1º Simulado - Aprove If

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1 Simulado - Aprove If

Instruções - Leia com atenção.

- Se começar este teste, não há como pausar o tempo. Você terá 4 horas para responder todas as questões;

- Só deverá responder tudo uma única vez;

- Só há uma alternativa certa por questão;

- Evite deixar questões em branco;

- Dê preferência a fazer o teste em um computador/notebook, caso não seja possível, então, é possível em tablets ou smartphones;

- Se estiver em casa avise seus familiares que estará ocupado fazendo este simulado;

- Evite fazer tudo as pressas. Este é o momento de você saber se est


Questions and Answers
  • 1. 
    Leia o texto abaixo:Como opera a máfia que transformou o Brasil num dos campeões da fraude de medicamentosÉ um dos piores crimes que se podem cometer. As vítimas são homens, mulheres e crianças doentes — presas fáceis, capturadas na esperança de recuperar a saúde perdida. A máfia dos medicamentos falsos é mais cruel do que as quadrilhas de narcotraficantes. Quando alguém decide cheirar cocaína, tem absoluta consciência do que coloca no corpo adentro. Às vítimas dos que falsificam remédios não é dada oportunidade de escolha. Para o doente, o remédio é compulsório. Ou ele toma o que o médico lhe receitou ou passará a correr risco de piorar ou até morrer. Nunca como hoje os brasileiros entraram numa farmácia com tanta reserva.PASTORE, Karina. O Paraíso dos Remédios Falsificados. Veja, nº 27. São Paulo: Abril, 8 jul. 1998, p. 40-41.Segundo a autora, “um dos piores crimes que se podem cometer” é:
    • A. 

      A venda de narcóticos.

    • B. 

      A falsificação dos remédios.

    • C. 

      A receita de remédios falsos.

    • D. 

      A venda abusiva de remédios.

  • 2. 
    Leia o texto abaixo:Realidade com muita fantasiaNascido em 1937, o gaúcho Moacyr Scliar é um homem versátil: médico e escritor, igualmente atuante nas duas áreas. Dono de uma obra literária extensa, é ainda um biógrafo de mão cheia e colaborador assíduo de diversos jornais brasileiros. Seus livros para jovens e adultos são sucesso de público e de crítica e alguns já foram publicados no exterior.Muito atento às situações-limite que desagradam à vida humana, Scliar combina em seus textos indícios de uma realidade bastante concreta com cenas absolutamente fantásticas. A convivência entre realismo e fantasia é harmoniosa e dela nascem os desfechos surpreendentes das histórias.Em sua obra, são freqüentes questões de identidade judaica, do cotidiano da medicina e do mundo da mídia, como, por exemplo, acontece no conto “O dia em que matamos James Cagney”.Para Gostar de Ler, volume 27. Histórias sobre Ética. Ática, 1999. A expressão sublinhada em “é ainda um biógrafo de mão cheia” (ℓ. 2) e (ℓ. 3) significa que Scliar é
    • A. 

      Crítico e detalhista.

    • B. 

      Criativo e inconseqüente.

    • C. 

      Habilidoso e talentoso.

    • D. 

      Inteligente e ultrapassado.

  • 3. 
    O texto conta a história de um homem que “entrou pelo cano”.O Homem que entrou pelo canoAbriu a torneira e entrou pelo cano. A princípio incomodava-o a estreiteza do tubo. Depois se acostumou. E, com a água, foi seguindo. Andou quilômetros. Aqui e ali ouvia barulhos familiares. Vez ou outra um desvio, era uma seção que terminava em torneira.Vários dias foi rodando, até que tudo se tornou monótono. O cano por dentro não era interessante.No primeiro desvio, entrou. Vozes de mulher. Uma criança brincava. Então percebeu que as engrenagens giravam e caiu numa pia. À sua volta era um branco imenso, uma água límpida. E a cara da menina aparecia redonda e grande, a olhá-lo interessada. Ela gritou: “Mamãe, tem um homem dentro da pia”.Não obteve resposta. Esperou, tudo quieto. A menina se cansou, abriu o tampão e ele desceu pelo esgoto.BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras Proibidas. São Paulo: Global, 1988, p. 89.O conto cria uma expectativa no leitor pela situação incomum criada pelo enredo. O resultado não foi o esperado porque:
    • A. 

