A Formação Do Mundo Medieval E Islamismo - 1ª Série - 1º Período

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A Formação Do Mundo Medieval E Islamismo - 1ª Série - 1º Período

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Questions and Answers
  • 1. 
    (Unicamp 2012)  A longa presença de povos árabes no norte da África, mesmo antes de Maomé, possibilitou uma interação cultural, um conhecimento das línguas e costumes, o que facilitou posteriormente a expansão do islamismo. Por outro lado, deve-se considerar a superioridade bélica de alguns povos africanos, como os sudaneses, que efetivaram a conversão e a conquista de vários grupos na região da Núbia, promovendo uma expansão do Islã que não se apoia na presença árabe.   (Adaptado de Luiz Arnaut e Ana Mônica Lopes, História da África: uma introdução. Belo Horizonte: Crisálida, 2005, p. 29-30.)   Sobre a presença islâmica na África é correto afirmar que: 
    • A. 

      O princípio religioso do esforço de conversão, a jihad, foi marcado pela violência no norte da África e pela aceitação do islamismo em todo o continente africano.

    • B. 

      Os processos de interação cultural entre árabes e africanos, como os propiciados pelas relações comerciais, são anteriores ao surgimento do islamismo.

    • C. 

      A expansão do islamismo na África ocorreu pela ação dos árabes, suprimindo as crenças religiosas tradicionais do continente.

    • D. 

      O islamismo é a principal religião dos povos africanos e sua expansão ocorreu durante a corrida imperialista do século XIX.

  • 2. 
    (Fuvest 2012)  A palavra “feudalismo” carrega consigo vários sentidos. Dentre eles, podem-se apontar aqueles ligados a 
    • A. 

      Sociedades marcadas por dependências mútuas e assimétricas entre senhores e vassalos.

    • B. 

      Relações de parentesco determinadas pelo local de nascimento, sobretudo quando urbano.

    • C. 

      Regimes inteiramente dominados pela fé religiosa, seja ela cristã ou muçulmana.

    • D. 

      Altas concentrações fundiárias e capitalistas.

    • E. 

      Formas de economias de subsistência pré-agrícolas.

  • 3. 
    (Ifsp 2012)  (...) a própria vocação do nobre lhe proibia qualquer atividade econômica direta. Ele pertencia de corpo e alma a sua função própria (...).  (Bloch, Marc. A Sociedade Feudal. Lisboa, 1987)  Tomando por base o contexto da Europa Medieval, é possível concluir que a nobreza feudal 
    • A. 

      Por ser proprietária das terras, trabalhava arduamente na produção agrícola dos feudos.

    • B. 

      Enriquecia de maneira indireta, fazendo o comércio e obtendo lucro com a venda dos excedentes.

    • C. 

      Dedicava-se às atividades militares, cabendo aos servos as tarefas produtivas.

    • D. 

      Contrariando a Igreja, obtinha lucro emprestando dinheiro aos servos e cobrando juros.

    • E. 

      Dedicava-se ao trabalho manufatureiro, considerado mais nobre do que o trabalho agrícola.

  • 4. 
    (Unesp 2012)  [Na época feudal] o mundo terrestre era visto como palco da luta entre as forças do Bem e as do Mal, hordas de anjos e demônios. Disso decorria um dos traços mentais da época: a belicosidade.  (Hilário Franco Junior. O feudalismo, 1986. Adaptado.)   A belicosidade (disposição para a guerra) mencionada expressava-se, por exemplo, 
    • A. 

      No ingresso de homens de todas as camadas sociais na cavalaria e na sua participação em torneios.

    • B. 

      No pacto que reunia senhores e servos e determinava as chamadas relações vassálicas.

    • C. 

      Na ampla rejeição às Cruzadas e às tentativas cristãs de reconquista de Jerusalém.

    • D. 

      No empenho demonstrado nas lutas contra muçulmanos, vikings e diferentes formas de heresias.

    • E. 

      Na submissão de senhores e vassalos, reis e súditos, ao Islamismo.

  • 5. 
    (Uespi 2012)  As pregações de Maomé não agradaram a grupos importantes, politicamente, da sociedade árabe. Suas concepções e crenças: 
    • A. 

