocar o corpo do outro com propriedade e deixar-se tocar sem susto. Penso em conter a nossa própria frustração e a nossa fúria, em permitir que o parceiro floresça, em dar atenção aos detalhes dele. Penso, sobretudo, em conquistar, aos poucos, a ansiedade e insegurança que nos bloqueiam o caminho do prazer, não apenas no sentido sexual. Penso em estar mais tranquilo na companhia do outro e de si mesmo, no mundo.Assim como boiar, essas coisas são simples, mas precisam ser aprendidas.Estar no interior de uma relação verdadeira é como estar na água do mar. Às vezes você nada, outras vezes você boia, de vez em quando, morto de medo, sente que pode afundar. É uma experiência que exige, ao mesmo tempo, relaxamento e atenção, e nem sempre essas coisas se combinam. Se a gente se põe muito tenso e cerebral, a relação perde a espontaneidade. Afunda. Mas, largada apenas ao sabor das ondas, sem atenção ao equilíbrio, a relação também naufraga. Há uma ciência sem cálculos que tem de ser assimilada a cada novo amor, por cada um de nós. Ela fornece a combinação exata de atenção e relaxamento que permite boiar. Quer dizer, viver de forma relaxada e consciente um grande amor.Na minha experiência, esse aprendizado não se fez rapidamente. Demorou anos e ainda se faz. Talvez porque eu seja homem, talvez porque seja obtuso para as coisas do afeto. Provavelmente, porque sofro das limitações emocionais que muitos sofrem e que tornam as relações afetivas mais tensas e trabalhosas do que deveriam ser. Sabemos nadar, mas nos custa relaxar e ser felizes nas águas do amor e do sexo. Nos custa boiar.A boa notícia, que eu redescobri na praia, é que tudo se aprende, mesmo as coisas simples que pareciam impossíveis.Enquanto se está vivo e relação existe, há chance de melhorar. Mesmo se ela acabou, é certo que haverá outra no futuro, no qual faremos melhor: com mais calma, com mais prazer, com mais intensidade e menos medo.O verão, afinal, está apenas começando. Todos os dias se pode tentar boiar.http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2014/01/o-verao-em-que-aprendi-boiar.htmlEm relação à expressão “delícia INSUSPEITADA”,quanto ao termo destacado em caixa alta, é correto afirmar que:
    • A. 

      √© um substantivo e, no texto, tem o significado de ‚Äúsurpreendente‚ÄĚ.

    • B. 

      √© um adjetivo e, no texto, tem o significado de ‚Äúprevis√≠vel‚ÄĚ.

    • C. 

      √© um substantivo e, no texto, tem o significado de ‚Äúpressentido‚ÄĚ.

    • D. 

      √© um adjetivo e, no texto, tem o significado de ‚Äúinesperado‚ÄĚ.

    • E. 

      √© um adv√©rbio e, no texto, tem o significado de ‚Äúprevisto‚ÄĚ.

  • 3. 
    (C√≥digo 65 - CONCURSO NACIONAL-AOCP/2014 Quest√£o6) - O fasc√≠nio do bom humor O que a obra de S√©rgio Rodrigues nos ensina sobre bem viver FL√ĀVIA YURI OSHIMA O bom humor talvez seja um dos mais democr√°ticos estados de esp√≠rito. Ele n√£o exige fatos nem um ponto de vista determinado para existir. N√£o √© preciso ser otimista, nem mesmo ouvir boas not√≠cias, para ter bom humor. Claro que coisas boas e um estado de esp√≠rito positivo s√£o terreno f√©rtil para ele. Mas o bom humor √© uma entidade independente, que pode ser preservada na adversidade e nos √Ęnimos mais soturnos. O alem√£o Arthur Schopenhauer, conhecido como o mais pessimista dos fil√≥sofos, dizia que o bom humor √© a √ļnica caracter√≠stica divina que o homem possui. Ele n√£o tem rela√ß√£o com ser extrovertido e n√£o obriga ningu√©m a dar risadas. Pode residir num esp√≠rito sereno, compenetrado. O bom humor est√° dispon√≠vel a todos e em qualquer situa√ß√£o. Junto com o espanto e a saudade, a partida de uma amiga querida e de um √≠dolo me fizeram pensar no bom humor esta semana. N√£o √© preciso mencionar o quanto estar em volta de pessoas bem humoradas faz bem para o esp√≠rito. Quem √© vivo e circula entre humanos sabe disso. O fil√≥sofo franc√™s √Čmile-Auguste Chartier escreveu que o bom humor √© um ato de generosidade: d√° mais do que recebe. Discordo dele. Acho que os bem humorados recebem tanto quanto d√£o, dos outros e deles mesmo. Para mim, √© uma esp√©cie de carinho consigo mesmo. J√° tenho tantos pepinos, para que o peso de ter de aguentar meu pr√≥prio mau humor? Estou t√£o cansada, para que ter de carregar ainda esse esp√≠rito rabugento? A vida √© t√£o curta, as pessoas s√£o t√£o fr√°geis, estamos todos no mesmo barco, de que adianta tanto mau humor? Falar √© mais f√°cil que fazer. Por isso, √© t√£o admir√°vel conhecer pessoas que fazem do bom humor um jeito de encarar a vida, independentemente de como ela se apresente. √Č digno de men√ß√£o. Giovanna tinha 36 anos. Lutava contra um c√Ęncer na cabe√ßa h√° dois. Era jornalista. Ela nos deixou no domingo, dia 31 de agosto. Era minha amiga. S√©rgio Rodrigues tinha 87 anos. Perdeu a luta contra um c√Ęncer de pr√≥stata. Era arquiteto e design. Morreu segunda-feira, dia 1¬ļ de setembro. Era um √≠dolo para mim. Os dois n√£o se conheciam. Mas o bom humor de ambos os tornava parecidos. Passariam por av√ī e neta ou pai e filha, sem estranhamento. A morte tem o poder de dar salvo conduto at√© para os mais insuport√°veis, que ganham qualidades variadas depois da partida. N√£o √© o caso desses dois. A gentileza e o bom humor de Giovana sempre foram um ponto fora da curva entre as dezenas de estudantes de comunica√ß√£o chatonildos da faculdade - me incluo entre eles. A obra de S√©rgio Rodrigues fala por si. Mesmo que voc√™ n√£o goste de seu estilo, √© dif√≠cil n√£o esbo√ßar um sorriso ao ver o resultado do seu trabalho. √Č leve, elegante, criativo e bem humorado. S√©rgio Rodrigues tem pe√ßas nos acervos do Museu de Arte Moderna, em Nova York, nos museus de Estocolmo, na Su√©cia, e de Munique, na Bav√°ria (Alemanha). √Č tido como o mestre do design mobili√°rio, e tem tamb√©m casas e brinquedos entre suas obras. Acho que cultivar o bom humor em situa√ß√Ķes extremas √© uma forma de vit√≥ria. S√©rgio conseguiu espalhar pelo mundo seu bom √Ęnimo nas pe√ßas que criou, perpetuando-o. Giovana e a medicina n√£o tinham mais recursos para combater aquela coisa que crescia em seu c√©rebro, mas ela o venceu, da maneira que p√īde, com seu bom humor at√© o fim. O c√©u ficou mais leve com a chegada dos dois. Talvez at√© chova. http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/Flavia-Yuri-Oshima/noticia/2014/09/o-fascinio-do-bbom-humorb.html Em ‚ÄúMESMO QUE VOC√ä N√ÉO GOSTE DE SEU ESTILO, √© dif√≠cil n√£o esbo√ßar um sorriso ao ver o resultado do seu trabalho.‚ÄĚ, considerando a estrutura do per√≠odo, podemos afirmar que a ora√ß√£o destacada em caixa alta expressa
    • A. 