      A menina agiu como se fosse um fato normal.

    • B. 

      O homem demonstrou pouco interesse em sair do cano.

    • C. 

      As engrenagens da tubulação não funcionaram.

    • D. 

      A mãe não manifestou nenhum interesse pelo fato.

  • 4. 
    Leia o texto abaixo:O ouro da biotecnologiaAté os bebês sabem que o patrimônio natural do Brasil é imenso. Regiões como a Amazônia, o Pantanal e a Mata Atlântica - ou o que restou dela - são invejadas no mundo todo por sua biodiversidade. Até mesmo ecossistemas como o do cerrado e o da caatinga têm mais riqueza de fauna e flora do que se costuma pensar. A quantidade de água doce, madeira, minérios e outros bens naturais é amplamente citada nas escolas, nos jornais e nas conversas. O problema é que tal exaltação ufanista (“Abençoado por Deus e bonito por natureza”) é diretamente proporcional à desatenção e ao desconhecimento que ainda vigoram sobre essas riquezas.Estamos entrando numa era em que, muito mais do que nos tempos coloniais (quando pau-brasil, ouro, borracha etc. eram levados em estado bruto para a Europa), a exploração comercial da natureza deu um salto de intensidade e refinamento. Essa revolução tem um nome: biotecnologia. Com ela, a Amazônia, por exemplo, deixará em breve de ser uma enorme fonte “potencial” de alimentos, cosméticos, remédios e outros subprodutos: ela o será de fato - e de forma sustentável. Outro exemplo: os créditos de carbono, que terão de ser comprados do Brasil por países que poluem mais do que podem, poderão significar forte entrada de divisas.Com sua pesquisa científica carente, indefinição quanto à legislação e dificuldades nas questões de patenteamento, o Brasil não consegue transformar essa riqueza natural em riqueza financeira. Diversos produtos autóctones, como o cupuaçu, já foram registrados por estrangeiros - que nos obrigarão a pagar pelo uso de um bem original daqui, caso queiramos (e saibamos) produzir algo em escala com ele. Além disso, a biopirataria segue crescente. Até mesmo os índios deixam que plantas e animais sejam levados ilegalmente para o exterior, onde provavelmente serão vendidos a peso de ouro. Resumo da questão: ou o Brasil acorda para a nova realidade econômica global, ou continuará perdendo dinheiro como fruta no chão.Uma frase que resume a ideia principal do texto é:
    • A. 

      A Amazônia deixará de ser fonte potencial de alimentos.

    • B. 

      O Brasil não transforma riqueza natural em financeira.

    • C. 

      Os Índios deixam animais e plantas serem levados.

    • D. 

      Os estrangeiros registraram diversos produtos.

  • 5. 
    Leia o texto abaixo:As enchentes de minha infânciaSim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio.Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara a enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão. Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo.Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre. Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo – aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. Às vezes chegava alguém a cavalo, dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes.BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 3. ed.Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 157.A expressão que revela uma opinião sobre o fato “... vinham todos dormir em nossa casa”, é
    • A. 

      “Às vezes chegava alguém a cavalo...”

    • B. 

      “E às vezes o rio atravessava a rua...”

    • C. 

      “e se tomava café tarde da noite! ”

    • D. 

      “Isso para nós era uma festa...”

  • 6. 
    Leia o texto abaixo:A atitude de Romeu em relação a Dalila revela:
    • A. 

      Compaixão.

    • B. 

      Companheirismo.

    • C. 

      Insensibilidade.

    • D. 

      Revolta.