      Adotavam o monoteísmo e tinham relações com o cristianismo, conseguindo adesão de muitos que visitavam Meca.

    • B. 

      Eram elitistas, sem preocupação com a situação de miséria da época e a violência das guerras entre as tribos.

    • C. 

      Desconsideravam as questões sociais e visavam firmar um império poderoso para combater os cristãos no Ocidente.

    • D. 

      Defendiam a liberdade para todos os povos e prescindiam da adoção de um livro sagrado para orientar as orações.

    • E. 

      Tinham relações com a filosofia grega, desprezando o espiritualismo exagerado e organizando o poder dos sacerdotes.

  • 6. 
    (Unesp 2012)  (...) o elemento religioso não limitou os seus efeitos ao fortalecimento, no mundo da cavalaria, do espírito de corpo; exerceu também uma ação poderosa sobre a lei moral do grupo. Antes de o futuro cavaleiro receber a sua espada, no altar, era-lhe exigido um juramento, que especificava as suas obrigações.  (Marc Bloch. A sociedade feudal, 1987.)   O texto mostra que os cavaleiros medievais, entre outros aspectos de sua formação e conduta, 
    • A. 

      Mantinham-se fieis aos comerciantes das cidades, a quem deviam proteger e defender na vida cotidiana e em caso de guerra.

    • B. 

      Privilegiavam, na sua formação, os aspectos religiosos, em detrimento da preparação e dos exercícios militares.

    • C. 

      Valorizavam os torneios, pois neles mostravam seus talentos e sua força, ganhando prestígio e poder no mundo medieval.

    • D. 

      Agiam apenas de forma individual, realizando constantes disputas e combates entre si.

    • E. 

      Definiam-se como uma ordem particular dentro da rígida estrutura feudal, mas mantinham vínculos profundos com a Igreja.

  • 7. 
    (Ufpr 2011)  A presença islâmica na Península Ibérica estende-se desde 711, data da Batalha de Guadalete, quando os visigodos são vencidos pelos invasores árabes, até o século XV, quando, em 1492, os reis católicos da Espanha conquistam o reino de Granada, último núcleo muçulmano na Península.   Tal convivência entre as culturas ocidental e árabe num mesmo espaço geográfico, durante cerca de sete séculos, teve como consequência principal: 
    • A. 

      A realização de uma síntese cultural que gera, nos séculos medievais, uma cultura peninsular mais pobre do que em qualquer outra parte da cristandade ocidental.

    • B. 

      A interpretação e atualização da cultura clássica na cristandade ocidental através das contribuições dos árabes.

    • C. 

      Uma simpatia permanente entre cristãos e árabes que limitou o movimento das Cruzadas na Terra Santa.

    • D. 

      O atraso da Península Ibérica nas ciências ditas experimentais – medicina, astronomia, matemática, cartografia e geografia.

    • E. 

      O desenvolvimento de um estilo artístico nas mesquitas que privilegia as representações de figuras humanas.

  • 8. 
    (Espcex (Aman) 2011)  Durante o feudalismo na Europa Ocidental, uma série de obrigações submetia servos e vilões aos seus senhores. Uma delas era a banalidade, que consistia na(o) 
    • A. 

      Prestação de serviços gratuitos no campo do senhor em alguns dias da semana.

    • B. 

      Entrega de parte da produção agrícola ou do rebanho do servo ao senhor.

    • C. 

      Pagamento de taxas ao senhor pelo uso de instalações do feudo, como o moinho, o forno, o celeiro, bem como outras instalações.

    • D. 

      Pagamento de tributo pela família de um servo morto para que seus herdeiros mantivessem a posse da terra.

    • E. 

      Pagamento de uma taxa ao senhor, correspondente ao número de pessoas que o servo mantinha sob sua responsabilidade.

  • 9. 
    (Unesp 2011)  [Na Idade Média] Homens e mulheres gostavam muito de festas. Isso vinha, geralmente, tanto das velhas tradições pagãs (...), quanto da liturgia cristã.  (Jacques Le Goff. A Idade Média explicada aos meus filhos, 2007.)   Sobre essas festas medievais, podemos dizer que 
    • A. 