      Comparação.

    • B. 

      Causa.

    • C. 

      Conformidade.

    • D. 

      Concess√£o.

    • E. 

      Condição.

  • 4. 
    (Código 116 - HC-UFMG-AOCP/2014 Questão10) - Esmaltes especiais podem evitar doenças como adermatite de contato alérgicaCelina AquinoPara quem gosta de manter as unhas bem feitase com cores variadas, a descoberta de uma alergia àesmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, areação pode surgir mesmo em mulheres que frequentamhá anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, oorganismo entende que certas substâncias são estranhase responde com vermelhidão, inchaço, coceira edescamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicospodem ser a solução para manter a beleza das mãos.A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contatoalérgica, caracteriza-se por uma inflamação da peleprovocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretorada Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional MinasGerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergiapode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando acutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo(não necessariamente aquelas que tiveram contatodireto com as unhas). Normalmente, surgem lesõesvermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebrae mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. AnaCláudia informa que os sintomas costumam surgir até48 horas depois que o organismo reage às substâncias.Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia.O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir empintar as unhas pode provocar reações cada vez maisintensas. “Na dúvida, procure um dermatologista oualergista para ter certeza da substância que provoca a alergia.Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orientaa dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato:uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas éaplicada nas costas para identificar o que provoca reação.Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia éo tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda nafixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substânciaevapora na hora e permite que o corante fique na unha deforma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente,o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado emuma região. O tolueno também é usado porque a mulher nãotem paciência de esperar secar”, informa o farmacêuticoGabriel da Silva Bastos, professor do curso de estéticae cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por seraltamente volátil que o tolueno provoca tantas reações.Logo que evapora, ele entra em contato com várias partesdo corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantesbrasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substânciaalergênica.A alergia a esmalte ainda pode ser provocada peloplastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticoseuropeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis.O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no centoda polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmentoque dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outrocomponente alergênico.Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principaiscomponentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído),enquanto os denominados hipoalergênicos costumam serausentes de um número maior de substâncias que causamalergia. Já os produtos importados tendem a ser bemaceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade desolventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltessem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido.O solvente é um agente agressor porque resseca a unha ea pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horaspara secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-a-dermatite-de-contato-al.shtmlAssinale a alternativa em que a palavra apresentadaNÃO se flexiona em número nem em gênero paraconcordar com outra palavra.
    • A. 

      Componente.

    • B. 

      Ainda.

    • C. 

      Inimigo.

    • D. 

      Cabelo.

    • E. 