  • 7. 
    Leia o texto abaixo:A antiga Roma ressurge em cada detalheDos 20.000 habitantes de Pompéia, só dois escaparam da fulminante erupção do vulcão Vesúvio em 24 de agosto de 79 d.C. Varrida do mapa em horas, a cidade só foi encontrada em 1748, debaixo de 6 metros de cinzas. Por ironia, a catástrofe salvou Pompéia dos conquistadores e preservou-a para o futuro, como uma joia arqueológica. Para quem já esteve lá, a visita é inesquecível.A profusão de dados sobre a cidade permitiu ao Laboratório de Realidade Virtual Avançada da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, criar imagens minuciosas, com apoio do instituto Americano de Arqueologia. Milhares de detalhes arquitetônicos tornaram-se visíveis. As imagens mostram até que nas casas dos ricos se comia pão branco, de farinha de trigo, enquanto na dos pobres comia-se pão preto, de centeio.Outro megaprojeto, para ser concluído em 2020, da Universidade da Califórnia, trata da restauração virtual da história de Roma, desde os primeiros habitantes, no século XV a.C., até a decadência, no século V. Guias turísticos virtuais conduzirão o visitante por paisagens animadas por figurantes. Edifícios, monumentos, ruas, aque-dutos, termas e sepulturas desfilarão, interativamente. Será possível percorrer vinte séculos da história num dia. E ver com os próprios olhos tudo aquilo que a literatura se esforçou para contar com palavras.Revista Superinteressante, dezembro de 1998, p. 63.A finalidade principal do texto é
    • A. 

      Convencer.

    • B. 

      Relatar.

    • C. 

      Descrever.

    • D. 

      Informar.

  • 8. 
    Leia os textos abaixo:Texto IMonte CasteloAinda que eu falasse a língua dos homensE falasse a língua dos anjos,Sem amor, eu nada seria.É só o amor, é só o amorQue conhece o que é verdade;O amor é bom, não quer o mal,Não sente inveja ou se envaidece.Amor é fogo que arde sem se ver;É ferida que dói e não se sente;É um contentamento descontente;É dor que desatina sem doer.Ainda que eu falasse a língua dos homensE falasse a língua dos anjos,Sem amor eu nada seria.É um não querer mais que bem querer;É solitário andar por entre a gente;É um não contentar-se de contente;É cuidar que se ganha em se perder.É um estar-se preso por vontade;É servir a quem vence o vencedor;É um ter com quem nos mata lealdade,Tão contrário a si é o mesmo amor.Estou acordado, e todos dormem, todos dormem, todos dormem.Agora vejo em parte,Mas então veremos face a face.É só o amor, é só o amorQue conhece o que é verdade.Ainda que eu falasse a língua dos homensE falasse a língua dos anjos,Sem amor eu nada seria.Legião Urbana. As quatro estações. EMI, 1989 – Adaptação de Renato Russo: I Coríntios 13 e Soneto 11, de Luís de Camões.Texto IISoneto 11Amor é fogo que arde sem se ver;É ferida que dói e não se sente;É um contentamento descontente;É dor que desatina sem doer;É um não querer mais que bem querer;É solitário andar por entre a gente;É nunca contentar-se de contente;É cuidar que se ganha em se perder;É querer estar preso por vontade;É servir a quem vence o vencedor;É ter com quem nos mata lealdade.Mas como causar pode seu favorNos corações humanos amizade,Se tão contrário a si é o mesmo amor?Luís Vaz de Camões. Obras completas. Lisboa: Sá da Costa, 1971.O texto I difere do texto II
    • A. 

      Na constatação de que o amor pode levar até à morte.

    • B. 

      Na exaltação da dor causada pelo sofrimento amoroso.

    • C. 

      Na expressão da beleza do sentimento dos que amam.

    • D. 

      Na rejeição da aceitação passiva do sofrimento amoroso.