      Muitos relatos do cotidiano medieval indicam que havia um confronto entre as festas de origem pagã e as criadas pelo cristianismo.

    • B. 

      Os torneios eram as principais festas e rompiam as distinções sociais entre senhores e servos que, montados em cavalos, se divertiam juntos.

    • C. 

      A Igreja Católica apoiava todo tipo de comemoração popular, mesmo quando se tratava do culto a alguma divindade pagã.

    • D. 

      As festas rurais representavam sempre as relações sociais presentes no campo, com a encenação do ritual de sagração de cavaleiros.

    • E. 

      Religiosos e nobres preferiam as festas privadas e pagãs, recusando-se a participar dos grandes eventos públicos cristãos.

  • 10. 
    (Unesp 2010)  Com a ruralização, a tendência à autossuficiência de cada latifúndio e as crescentes dificuldades nas comunicações, os representantes do poder imperial foram perdendo capacidade de ação sobre vastos territórios. Mais do que isso, os próprios latifundiários foram ganhando atribuições anteriormente da alçada do Estado.  (FRANCO, Hilário Jr. O feudalismo. São Paulo: Brasiliense, 1986. Adaptado.)  A característica do feudalismo mencionada no fragmento é 
    • A. 

      O desaparecimento do poder militar, provocado pelas invasões bárbaras.

    • B. 

      A fragmentação do poder político central.

    • C. 

      O aumento da influência política e financeira da Igreja Católica.

    • D. 

      A constituição das relações de escravidão.

    • E. 

      O estabelecimento de laços de servidão e vassalagem.

  • 11. 
    (Unesp 2010)  [Na Idade Média], chamava-se ‘lepra’ a muitas doenças. Toda erupção pustulenta, a escarlatina, por exemplo, qualquer afecção cutânea passava por lepra. Ora, havia, com relação à lepra, um terror sagrado: os homens daquele tempo estavam persuadidos de que no corpo reflete-se a podridão da alma. O leproso era, só por sua aparência corporal, um pecador. Desagradara a Deus e seu pecado purgava através dos poros.  (DUBY, Georges. Ano 1000 Ano 2000. Na pista de nossos medos. São Paulo: Unesp, 1998.)   O texto mostra a associação entre doença e religião na Idade Média. Isso ocorre porque os homens do período 
    • A. 

      Abandonaram o conhecimento científico, acumulado na Antiguidade, sobre saúde e doença; daí a época medieval ser apropriadamente chamada de “era das trevas”.

    • B. 

      Recusavam-se a admitir que as condições de higiene então existentes fossem inadequadas e preferiam criar explicações astrológicas para os males que os afligiam.

    • C. 

      Estigmatizavam os portadores de doenças e os isolavam, ao contrário do que ocorre hoje, quando todos os doentes são aceitos no convívio social e recebem tratamento adequado.

    • D. 

      Eram marcados pelo imaginário cristão, que apresentava o mundo como um espaço de conflito ininterrupto entre forças divinas e forças demoníacas.

    • E. 

      Rejeitavam a medicina, pois a associavam a práticas mágicas e a curandeirismo, preferindo recorrer a exorcistas a aceitar os tratamentos prescritos nos hospitais.

  • 12. 
    (Upe 2009)  Na Idade Média, Bizâncio era um importante centro comercial e político. Merecem destaques seus feitos culturais, mostrando senso estético apurado e uso das riquezas existentes no Império. Na sua arquitetura, a igreja de Santa Sofia destacou-se pela
    • A. 

      Sua afinação com o estilo gótico, com exploração dos vitrais e o uso de metais na construção dos altares.

    • B. 

      Simplicidade das suas linhas geométricas, negando a grandiosidade como nas outras obras existentes em Bizâncio.

    • C. 

      Grande riqueza da sua construção, com uso de mosaicos coloridos e colunas de mármores suntuosas.

    • D. 

      Imitação que fazia dos templos gregos, com altares dedicados aos mitos mais conhecidos, revelando paganismo.

    • E. 

      Consagração dos valores católicos medievais, em que a riqueza interior era importante em toda cultura existente.

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