      Dermatologista

  • 5. 
    (C√≥digo 300 - CHC-UFC-AOCP/2014 Quest√£o2) - Os melhores pais n√£o t√™m filhos Isabel Clemente Depois que voc√™ se tornar pai ou m√£e, ouvir√° muitos pitacos na forma de criar seu filho. Voc√™ receber√° algumas recomenda√ß√Ķes interessantes, da sa√≠da da maternidade at√© a porta da escola. Provavelmente come√ßou a aprender, ainda na gravidez, a lidar com coment√°rios desnecess√°rios, mas prepare-se porque o fluxo de sugest√Ķes n√£o solicitadas tende a piorar. E voc√™ descobrir√° que existem muitas pessoas capazes de criar um filho melhor do que voc√™. A maior diferen√ßa entre voc√™ e essas pessoas √© que algumas n√£o t√™m filhos, mas sabem julgar como ningu√©m. Voc√™ descobrir√° uma categoria humana nascida pronta diretamente do forno de micro-ondas. Nunca foi crian√ßa. Est√° sempre com a cabe√ßa quente. N√£o suporta a ideia de dividir um ambiente com um beb√™ de colo. O mundo √© dos adultos, concebido por e para eles. As crian√ßas devem se adaptar enquanto est√£o passando por essa fase insuportavelmente barulhenta e sem-no√ß√£o da vida. Felizmente, essa fase dura pouco. O humor deles funciona para censurar voc√™. Na rua, no mercado, no hotel, na escola e at√© no ambiente de trabalho, voc√™ ser√° patrulhado por gente assim. Talvez voc√™ tenha a sorte grande de ter uma vizinha talhada para ser uma √≥tima m√£e te√≥rica dos filhos dos outros. Ela sabe que birra de crian√ßa √© resultado da sua incompet√™ncia. Tem na ponta da l√≠ngua o diagn√≥stico para o moleque que chora e bate o p√©: √© mimado. Mas talvez n√£o te diga isso. S√≥ para os outros. Quanto mais distante do alvo a ser criticado, mais √† vontade essa pessoa fica. Parece conhecer seu filho melhor do que voc√™ mas, no fundo, n√£o gosta de crian√ßa. Desobedi√™ncia √© falta de pulso nos pais. Falat√≥rio alto √© falta de pulso dos pais. Para gente que age assim, pai √© pai, m√£e √© m√£e. Crian√ßa n√£o tem voz nem vez. O melhor √© mant√™-la sob r√©dea curta at√© que cres√ßa. Para essas pessoas, toda crian√ßa √© um tirano em potencial e n√£o merece respeito. Os filhos dela jamais dariam chiliques. Cuidado porque, sob influ√™ncia dessa blitz, √© capaz de voc√™ mostrar sua pior vers√£o, mais irritada do que o normal, mais explosiva do que gostaria, s√≥ para dar uma resposta √† sociedade dos educadores te√≥ricos. Talvez alguns desses conselheiros n√£o-requisitados tenham filhos, o que dar√° a eles o verniz de falar como quem sabe o que est√° dizendo. S√£o os donos da verdade. Possuem f√≥rmulas testadas e aprovadas por seu modo de vida. Os filhos deles nunca fizeram nada de errado, tiraram fralda e chupeta na idade certa, porque o m√©todo deles foi e ainda √© o melhor, al√©m de se aplicar a qualquer um sob quaisquer circunst√Ęncias, voc√™ √© que n√£o enxerga isso. Desconfie. Homens costumam ser as principais v√≠timas dessas pessoas porque todo mundo sabe que pais nunca fazem nada certo mesmo. Prop√Ķem brincadeiras idiotas e nunca enxergam o risco que os filhos correm. Os algozes da vida alheia falam com a emp√°fia de quem s√≥ tem a dizer, e nada a trocar com voc√™. Podem at√© saber o que √© ter filho, mas jamais saber√£o o que √© ser voc√™, estar na sua pele e ter a sua vida. Palavras desafinadas apenas machucam nossos ouvidos que, em sua defesa, fecham as portas da nossa compreens√£o. Para chegar ao cora√ß√£o, as palavras precisam ser leves e ligeiramente adocicadas. As carregadas de fel ou desd√©m descem para o f√≠gado, a fim de serem metabolizadas e transformadas em algo melhor. Conselho, pra ter efeito, deve vir embrulhado em empatia, e n√£o vir rolando desembalado e grosseiro do alto de uma escadaria. Ignore opini√£o de quem se diz melhor do que voc√™. Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/isabel-clemente/ noticia/2013/10/bos-melhores-paisb-nao-tem-filhos.html Em ‚ÄúNUNCA foi crian√ßa.‚ÄĚ, o termo destacado
    • A. 

      Pode ser considerado tanto um advérbio de modo quanto de tempo.

    • B. 

      Pode ser considerado tanto um advérbio de modo quanto de intensidade

    • C. 

      Pode ser considerado tanto um advérbio de intensidade quanto de negação.

    • D. 

      Pode ser considerado tanto um advérbio de intensidade quanto de tempo

    • E. 

      Pode ser considerado tanto um advérbio de tempo quanto de negação.

  • 6. 
    (Código 776 - HUMAP-UFMS-AOCP/2014 Questão7) - Perder peso em qualquer idade faz bem ao coraçãoDe acordo com novo estudo, benefício ocorre mesmo seindivíduo continua com excesso de pesoUma extensa pesquisa publicada nesta quarta-feira,21/05/2014, ressaltou que perder peso oferece benefíciosa longo prazo à saúde cardiovascular independentementeda idade ou sexo do indivíduo. Além disso, pela primeiravez um estudo mostrou que emagrecer surte esse efeitopositivo mesmo se uma pessoa continua com excesso depeso – como, por exemplo, se ela deixa de ter obesidade epassa a apresentar sobrepeso.Os resultados também mostraram que quanto maistempo uma pessoa vive com excesso de gordura acumuladano corpo, maior o seu risco de sofrer problemas associadosà função cardiovascular, como hipertensão e diabetes tipo2.O estudo, publicado na revista The Lancet Diabetes &Endocrinology, se baseou nos dados de cerca de 1.200britânicos que participaram de uma pesquisa nacional.Eles foram acompanhados desde o nascimento, em marçode 1946, e durante mais de 60 anos.Os especialistas classificaram os participantes comotendo um peso normal, sobrepeso ou obesidade em diversasfases de suas vidas: na infância e quando completaram 36,43, 53 e 60 anos de idade. Quando os indivíduos tinhamentre 60 e 64 anos, os pesquisadores estabeleceram o riscocardiovascular de cada um. Para isso, usaram medidascomo a espessura da parede de suas artérias. Depois, aequipe comparou o risco cardiovascular entre pessoas quehaviam perdido peso ao longo da vida com o restante.“Nosso estudo é único porque acompanhou as pessoasdurante muito tempo, o que nos permitiu observar o realefeito da perda de peso e redução da gordura corporal”,diz John Deanfield, pesquisador da Universidade CollegeLondon, na Grã-Bretanha, e coordenador da pesquisa.“Nossos resultados apoiam estratégias de saúde públicae mudanças no estilo de vida que ajudam indivíduos queestão acima do peso a emagrecer em qualquer idade.”Dentre as opções à dieta para emagrecer estão:AcupunturaUma pesquisa, publicada no fim de 2013, mostrou quea acupuntura auricular, que se baseia na ideia de que aorelha representa todas as partes do corpo humano, podeser aliada na perda de peso. O estudo selecionou 91 pessoascom sobrepeso e as dividiu em três grupos: aquelas queforam tratadas com agulhas em cinco pontos específicosda orelha (como os relacionados ao baço, ao estômago eao apetite), as tratadas com agulha em um ponto da orelhaassociado ao apetite e as submetidas a um procedimentofalso. Após dois meses de tratamento, o índice de massacorporal (IMC) dos voluntários do primeiro grupo caiu 6,1%,em média, e os do segundo 5,7%. Não houve redução noIMC dos participantes do grupo do placebo.Sono reparadorNão são poucas as pesquisas científicas quecomprovam que um sono ruim e o excesso de peso andam juntos.Um estudo americano, publicado em 2013, concluiu que a privaçãoo sono tem efeito duplo no cérebro:estimular a região que controla a motivação para comerdiante de um alimento gorduroso e reduzir a atividade naárea responsável por medir as consequências de uma açãoe tomar decisões de forma racional. Em outras palavras, océrebro de quem dorme mal tem mais vontade de consumirbatata frita e não consegue rejeitar esse tipo de comida.Outra pesquisa mostrou que uma má noite de sono, alémde aumentar o cansaço (o que diminui as chances de umapessoa trocar o sofá pelo exercício), reduz o potencial dequeima calórica do organismo.Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/saude/perder-peso-emqualquer-idade-faz-bem-ao-coracaoEm “... pela PRIMEIRA vez um estudo mostrou...”, otermo destacado trata-se de:
    • A. 