  • 9. 
    Leia os textos abaixo:Texto ITelenovelas empobrecem o paísParece que não há vida inteligente na telenovela brasileira. O que se assiste todos os dias às 6, 7 ou 8 horas da noite é algo muito pior do que os mais baratos filmes “B” americanos. Os diálogos são péssimos. As atuações, sofríveis. Três minutos em frente a qualquer novela são capazes de me deixar absolutamente entediado nada pode ser mais previsível.Antunes Filho. Veja, 11/mar/96.Texto IINovela é culturaVeja – Novela de televisão aliena?Maria Aparecida – Claro que não. Considerar a telenovela um produto cultural alienante é um tremendo preconceito da universidade. Quem acha que novela aliena está na verdade chamando o povo de débil mental. Bobagem imaginar que alguém é induzido a pensar que a vida é um mar de rosas só por causa de um enredo açucarado. A telenovela brasileira é um produto cultural de alta qualidade técnica, e algumas delas são verdadeiras obras de arte.Veja, 24/jan/96. Com relação ao tema “telenovela”
    • A. 

      Nos textos I e II, encontra-se a mesma opinião sobre a telenovela.

    • B. 

      No texto I, compara-se a qualidade das novelas aos melhores filmes america¬nos.

    • C. 

      No texto II, algumas telenovelas brasileiras são consideradas obras de arte.

    • D. 

      No texto II, a telenovela é considerada uma bobagem.

  • 10. 
    Leia o texto abaixo:A floresta do contrárioTodas as florestas existem antes dos homens.Elas estão lá e então o homem chega, vai destruindo, derruba as árvores, começa a construir prédios, casas, tudo com muito tijolo e concreto. E poluição também.Mas nesta floresta aconteceu o contrário. O que havia antes era uma cidade dos homens, dessas bem poluídas, feia, suja, meio neurótica.Então as árvores foram chegando, ocupando novamente o espaço, conseguiram expulsar toda aquela sujeira e se instalaram no lugar.É o que se poderia chamar de vingança da natureza – foi assim que terminou seu relato o amigo beija-flor.Por isso ele estava tão feliz, beijocando todas as flores – aliás, um colibri bem assanhado, passava flor por ali, ele já sapecava um beijão.Agora o Nan havia entendido por que uma ou outra árvore tinha parede por dentro, e ele achou bem melhor assim.Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras.Era um lugar muito bonito, gostoso de se ficar. Só que o Nan não podia, pre¬cisava partir sem demora. Foi se despedir do colibri, mas ele já estava namorando apertado a uma outra florzinha, era melhor não atrapalhar.LIMA, Ricardo da Cunha. Em busca do tesouro de Magritte. São Paulo: FTD, 1988.No trecho “Elas estão lá e então o homem chega...”, a palavra destacada refere-se a:
    • A. 

      Flores.

    • B. 

      Casas.

    • C. 

      Florestas.

    • D. 

      árvores.

  • 11. 
    Leia o texto abaixo.O homem que entrou pelo canoAbriu a torneira e entrou pelo cano. A princípio incomodava-o a estreiteza do tubo. Depois se acostumou. E, com a água, foi seguindo. Andou quilômetros. Aqui e ali ouvia barulhos familiares. Vez ou outra um desvio, era uma seção que terminava em torneira.Vários dias foi rodando, até que tudo se tornou monótono. O cano por dentro não era interessante.No primeiro desvio, entrou. Vozes de mulher. Uma criança brincava.Então percebeu que as engrenagens giravam e caiu numa pia. À sua volta era um branco imenso, uma água límpida. E a cara da menina aparecia redonda e grande, a olhá-lo interessada. Ela gritou: “Mamãe, tem um homem dentro da pia”.Não obteve resposta. Esperou, tudo quieto. A menina se cansou, abriu o tampão e ele desceu pelo esgoto.BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras Proibidas. São Paulo: Global, 1988, p. 89.Na frase “Mamãe, tem um homem dentro da pia.”, o verbo empregado representa, no contexto, uma marca de:
    • A. 

      Registro oral formal.

    • B. 

      Registro oral informal.

    • C. 

      Falar regional.

    • D. 

      Falar caipira.

