Economia Açucareira

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Economia Açucareira

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Questions and Answers
  • 1. 
    A produção de açúcar, no Brasil colonial:
    • A. 

      Possibilitou o povoamento e a ocupação de todo o território nacional, enriquecendo grande parte da população.

    • B. 

      Praticada por grandes, médios e pequenos lavradores, permitiu a formação de uma sólida classe média rural.

    • C. 

      Consolidou no Nordeste uma economia baseada no latifundiário monocultor e escravocrata que atendia aos interesses do sistema português.

    • D. 

      Desde o início garantiu o enriquecimento da região Sul do país e foi a base econômica de sua hegemonia na República.

    • E. 

      Não exigindo muitos braços, desencorajou a importação de escravos, liberando capitais para atividades mais lucrativas.

  • 2. 
    A história econômica e social do Brasil Colonial está pontilhada de crises de abastecimento que podem ser explicadas por:
    • A. 

      Desvio da produção de alimentos para o consumo das tropas e abastecimento do Oriente.

    • B. 

      maior atenção e investimento nos setores extrativos da economia colonial, durante o primeiro século da colonização.

    • C. 

      Predominância dos setores voltados para a produção de exportação.

    • D. 

      baixa produtividade das lavouras indígenas responsáveis pelo abastecimento das cidades.

    • E. 

      constantes ataques de piratas, que paralisavam a importação de gêneros alimentícios da Europa.

  • 3. 
    A organização da agromanufatura açucareira no Brasil Colônia está ligada ao sentido geral da colonização portuguesa, cuja dinâmica estava baseada na
    • A. 

      Pesada carga de taxas e impostos sobre o trabalho livre, com o objetivo de isentar de tributos o trabalho escravo.

    • B. 

      Unidade produtiva voltada para a mobilidade mercantil interna, ampliada pelo desenvolvimento de atividades artesanais, industriais e comerciais.

    • C. 

      Estrutura de produção, que objetivava a urbanização e a criação de maior espaço para os homens livres da colônia.

    • D. 

      Pequena empresa, que procurava viabilizar a produção açucareira apenas para o mercado interno.

    • E. 

      propriedade latifundiária escravista, para atender aos interesses da Metrópole Portuguesa de garantir a produção de açúcar em larga escala para o comércio externo.

  • 4. 
    Leia o texto.   "Nassau chegou em 1637 e partiu em 1644, deixando a marca do administrador. Seu período é o mais brilhante de presença estrangeira. Nassau renovou a administração (...) Foi relativamente tolerante com os católicos, permitindo-lhes o livre exercício do culto. Como também com os judeus (depois dele não houve a mesma tolerância, nem com os católicos e nem com os judeus - fato estranhável, pois a Companhia das Índias contava muito com eles, como acionistas ou em postos eminentes). Pensou no povo, dando-lhe diversões, melhorando as condições do porto e do núcleo urbano (...), fazendo museus de arte, parques botânicos e zoológicos, observatórios astronômicos".                                                                             (Francisco lglésias)   Esse texto refere-se
    • A. 

      à chegada e instalação dos puritanos ingleses na Nova Inglaterra, em busca de liberdade religiosa.

    • B. 

      à invasão holandesa no Brasil, no período de União lbérica, e à fundação da Nova Holanda no nordeste açucareiro.

    • C. 

      às invasões francesas no litoral fluminense e à instalação de uma sociedade cosmopolita no Rio de Janeiro.

    • D. 

      Ao domínio flamengo nas Antilhas e à criação de uma sociedade moderna, influenciada pelo Renascimento.

    • E. 

      ao estabelecimento dos sefardins, expulsos na Guerra da Reconquista lbérica, nos Países Baixos e à fundação da Companhia das Índias Ocidentais.

  • 5. 
    Constituíram importantes fatores para o sucesso da lavoura canavieira no início da colonização do Brasil:
    • A. 

      O domínio espanhol, que possibilitou o crescimento do mercado consumidor interno.

    • B. 

      O predomínio da mão-de-obra livre com técnicas avançadas.

    • C. 

      O financiamento, transporte e refinação nas mãos da Holanda e a produção a cargo de Portugal.

    • D. 

      A expulsão dos holandeses que trouxe a imediata recuperação dos mercados e ascensão econômica dos senhores de engenho.

    • E. 

      A estrutura fundiária, baseada na pequena propriedade voltada para o consumo interno.

  • 6. 
    Sobre a estrutura social e econômica dos engenhos coloniais no Brasil, marque a opção certa:
    • A. 

      A escravidão era a forma de trabalho predominante, fazendo com que não houvesse qualquer divisão técnica do trabalho

    • B. 