      Um numeral cardinal que est√° flexionado em n√ļmero

    • B. 

      Um numeral cardinal que n√£o est√° flexionado.

    • C. 

      Um numeral ordinal que est√° flexionado em n√ļmero.

    • D. 

      Um numeral cardinal que está flexionado em gênero.

    • E. 

      Um numeral ordinal que está flexionado em gênero.

  • 7. 
    (C√≥digo 623 - HU-UFJF-AOCP/2015 Quest√£o4) - Por que algumas pessoas poderosas agem como tiranos? Ana Carolina Prado Nos anos 70, o psic√≥logo Philip Zimbardo queria entender por que as pris√Ķes s√£o t√£o violentas. Ent√£o, ele decidiu criar uma pris√£o artificial no por√£o da Universidade de Stanford. Os volunt√°rios do experimento foram divididos entre prisioneiros e guardas e deveriam cumprir esses pap√©is por duas semanas. Por√©m as condi√ß√Ķes ali ficaram t√£o tensas que foi necess√°rio acabar com tudo em apenas seis dias. Logo no come√ßo, as pessoas que assumiram o papel de guarda se tornaram extremamente s√°dicas e autorit√°rias, impondo castigos como priva√ß√£o de sono e comida. Os ‚Äúprisioneiros‚ÄĚ responderam fazendo rebeli√Ķes. Esse √© um √≥timo (e macabro) exemplo de como o poder pode corromper as pessoas. E n√≥s sabemos que, na vida real, muita gente poderosa faz coisa parecida ‚Äď ou pior. Os pesquisadores das Universidades de Stanford, do Sul da Calif√≥rnia e de Northwestern fizeram um estudo, a ser publicado no Journal of Experimental Social Psychology, para entender melhor por que esse tipo de coisa acontece. E descobriram que o problema est√° na combina√ß√£o de poder e baixo status. No experimento, os autores simularam atividades de uma empresa e dividiram os volunt√°rios aleatoriamente em pap√©is de chefes e subordinados, variando em status e poder. Em seguida, esses indiv√≠duos puderam selecionar tarefas em uma lista de 10 para os outros executarem. O resultado mostrou que as pessoas com papeis de maior poder e menor status escolheram atividades mais humilhante para os seus parceiros (por exemplo, latir como um c√£o tr√™s vezes) do que os de qualquer outra combina√ß√£o. Os pesquisadores chegaram √† conclus√£o de que, quando as pessoas recebem um papel que lhes d√° poder, mas n√£o t√™m o respeito que normalmente o acompanha, podem acabar se empenhando em comportamentos degradantes. Elas se sentem mal em estar numa posi√ß√£o de baixo status e acabam usando sua autoridade humilhando outros para se sentir melhor. √Č tipo o que acontece com aquele chefe tirano que ningu√©m respeita e todo mundo odeia. Isso pode ter contribu√≠do para os abusos cometidos por militares em pris√Ķes, bem como no experimento de Zimbardo nos anos 70. Em ambos os casos, os guardas t√™m o poder, mas falta-lhes o respeito e admira√ß√£o dos outros. ‚ÄúNossas descobertas indicam que a experi√™ncia de ter poder sem status, seja como membro das for√ßas armadas ou como um estudante universit√°rio que participa de um experimento, pode ser um catalisador para comportamentos degradantes que podem destruir relacionamentos e impedir a coopera√ß√£o‚ÄĚ, diz o estudo. Os pesquisadores de Standford e Northwestern reconheceram, por√©m, que h√° outros fatores envolvidos. S√≥ porque uma pessoa tem o poder ou est√° em uma posi√ß√£o de baixo status n√£o significa necessariamente que ela ir√° maltratar os outros. Assim, essa hist√≥ria de que o poder corrompe nem sempre √© verdade. Mas uma alternativa encontrada por eles para evitar abusos √© encontrar formas para que todos os indiv√≠duos, independentemente do status de seus pap√©is, se sintam respeitados e valorizados. ‚ÄúO respeito alivia sentimentos negativos sobre sua posi√ß√£o e os leva a tratar os outros de forma positiva‚ÄĚ, diz o estudo. Tamb√©m √© importante haver oportunidades para o crescimento, pois a pessoa tende a melhorar seu comportamento e seus sentimentos quando sabe que pode ganhar uma posi√ß√£o melhor no futuro. Adaptado de http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/ category/sem-categoria/page/17/ Em ‚ÄúOs ‚ÄúPRISIONEIROS‚ÄĚ responderam fazendo rebeli√Ķes.‚ÄĚ, o termo em destaque foi colocado entre aspas para destacar:
    • A. 

      Em ‚ÄúOs ‚Äúprisioneiros‚ÄĚ responderam fazendo rebeli√Ķes.‚ÄĚ, o termo em destaque foi colocado entre aspas para destacar

    • B. 