  • 12. 
    Leia o texto abaixoSeja Criativo: Fuja das Desculpas ManjadasEntrevista com teens, pais e psicólogos mostram que os adolescentes dizem sempre a mesma coisa quando voltam tarde de uma festa.Conheça seis desculpas entre as mais usadas. Uma sugestão: evite-as. Os pais não acreditam.— Nós tivemos que ajudar uma senhora que estava passando muito mal. Até o socorro chegar... A gente não podia deixar a pobre velhinha sozinha, não é?— O pai do amigo que ia me trazer bateu o carro. Mas não se preocupem, ninguém se machucou!— Cheguei um minuto depois do ônibus ter partido. Aí tive de ficar horas esperando uma carona...— Você acredita que o meu relógio parou e eu nem percebi?— Mas vocês disseram que hoje eu podia chegar tarde, não se lembram?— Eu tentei avisar que ia me atrasar, mas o telefone daqui só dava ocupado!De acordo com o texto, os pais não acreditam em:
    • A. 

      Adolescentes.

    • B. 

      Psicólogos.

    • C. 

      Pesquisas.

    • D. 

      Desculpas.

  • 13. 
    Leia o texto abaixoMinha SombraDe manhã a minha sombracom meu papagaio e o meu macacocomeçam a me arremedar.E quando eu saioa minha sombra vai comigofazendo o que eu façoseguindo os meus passos.Depois é meio-dia.E a minha sombra fica do tamaninhode quando eu era menino.Depois é tardinha.E a minha sombra tão compridabrinca de pernas de pau.Minha sombra, eu só queriater o humor que você tem,ter a sua meninice,ser igualzinho a você.E de noite quando escrevo,fazer como você faz,como eu fazia em criança:Minha sombravocê põe a sua mãopor baixo da minha mão,vai cobrindo o rascunho dos meus poemassem saber ler e escrever.LIMA, Jorge de. Minha Sombra In: Obra Completa. 19. ed. Rio de Janeiro: José Aguillar Ltda., 1958.De acordo com o texto, a sombra imita o menino:
    • A. 

      De manhã.

    • B. 

      Ao meio-dia.

    • C. 

      à tardinha.

    • D. 

      à noite.

  • 14. 
    Leia o texto abaixoPrezado Senhor,Somos alunos do Colégio Tomé de Souza e temos interesse em assuntos relacionados a aspectos históricos de nosso país, principalmente os relacionados ao cotidiano de nossa História, como era o dia a dia das pessoas, como eram as escolas, a relação entre pais e filhos etc. Vínhamos acompanhando regularmente os suplementos publicados por esse importante jornal. Mas agora não encontramos mais os artigos tão interessantes. Por isso, resolvemos escrever-lhe e solicitar mais matérias a respeito.O tema de interesse dos alunos é:
    • A. 

      Cotidiano.

    • B. 

      Escola.

    • C. 

      História do Brasil.

    • D. 

      Relação entre pais e filhos.

  • 15. 
    Leia o texto abaixoO SapoEra uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou a bruxa horrenda que o pediu em casamento. O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava. "Se não vai casar comigo não vai se casar com ninguém mais!" Olhou fundo nos olhos dele e disse: "Você vai virar um sapo!" Ao ouvir esta palavra o príncipe sentiu estremeção. Teve medo. Acreditou. E ele virou aquilo que a palavra feitiço tinha dito. Sapo. Virou um sapo.ALVES, Rubem. A Alegria de Ensinar. Ars Poética, 1994.No trecho "O príncipe NEM LIGOU e a bruxa ficou muito brava", a expressão destacada significa que:
    • A. 

      Não deu atenção ao pedido de casamento.

    • B. 

      Não entendeu o pedido de casamento.

    • C. 

      Não respondeu à bruxa.

    • D. 

      Não acreditou na bruxa.