      Na agro-manufatura do açúcar, os escravos trabalhavam nas plantações de cana-de-açúcar enquanto os homens livres se ocupavam do trabalho nos engenhos

    • C. 

      Os engenhos mantinham uma divisão do trabalho muito desenvolvida, com escravos realizando tarefas simples e homens livres realizando atividades que exigiam maior conhecimento técnico

    • D. 

      apesar de uma certa divisão do trabalho ser estabelecida nos engenhos, geralmente os homens livres se ocupavam das tarefas menos importantes e mais simples, em que se exigia somente a força física

    • E. 

      A sociedade colonial era bem homogênea, não havendo, com isso, grande distinção social.

  • 7. 
    A função histórica das colônias era completar a economia das metrópoles; no caso brasileiro, a atividade econômica que iniciou este papel histórico foi:
    • A. 

      A criação de gado, facilitando a penetração e povoamento do sertão.

    • B. 

      A cana-de-açúcar, produto em expansão no mercado europeu, que permitiu a ocupação efetiva da colônia.

    • C. 

      A exploração do ouro, fato que consolidou o modelo metalista de mercantilismo português.

    • D. 

      A exploração de drogas do sertão, utilizando trabalho indígena através de missões jesuíticas.

    • E. 

      A produção de gêneros de primeira necessidade voltados para o mercado interno.

  • 8. 
    "Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda." (Antonil, CULTURA E OPULÊNCIA DO BRASIL, 1711, livro 1, Capítulo, IX).   Assinale a opção que, baseada na citação do jesuíta Antonil, justifica corretamente os fundamentos da sociedade colonial.
    • A. 

      A sociedade colonial se resumia ao mundo da casa-grande e da senzala, espaços fundamentais de um mundo rural mediado pelos engenhos açucareiros.

    • B. 

      O ideal de sociedade colonial, segundo os inacianos, era o de uma sociedade de missões, o que explica a crítica do jesuíta Antonil à escravidão.

    • C. 

      A estrutura social do Brasil Colônia era fundamentalmente escravista, uma vez que os setores essenciais da economia colonial, a exemplo da agro-manufatura do açúcar, dependiam do trabalho escravo, sobretudo dos africanos.

    • D. 

      A sociedade escravista erigida na Colônia sempre foi condenada pelos jesuítas que, a exemplo de Antonil, desejavam ardorosamente que índios e africanos se dedicassem ao mundo de Deus.

    • E. 

      A sociedade colonial possuía duas classes, senhores e escravos, pólos antagônicos do latifúndio ou da "fazenda" mencionada por Antonil.

  • 9. 
    Sobre a Guerra dos Mascates, é correto afirmar que ela
    • A. 

      teve conotação nativista, mas não antilusitana, uma vez que foi um movimento resultante da luta entre os grandes proprietários de terras de Olinda e o governo, pelo comércio interno do açúcar no Recife.

    • B. 

      Resultou da insatisfação das camadas mais pobres da população da vila de Olinda contra o controle da produção e comercialização dos produtos de exportação impostos pelos comerciantes de Recife.

    • C. 

      refletiu a lógica do sistema colonial: de um lado, os colonos latifundiários de Olinda endividados e empobrecidos; de outro, os comerciantes metropolitanos de Recife, credores e enriquecidos.

    • D. 

      Significou o marco inicial da formação do nativismo na colônia: de um lado, criou um forte sentimento antilusitano que se enraizou em Olinda; de outro intensificou a luta contra os comerciantes lusos de Recife.

    • E. 

      Foi um dos mais importantes movimentos de resistência colonial: de um lado, a recusa dos proprietários rurais de Olinda em obedecer a metrópole; de outro, a luta dos comerciantes de Recife pelo monopólio do açúcar.

  • 10. 
    Com relação à economia do açúcar e da pecuária no nordeste durante o período colonial, é correto afirmar que:
    • A. 

      Por serem as duas atividades essenciais e complementares, portanto as mais permanentes, foram as que mais usaram escravos.

    • B. 

      A primeira, tecnologicamente mais complexa, recorria à escravidão, e a segunda, tecnologicamente mais simples, ao trabalho livre.

    • C. 

      A técnica era rudimentar em ambas, na agricultura por causa da escravidão, e na criação de animais por atender ao mercado interno.

    • D. 

      Tanto em uma quanto em outra, desenvolveram-se formas mistas e sofisticadas de trabalho livre e de trabalho compulsório.

    • E. 

      Por serem diferentes e independentes uma da outra, não se pode estabelecer qualquer tentativa de comparação entre ambas.

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