      A oposição vivenciada entre os prisioneiros e os guardas dentro da prisão de Stanford.

    • C. 

      A oposição vivenciada entre os prisioneiros e os guardas dentro da prisão de Stanford.

    • D. 

      A mudança de interlocutor em uma citação direta dentro do texto.

    • E. 

      A mudança de interlocutor em uma citação direta dentro do texto.

  • 8. 
    (Código 1600 - HU-UNIVASF-IBFC/2014 Questão8) - "A variação é inerente às línguas, porque as sociedades são divididas em grupos: há os mais jovens e os mais velhos, os que habitam numa região ou outra, os que têm esta ou aquela profissão, os que são de uma ou outra classe social e assim por diante. O uso de determinada variedade linguística serve para marcar a inclusão em um desses grupos, dá uma identidade para os seus membros. Aprendemos a distinguir a variação. Quando alguém começa a falar, sabemos se é de São Paulo, gaúcho, carioca ou português. Sabemos que certas expressões pertencem à fala dos mais jovens, que determinadas formas se usam em situação informal, mas não em ocasiões formais. Saber uma língua é ser "poliglota" em sua própria língua. Saber português não é só saber regras que só existem numa língua artificial usada pela escola. As variações não são fáceis ou bonitas, erradas ou certas, deselegantes ou elegantes, são simplesmente diferentes. Como as línguas são variáveis, elas mudam."(FIORIN, José Luiz. "Os Aldrovandos Cantagalos e o preconceitoI ingu ístico". I n O direito à fala. A questão do preconceito linguístico.Florianópolis: Insular, 2002.pp.27-28)Embora revele o posicionamento de seu autor, este optou por um discurso mais impessoal. Assinale a opção que não exemplifica tal impessoalidade.
    • A. 

      A) "os que s√£o de uma ou outra classe social e assim por diante."

    • B. 

      B) "Aprendemos a distinguir a variação."

    • C. 

      C) "Saber português não é só aprender regras"

    • D. 

      D) "As varia√ß√Ķes n√£o s√£o f√°ceis ou bonitas"

    • E. 

      E) "Saber uma língua é ser "poliglota" em sua própria língua."

  • 9. 
    (Código 1919 - HDT-UFT-AOCP/2015 Questão2) - Para coibir falsificações, remédios devem ganhar“RG” até o final de 2016Débora Nogueira - Do UOL - 23/07/2015A caixinha de remédio como você conhece devemudar em breve. A partir do final de 2016, deve começara valer a lei de rastreabilidade dos medicamentos,que determina que cada caixinha será rastreável apartir de um código 2D (em duas dimensões). Estima-seque UM A CADA CINCO MEDICAMENTOS VENDIDOS NO BRASIL SEJA FALSIFICADO, segundo a OMS.Essa espécie de “RG dos remédios” servirá paraque as agências regulatórias como a Anvisa possamsaber o caminho que um medicamento faz, desde omomento da fabricação até a comercialização. Oconsumidor também terá parte nisso: será possívelverificar a partir do código da caixa se o remédio éverdadeiro. As indústrias farmacêuticas que operamno Brasil devem ter três lotes testes rastreáveis atédezembro de 2015 e todo o sistema implantado atédezembro de 2016.Porém, há uma disputa em jogo que pode levaro prazo de adequação para só depois de 2025. Asinformações sobre o consumo de medicamentos detodos os brasileiros, e portanto as informações dedemanda e vendas, são muito valiosas.Hoje, a indústria farmacêutica gasta um grandevalor para obter informações sobre a venda deremédios para poder definir estratégias de marketinge a atuação dos representantes de laboratóriosjunto aos médicos (que podem até ganhar dinheiroe viagens pelo número de prescrições). Existemempresas que pagam farmácias para obter dados demédicos, números de vendas etc. e, então, os vendemà indústria.Com a lei, aprovada em 2009, toda essa informaçãoseria passada para o governo. Mas a regulamentaçãofeita pela Anvisa em 2013 não explicita como seriamarmazenadas essas informações e quem teria acessoa elas. Apenas fica determinado que a indústria éresponsável pela segurança da cadeia desde a saídada fábrica até chegar ao consumidor final.As redes de drogarias e farmácias, representadaspela Abrafarma (Associação Brasileira de Redes deFarmácias e Drogarias), criticam o fato das farmáciasterem de reportar cada venda às farmacêuticas.Com a lei da rastreabilidade, cada modificação delugar do medicamento (da fábrica para a farmácia e farmácia para o consumidor) deve ser informada.“Isto é um verdadeiro absurdo contra a privacidadeda informação prevista na Constituição. Com todasessas informações à mão, fabricantes poderãoalijar empresas, manipular preços e dominar aconcorrência”, afirmou o presidente executivo daAbrafarma, Sérgio Mena Barreto, em nota.Além disso, as redes de farmácias pedem umprazo maior. “Mais de 180 mil estabelecimentos -entre farmácias, hospitais e postos de saúde – terãode se adequar tecnologicamente. Será uma complexaoperação logística”, disse.Há um projeto de lei em tramitação no Senadoque pede alterações no envio de informações sobreos medicamentos e propõe um prazo maior paraadequação. No projeto, do senador Humberto Costa(PT), é proposto que cada membro da cadeia tenhaseu próprio banco de dados, acessível pelo SistemaNacional de Controle de Medicamentos -- para que ogoverno federal construa seu próprio banco de dadospara armazenar e consultar todas as movimentaçõesdos medicamentos. Junto a essa demanda, o senadorpede mais 10 anos após a aprovação da lei paraque todos se adequem, ou seja, o rastreamento só passaria a valer a partir de 2025. O senador afirmouque o prazo de dez anos pode não ser necessário eque o projeto de lei pode ser modificado antes de sercolocado em votação.A Interfarma (Associação da Indústria Farmacêuticade Pesquisa), que reúne 55 empresas farmacêuticasque respondem por mais de 50% dos medicamentoscomercializados no Brasil, afirma estar preparadapara se adequar à lei e produzir cerca de 4 bilhõesde caixinhas por ano com o código individual parao rastreamento. “Já estamos preparados paracumprir as diretrizes. A lei de rastreabilidade é muitoimportante não só para evitar a falsificação mastambém para aumentar a transparência ao longo dacadeia farmacêutica com o recolhimento correto detributos e o combate ao roubo de cargas”, afirmouo diretor de assuntos econômicos da Interfarma,Marcelo Liebhardt.Segundo a Anvisa, a adaptação não deveencarecer o produto final: “a implantação dorastreamento de medicamentos promove um retornosignificativo na redução de custos de produção, decontroles e gerenciamento de estoques, evitandoperdas e impulsionando o processo produtivo e dedisponibilização de produtos”.Texto adaptado. Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/07/23/remedios-devem-ganhar-rg-ate-o-finalde- 2016.htmDe acordo com o texto, é possível afirmar que,com a nova lei,
    • A. 