  • 16. 
    Leia o texto abaixoDuas AlmasÓ tu, que vens de longe, ó tu, que vens cansada,entra, e sob este teto encontrarás carinho:eu nunca fui amado, e vivo tão sozinho,vives sozinha sempre, e nunca foste amada...A neve anda a branquear, lividamente, a estrada,e a minha alcova tem a tepidez de um ninho.Entra, ao menos até que as curvas do caminhose banhem no esplendor nascente da alvorada.E amanhã, quando a luz do sol dourar, radiosa,essa estrada sem fim, deserta, imensa e nua,podes partir de novo, ó nômade formosa!Já não serei tão só, nem irás tão sozinha.Há de ficar comigo uma saudade tua...Hás de levar contigo uma saudade minha...WAMOSY, Alceu. Livro dos Sonetos. L&PM.No verso "e a minha alcova tem a tepidez de um ninho" (v. 6), a expressão sublinhada dá sentido de um lugar:
    • A. 

      Aconchegante.

    • B. 

      Belo.

    • C. 

      Brando.

    • D. 

      Elegante.

  • 17. 
    Leia o texto abaixoO Drama das Paixões Platônicasna AdolescênciaBruno foi aprovado por três dos sentidos de Camila: visão, olfato e audição. Por isso, ela precisa conquistá-lo de qualquer maneira.Matriculada na 8ª série, a garota está determinada a ganhar o gato do 3º ano do Ensino Médio e, para isso, conta com os conselhos de Tati, uma especialista na arte da azaração. A tarefa não é simples, pois o moço só tem olhos para Lúcia - justo a maior "crânio" da escola.E agora, o que fazer? Camila entra em dieta espartana e segue as leis da conquista elaboradas pela amiga.Revista Escola, março 2004, p. 63Pode-se deduzir do texto que Bruno: 
    • A. 

      Chama a atenção das meninas.

    • B. 

      é mestre na arte de conquistar.

    • C. 

      Pode ser conquistado facilmente.

    • D. 

      Tem muitos dotes intelectuais.

  • 18. 
    Leia o texto abaixoVínculos, As Equações da Matemática da Vida.Quando você forma um vínculo com alguém, forma uma aliança. Não é à toa que o uso de alianças é um dos símbolos mais antigos e universais do casamento. O círculo dá a noção de ligação, de fluxo, de continuidade. Quando se forma um vínculo, a energia flui. E o vínculo só se mantém vivo se essa energia continuar fluindo. Essa é a idéia de mutualidade, de troca. Nessa caminhada da vida, ora andamos de mãos dadas, em sintonia, deixando a energia fluir, ora nos distanciamos.Desvios sempre existem. Podemos nos perder em um deles e nos reencontrar logo adiante. A busca é permanente.O que não se pode é ficar constantemente fora de sintonia.Antigamente, dizia-se que as pessoas procuravam se completar através do outro, buscando sua metade no mundo. A equação era: 1/2 + 1/2 = 1."Para eu ser feliz para sempre na vida, tenho que ser a metade do outro." Naquela loteria do casamento, tirar a sorte grande era achar a sua cara-metade.Com o passar do tempo, as pessoas foram desenvolvendo um sentido de individualização maior e a equação mudou. Ficou: 1 + 1 = 1."Eu tenho que ser eu, uma pessoa inteira, com todas as minhas qualidades, meus defeitos, minhas limitações. Vou formar uma unidade com meu companheiro, que também é um ser inteiro." Mas depois que esses dois seres inteiros se encontravam, era comum fundirem-se, ficarem grudados num casamento fechado, tradicional. Anulavam-se mutuamente.Com a revolução sexual e os movimentos de libertação feminina, o processo de individuação que vinha acontecendo se radicalizou. E a equação mudou de novo: 1 + 1 = 1 + 1.Era o "cada um na sua". "Eu tenho que resolver os meus problemas, cuidar da minha própria vida. Você deve fazer o mesmo. Na minha independência total e autossuficiência absoluta, caso com você, que também é assim." Em nome dessa independência, no entanto, faltou sintonia, cumplicidade e compromisso afetivo. É a segunda crise do casamento que acompanhamos nas décadas de 70 e 80.Atualmente, após todas essas experiências, eu sinto as pessoas procurando outro tipo de equação: 1 + 1 = 3. Para a aritmética ela pode não ter lógica, mas faz sentidodo ponto de vista emocional e existencial. Existem você, eu e a nossa relação. O vínculo entre nós é algo diferente de uma simples somatória de nós dois. Nessa proposta de casamento, o que é meu é meu, o que é seu é seu e o que é nosso é nosso.Talvez aí esteja a grande mágica que hoje buscamos, a de preservar a individualidade sem destruir o vínculo afetivo. Tenho que preservar o meu eu, meu processo de descoberta, realização e crescimento, sem destruir a relação. Por outro lado, tenho que preservar o vínculo sem destruir a individualidade, sem me anular.Acho que assim talvez possamos chegar ao ano 2000 um pouco menos divididos entre a sede de expressão individual e a fome de amor e de partilhar a vida. Um pouco mais inteiros e felizes.Para isso, temos que compartilhar com nossos companheiros de uma verdadeira intimidade. Ser íntimo é ser próximo, é estar estreitamente ligado por laços de afeição e confiança.MATARAZZO, Maria Helena. Amar É Preciso. 22. ed. São Paulo: Editora Gente, 1992, p. 19-21O texto trata PRINCIPALMENTE,
    • A. 

      Da exatidão da matemática da vida.

    • B. 

      Dos movimentos de libertação feminina.

    • C. 

      Da loteria do sucesso no casamento.

    • D. 

      Do casamento no passado e no presente

  • 19. 
    Leia o texto abaixoAs AmazôniasEsse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu.É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995.O texto trata:
    • A. 

      Da importância econômica do rio Amazonas.

    • B. 

      Das características da região Amazônica.

    • C. 

      De um roteiro turístico da região do Amazonas.

    • D. 

      Do levantamento da vegetação amazônica.

  • 20. 
    Leia o texto abaixoMAR MORTOPara quem não sabe nadar, entrar na água do mar ou na piscina é sempre complicado. Precisa de colo de alguém ou de boia de plástico.Mas existe um mar em que nada afunda, de tanto sal que existe em sua água. Esse mar fica entre dois países do Oriente, Israel e a Jordânia, e se chama Mar Morto. Na verdade, não é um mar: é um grande lago, onde deságua o rio Jordão. Ele está 392 metros abaixo do nível do mar, e é o ponto mais baixo de toda a superfície do planeta. De tão grande, parece mesmo um mar: tem 85 quilômetros de comprimento e 17 quilômetros de largura. É tanto sal em suas águas que não tem peixe, alga ou camarão que consiga viver ali dentro.Por isso o nome de Mar Morto.A lama que existe no fundo faz muito bem para a pele e tem propriedades medicinais. As pessoas vão ao Mar Morto também para fazer tratamento de beleza com lama! Não é preciso mergulhar no sal para ir atrás dessa poção mágica de beleza. Perto dali, existem lojinhas que vendem sabonete feito com a lama do fundo do lago. O Mar Morto é realmente um lugar diferente!Só vendo para acreditar.Disponível em: Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.No trecho “... que consiga viver ali dentro.”, a palavra destacada indica
    • A. 

      Tempo.

    • B. 

      Modo.

    • C. 

      Lugar.

    • D. 

      Intensidade.

  • 21. 
    Ontem, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a distribuição de tablets para alunos de escolas públicas do Brasil a partir de 2012 e o ministro da Educação, Fernando Haddad, durante a 15ª Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, divulgou o projeto que pretende universalizar o acesso dos alunos à tecnologia. Haddad disse que o MEC está em processo de transformação e que o projeto pretende também fortalecer "a indústria, os autores e as editoras, para que não venhamos a sofrer um problema de sustentabilidade, com a questão da pirataria." Ele não especificou a quantidade de tablets que o MEC comprará, mas disse que estará na casa das "centenas de milhares".Disponível em: <http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/mec_distribuira_tablets_para_ alunos_da_rede_publica_a_partir_de_2012 >. Acesso em: 16 set. 2011. (Adaptação)A potência que melhor expressa a quantidade de tablets citada pelo Ministro da Educação Fernando Haddad é (entenda-se que 10^3 = 103)
    • A. 