      Somente as caixinhas com o código 2D serão rastreadas.

    • B. 

      Em 2016, estar√° em vigor a lei de rastreabilidade dos medicamentos.

    • C. 

      A Anvisa poderá saber o caminho que um medicamento faz, desde o momento da fabricação até o consumidor final.

    • D. 

      O consumidor n√£o ter√° qualquer vantagem

    • E. 

      No Brasil, 2016 ser√° o ano em que o sistema de rastreamento dever√° ser implantado.

  • 10. 
    (C√≥digo 2047 - HC-UFG-AOCP/2015 Quest√£o5) - A CHAVE Ela abre mais do que uma porta, inaugura um novo tempo IVAN MARTINS Certos objetos d√£o a exata medida de um relacionamento. A chave, por exemplo. Embora caiba no bolso, ela tem import√Ęncia gigantesca na vida dos casais. O momento em que voc√™ oferece a chave da sua casa √© aquele em que voc√™ renuncia √† sua privacidade, por amor. Quando pede a chave de volta - ou troca a fechadura da porta - est√° retomando aquilo que havia oferecido, por que o amor acabou. O primeiro momento √© de exalta√ß√£o e esperan√ßa. O segundo √© sombrio. Quem j√° passou pela experi√™ncia sabe como √© gostoso carregar no bolso - ou na bolsa - aquela c√≥pia de cinco reais que vai dar in√≠cio √† nova vida. Carregada de expectativas e temores, a chave ser√° entregue de forma t√≠mida e casual, como se n√£o fosse importante, ou pode vir embalada em vinho e flores, pondo violinos na ocasi√£o. Qualquer que seja a cena, n√£o cabe engano: foi dado um passo gigantesco. Algu√©m p√īs na m√£o de outro algu√©m um totem de confian√ßa. N√£o interessa se voc√™ d√° ou ganha a chave, a sensa√ß√£o √© a mesma. Ou quase. Quem a recebe se enche de orgulho. No auge da paix√£o, e a pessoa que provoca seus melhores sentimentos (a pessoa mais legal do mundo, evidentemente) p√Ķe no seu chaveiro a c√≥pia discreta que abre a casa dela. Voc√™ s√≥ nota mais tarde, quando chega √† sua pr√≥pria casa e vai abrir a porta. Primeiro, estranha a cor e o formato da chave nova, mas logo entende a delicadeza da situa√ß√£o. Percebe, com um sorriso nos l√°bios, que suas emo√ß√Ķes s√£o compartilhadas. Compreende que est√° sendo convidado a participar de outra vida. Sente, com enorme al√≠vio, que foi aceito, e que uma nova etapa tem in√≠cio, mais intensa e mais profunda que anterior. Aquela chave abre mais do que uma porta. Abre um novo tempo. O momento de entregar a chave sempre foi para mim o momento de m√°ximo otimismo. [...] Voc√™ tem certeza de que a outra pessoa ficar√° feliz e comovida, mas ao mesmo tempo teme, secretamente, ser recusado. Ent√£o v√™ nos olhos dela a alegria que havia antecipado e desejado. O rosto querido se abre num sorriso sem reservas, que voc√™ n√£o ganharia se tivesse lhe dado uma joia ou uma alian√ßa. (Uma n√£o vale nada; para a outra ela n√£o est√° pronta). Por isto ela esperava, e retribui com um olhar cheio de amor. Esse √© um instante que viver√° na sua alma para sempre. Nele, tudo parece perfeito. √Č como estar no in√≠cio de um sonho em que nada pode dar errado. A gente se sente adulto e moderno, herdeiro dos melhores sonhos da adolesc√™ncia, parte da esp√©cie feliz dos adultos livres que s√£o amados e correspondidos - os que acharam uma alma g√™mea, aqueles que jamais estar√£o sozinhos. Se as chaves de despedida parecem a pior coisa do mundo, n√£o s√£o. [...] A gente sabe que essas coisas, √†s vezes, s√£o ef√™meras, mas √© t√£o bonito. Pode ser que dentro de tr√™s meses ou tr√™s anos a chave in√ļtil e esquecida seja encontrada no bolso de uma cal√ßa ou no fundo de uma bolsa. Ela j√° n√£o abrir√° porta alguma exceto a da mem√≥ria, que poder√° ser boa ou ruim. O mais prov√°vel √© que o tato e a vis√£o daquela ferramenta sem prop√≥sito provoquem um sorriso agridoce, grisalho de nostalgia. Essa chave do adeus n√£o d√≥i, ela constata e encerra. Nestes tempos de arrogante independ√™ncia, em que a solid√£o virou estandarte exibido como prova de for√ßa, a doa√ß√£o de chaves ganhou uma solenidade inesperada. Com ela, homens e mulheres sinalizam a disposi√ß√£o de renunciar a um peda√ßo da sua sagrada liberdade pessoal. Sugerem ao outro que precisam dele e o desejam pr√≥ximo. Cedem o seu terreno, correm o risco. √Č uma forma moderna e eloquente de dizer ‚Äúeu te amo‚ÄĚ. E, assim como a outra, dispensa ‚Äúeu tamb√©m‚ÄĚ. Oferece a chave quem est√° pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que √© o caso, verdadeiramente. Nada mais triste que uma chave falsa. Ela parece abrir uma esperan√ßa, mas abre somente uma ilus√£o. Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/ 2015/04/chave.html Em ‚ÄúA gente sabe que essas coisas, √†s vezes, s√£o ef√™meras, mas √© t√£o bonito.‚ÄĚ, existe uma inadequa√ß√£o gramatical quanto √†
    • A. 