      10^3.

    • B. 

      10^4.

    • C. 

      10^5.

    • D. 

      10^6.

  • 22. 
    O texto a seguir trata da BiotecnologiaO uso da Biotecnologia teve o seu início com os processos fermentativos, cuja utilização transcende, de muito, o início da era Cristã, confundindo-se com a própria história da humanidade. A produção de bebidas alcoólicas pela fermentação de grãos de cereais já era conhecida pelos sumérios e babilônios antes do ano 6.000 a.C. [...] Entretanto, não eram conhecidos os agentes causadores das fermentações que ficaram ocultos por muito tempo. No século dezessete, o pesquisador Antom Van Leeuwenhock, através da visualização em microscópio, descreveu a existência de seres tão minúsculos que eram invisíveis a olho nu. [...] Mas foi somente em 1876 que Louis Pasteur provou que a causa das fermentações era a ação desses seres minúsculos, os microrganismos, caindo por terra a teoria, até então vigente, de que a fermentação era um processo puramente químico.Disponível em: <http://www.hottopos.com/regeq10/rafael.htm>. Acesso em: 11 set. 2011. (Adaptação)Com base nesse texto, desde o início do uso da fermentação para produção de bebidas alcoólicas, em 6.000 a.C., até Pasteur provar a causa das fermentações, em 1876, passaram-se
    • A. 

      7 séculos.

    • B. 

      10 séculos.

    • C. 

      58 séculos.

    • D. 

      78 séculos.

  • 23. 
    Pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que o conjunto de pixels forma a imagem inteira. Por exemplo, a figura abaixo representa uma imagem com resolução de 18 pixels de largura por 9 pixels de altura.Se uma determinada imagem retangular tem a resolução de 1024 pixels de largura e de 768 pixels de altura, pode-se afirmar que o número total de pixels da imagem é
    • A. 

      Menor que 200 mil.

    • B. 

      Maior que 200 mil e menor que 400 mil.

    • C. 

      Maior que 400 mil e menor que 700 mil.

    • D. 

      Maior que 700 mil.

  • 24. 
    Uma pesquisa sobre a quantidade de horas que um usuário fica na Internet é apresentada na seguinte tabela:Com base nesses dados, assinale a alternativa que contempla a única afirmação correta.
    • A. 

      Menos de um terço dos entrevistados utilizam a Internet até 30h por semana.

    • B. 

      Mais de um terço dos entrevistados utilizam a Internet entre 11h e 40h por semana.

    • C. 

      Menos da metade dos entrevistados utilizam a Internet até 40h por semana.

    • D. 

      Mais da metade dos entrevistados utilizam a Internet entre 11h e 40h por semana.

  • 25. 
    Areia com óxido de grafite filtra mais eficazmente a água. Técnica desenvolvida por cientistas pode ser solução para escassez de água potável.A areia tem sido ao longo dos tempos utilizada para purificar a água. É, de resto, o potabilizador mais comum desde há 6000 anos. Um grupo de cientistas da Universidade de Rice, em Houston (EUA), criou agora uma super-areia que tem a capacidade de filtragem cinco vezes superior à areia vulgar.[...] Este novo material poderá ser uma mais-valia para alguns países em vias de desenvolvimento onde a água potável escasseia. [...] Num teste para analisar o nível de mercúrio, verificou-se que esta nova areia foi capaz de absorver o metal durante 50 minutos.Disponível em:  <http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49781&op=all>. Acesso em: 11 set. 2011.Com base nesse texto, pode-se afirmar que, se o teste fosse realizado com a areia vulgar, ela absorveria o metal durante
    • A. 

      5 min.

    • B. 

      10 min.

    • C. 

      15 min.

    • D. 

      20 min.

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