      Acentuação gráfica

    • B. 

      Ortografia

    • C. 

      Regência

    • D. 

      Concord√Ęncia.

    • E. 

      Pontuação.

  • 11. 
    (Código 237 - HE-UFSCAR-AOCP/2015 Questão11) - João é A. Se todo A é B e todo B é C, então
    • A. 

      Nenhum A é C.

    • B. 

      Algum C é A

    • C. 

      Nenhum C é A.

    • D. 

      Todo B é A.

    • E. 

      Todo C é B.

  • 12. 
    (Código 466 - HU-UFGD-AOCP/2013 Questão11)Joana pretende dividir um determinado número debombons entre seus 3 filhos. Sabendo que o númerode bombons é maior que 24 e menor que 29, e quefazendo a divisão cada um dos seus 3 filhos receberá9 bombons e sobrará 1 na caixa, quantos bombonsao todo Joana possui?
    • A. 

      24

    • B. 

      25

    • C. 

      26

    • D. 

      27

    • E. 

      28

  • 13. 
    (Código 683 - HU-UFJF-AOCP/2015 Questão14) - Assinale a proposição tautológica.
    • A. 

      (p -> q) v (p -> ~q)

    • B. 

      (p -> q) ^ ~q.

    • C. 

      (~p ^ q) -> ~q

    • D. 

      P -> (p ^ q)

    • E. 

      ~(~p ^ q) -> (p v q)

  • 14. 
    (Código 927 - HU-UFS-AOCP/2013 Questão14) - Dados os conjuntos A={0; 2; 3; 4; 9; 11} e B={2; 9; 11}, podemos escrever um conjunto formado pelos elementos que pertencem a A, mas que nãopertencem a B. Que conjunto é esse?
    • A. 

      {0; 2; 4}

    • B. 

      {0; 9; 11}

    • C. 

      {0; 3}

    • D. 

      {0; 4}

    • E. 

      {0; 3; 4}

  • 15. 
    (C√≥digo 1606 - HU-UNIVASF-IBFC/2014 Quest√£o14) - De acordo com a equival√™ncia l√≥gica, a nega√ß√£o da frase "O √īnibus atrasou e as pessoas foram de trem" √©:
    • A. 

      A) "O √īnibus atrasou ou as pessoas foram de trem

    • B. 

      B) "O √īnibus n√£o atrasou e as pessoas n√£o foram de trem"

    • C. 

      C) "O √īnibus n√£o atrasou ou as pessoas foram de trem"

    • D. 

      D) "O √īnibus atrasou ou as pessoas n√£o foram de trem"

    • E. 

      E) "O √īnibus n√£o atrasou ou as pessoas n√£o foram de trem"

  • 16. 
    (Código 315 - CHC-UFC-AOCP/2014 Questão18) - De acordo com o disposto no art. 4º do Decreto nº 7.661, de 28 de dezembro de 2011, o prazo de duração da EBSERH é:
    • A. 

      De 30 anos, prorrogável por igual período.

    • B. 

      Indeterminado.

    • C. 

      De 5 anos, prorrog√°vel

    • D. 

      De 15 anos, improrrog√°vel.

    • E. 

      De 10 anos, renov√°vel por igual tempo.

  • 17. 
    (Código 711 - HU-UFMA-IBFC/2013 Questão17) - Sobre a EBSERH e a lei que a criou, assinale a alternativa incorreta:
    • A. 

      A EBSERH e suas subsidiárias estarão sujeitas à fiscalização dos órgãos de controle interno do Poder Executivo e ao controle externo exercido pelo Congresso Nacional, com auxílio do Tribunal de Contas da União

    • B. 

      A EBSERH não é autorizada a patrocinar entidade fechada de previdência privada, nos termos da legislação vigente

    • C. 

      Os Estados poder√£o autorizar a cria√ß√£o de empresas p√ļblicas de servi√ßos hospitalares

    • D. 

      O regime de pessoal permanente da EBSERH ser√° o da Consolida√ß√£o das Leis do Trabalho ‚ÄĒ CLT.

    • E. 

      √Č dispensada a licita√ß√£o para a contrata√ß√£o da EBSERH pela administra√ß√£o p√ļblica para realizar atividades relacionadas ao seu objeto social.

  • 18. 
    (Código 910 - HU-UFS-AOCP/2013 Questão20)Analise as assertivas e assinale a alternativa queaponta as corretas. Constituem recursos da EBSERHI. as receitas decorrentes da prestação deserviços compreendidos em seu objeto.II. as receitas decorrentes dos acordos econvênios que realizar com entidadesnacionais e internacionais.III. recursos oriundos de dotações consignadasnos orçamentos da União e dos Estados.IV. doações, legados, subvenções e outrosrecursos que lhe forem destinados porpessoas físicas ou jurídicas de direito públicoou privado.
    • A. 

      Apenas I, II e IV.

    • B. 

      Apenas I, III e IV.

    • C. 

      Apenas I e IV.

    • D. 

      Apenas II e IV.

    • E. 

      I, II, III e IV.

  • 19. 
    (Código 1099 - HUJM-UFMT-AOCP/2013 Questão17) - De acordo o Regimento Interno, compete à Coordenadoria Jurídica, defender em processos judiciais e administrativos contra eles instaurados pela prática de atos no exercício do cargo ou função, nos casos em que não houver incompatibilidade com os interesses da empresa,
    • A. 

      Os integrantes e ex-integrantes dos Conselhos de Administração e Consultivo e da Diretoria Executiva.

    • B. 

      Os integrantes e ex-integrantes dos Conselhos Consultivo e Fiscal e da Diretoria Executiva.

    • C. 

      Os integrantes e ex-integrantes dos Conselhos de Administração, Fiscal e Consultivo

    • D. 

      Os integrantes e ex-integrantes dos Conselhos de Administração e Fiscal e da Diretoria Executiva.

    • E. 

      Somente os integrantes dos Conselhos de Administração e Fiscal e da Diretoria Executiva

  • 20. 
    (Código 1396 - HU-UFPI-AOCP/2014 Questão17) - De acordo com o art. 9° da Lei Federal n° 12.550, de 15 de dezembro de 2011, assinale a alternativa INCORRETA.
    • A. 

      A EBSERH será administrada por um Conselho de Administração e por uma Diretoria Executiva e contará ainda com um Conselho Fiscal e um Conselho Consultivo.

    • B. 

      O estatuto social da EBSERH definir√° a composi√ß√£o, as atribui√ß√Ķes e o funcionamento de seus √≥rg√£os.

    • C. 

      A atuação de membros da sociedade civil no Conselho Consultivo não será remunerada e será considerada como função relevante.

    • D. 

      Ato do Poder Legislativo aprovar√° o estatuto da EBSERH.

    • E. 

      A EBSERH ser√° administrada por um Conselho de Administra√ß√£o, com fun√ß√Ķes deliberativas.

  • 21. 
    (Código 668 - HU-UFJF-AOCP/2015 Questão24) - Conforme dispõe o art. 28 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, os cargos e funções de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), só poderão ser exercidos:
    • A. 

      Em regime de tempo integral.

    • B. 

      Em regime de tempo parcial de 04 (quatro) horas.

    • C. 

      Em escala de 24 (vinte e quatro) horas por 48 (quarenta e oito) horas.

    • D. 

      Sem ter horário determinado, por tratar-se de cargo de confiança.

    • E. 

      Em regime de tempo parcial de 06 (seis) horas.

  • 22. 
    (Código 1203 - HULW-UFPB-AOCP/2014 Questão22) - Analise as assertivas e assinale a alternativa queaponta a(s) correta(s) de acordo com a Lei Orgânicada Saúde - Lei n° 8.080/1990.I. As ações e serviços de saúde, executados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada, serão organizados de forma regionalizada e hierarquizada em níveis de complexidade crescente. II. Os municípios não poderão constituir consórcios para desenvolver em conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam. III. Não se aplica aos consórcios administrativos intermunicipais o princípio da direção única. IV. No nível municipal, o Sistema Único de Saúde (SUS) não poderá organizar-se em distritos de forma a integrar e articular recursos, técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde.
    • A. 

      Apenas I.

    • B. 

      Apenas II.

    • C. 

      Apenas IV.

    • D. 

      Apenas I, II e III

    • E. 

      I, II, III e IV.

  • 23. 
    (Código 1888 - HDT-UFT-AOCP/2015 Questão22) - De acordo com as disposições da Constituição Federal, no que se refere à Saúde, assinale a alternativa correta.
    • A. 

      A assist√™ncia √† sa√ļde √© privativa da Uni√£o e sem fins lucrativos, motivo pelo qual √© vedada qualquer participa√ß√£o da iniciativa privada, exceto por institui√ß√Ķes sem fins lucrativos.

    • B. 

      As institui√ß√Ķes privadas poder√£o participar de_x000D_ forma complementar do Sistema √önico de Sa√ļde, segundo diretrizes deste, somente mediante contrato de direito privado, ap√≥s procedimento de licita√ß√£o na modalidade concorr√™ncia.

    • C. 

      √Č vedada a destina√ß√£o de recursos p√ļblicos para aux√≠lios ou subven√ß√Ķes √†s institui√ß√Ķes privadas com fins lucrativos

    • D. 

      √Č poss√≠vel e sempre admitida a participa√ß√£o direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assist√™ncia √† sa√ļde no Pa√≠s.

    • E. 

      O Poder P√ļblico, por meio de Lei Complementar, regulamenta as condi√ß√Ķes e os requisitos que facilitem a remo√ß√£o de √≥rg√£os, tecidos e subst√Ęncias humanas para fins de transplante, pesquisa e tratamento, bem como estabelece as regras que permitem sua comercializa√ß√£o

  • 24. 
    (Código 2134 - HUCAM-UFES-AOCP/2014 Questão23) - A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, sendo exercida no âmbito da União, pelo
    • A. 

      Secret√°rio de Sa√ļde

    • B. 

      Minist√©rio da Sa√ļde

    • C. 

      Conselho de Sa√ļde

    • D. 

      Médico

    • E. 

      Enfermeiro.

  • 25. 
    (Código 2445 - HC-UFPE-IDECAN/2014 Questão21) - O Sistema Único de Saúde (SUS), criado através da Constituição Federal de 1988, nasceu de um forte movimento social ocorrido na década de 80 pela universalização do acesso e pelo reconhecimento da saúde como direito universal e dever do Estado. Acerca das características da época e dos acontecimentos ocorridos no período que antecedeu a Constituição de 88, é INCORRETO afirmar que
    • A. 

      O sistema de sa√ļde era marcado pela exclus√£o e reprodu√ß√£o das desigualdades sociais da √©poca.

    • B. 

      O Sistema Nacional de Sa√ļde era dividido em a√ß√Ķes de alcance coletivo e a√ß√Ķes individuais de natureza curativa.

    • C. 

      As a√ß√Ķes de sa√ļde p√ļblica e de assist√™ncia m√©dico‚Äźhospitalar, no √Ęmbito do setor p√ļblico, eram de responsabilidade do Minist√©rio da Sa√ļde

    • D. 

      O Movimento da Reforma Sanit√°ria conquistou a incorpora√ß√£o de importantes princ√≠pios e doutrinas na √°rea da sa√ļde ao texto constitucional de 1988.

    • E. 

      As propostas iniciais do Programa Nacional de Servi√ßos B√°sicos de Sa√ļde (Prev Sa√ļde) sofreram oposi√ß√£o das entidades privadas e p√ļblicas ligadas √† Previd√™ncia Social.

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