CivilizaÇÃo Romana

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CivilizaÇÃo Romana

Questions and Answers
  • 1. 
    (Unicamp 2014)  O termo “bárbaro” teve diferentes significados ao longo da história. Sobre os usos desse conceito, podemos afirmar que: 
    • A. 

      Bárbaro foi uma denominação comum a muitas civilizações para qualificar os povos que não compartilhavam dos valores destas mesmas civilizações.

    • B. 

      Entre os gregos do período clássico o termo foi utilizado para qualificar povos que não falavam grego e depois disso deixou de ser empregado no mundo mediterrâneo antigo.

    • C. 

      Bárbaros eram os povos que os germanos classificavam como inadequados para a conquista, como os vândalos, por exemplo.

    • D. 

      Gregos e romanos classificavam de bárbaros povos que viviam da caça e da coleta, como os persas, em oposição aos povos urbanos civilizados.

  • 2. 
    (Ufpr 2014)  Sobre a religião da Roma Antiga, considere as afirmativas abaixo:   1. Os Jogos Olímpicos eram a principal cerimônia pública de adoração aos deuses, com a consagração de atletas de diversas partes do domínio romano, representando as mais diferentes divindades dos territórios conquistados. 2. Roma Antiga era politeísta, com deuses antropomórficos incorporados de povos conquistados, especialmente dos gregos. A expansão do domínio romano promoveu a coexistência dessa religião com religiões locais que não conflitassem com os rituais romanos. 3. Havia dois tipos de cultos: os promovidos pelo Estado romano, que dedicava rituais, festivais e templos aos grandes deuses, e o culto doméstico, voltado para antepassados e espíritos domésticos (denominados Lares). 4. O fim da pax romana ocorreu com a expansão do cristianismo, que substituiu o culto doméstico romano pelo monoteísmo, promovendo contestação do poder do Imperador entre os cidadãos romanos.  Assinale a alternativa correta:
    • A. 

      Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.

    • B. 

      Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.

    • C. 

      Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.

    • D. 

      Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.

    • E. 

      Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.

  • 3. 
    (Fuvest 2014)  César não saíra de sua província para fazer mal algum, mas para se defender dos agravos dos inimigos, para restabelecer em seus poderes os tribunos da plebe que tinham sido, naquela ocasião, expulsos da Cidade, para devolver a liberdade a si e ao povo romano oprimido pela facção minoritária.   Caio Júlio César. A Guerra Civil. São Paulo: Estação Liberdade, 1999, p. 67.     O texto, do século I a.C., retrata o cenário romano de  
    • A. 

      Implantação da Monarquia, quando a aristocracia perseguia seus opositores e os forçava ao ostracismo, para sufocar revoltas oligárquicas e populares.

    • B. 

      Transição da República ao Império, período de reformulações provocadas pela expansão mediterrânica e pelo aumento da insatisfação da plebe.

    • C. 

      Consolidação da República, marcado pela participação política de pequenos proprietários rurais e pela implementação de amplo programa de reforma agrária.

    • D. 

      Passagem da Monarquia à República, período de consolidação oligárquica, que provocou a ampliação do poder e da influência política dos militares.

    • E. 

      Decadência do Império, então sujeito a invasões estrangeiras e à fragmentação política gerada pelas rebeliões populares e pela ação dos bárbaros.

  • 4. 
    (Ufg 2014)  Leia o verbete a seguir.   vândalo (do latim vandalus). S. m. 1. Membro de um povo germânico de bárbaros que, na Antiguidade, devastaram o Sul da Europa e o Norte da África. 2. Fig. Aquele que destrói monumentos ou objetos respeitáveis. 3. Fam. Indivíduo que tudo destrói, quebra, rebenta. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio Século XXI: dicionário da língua portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. (Adaptado).   O verbete “vândalo” indica que o mesmo termo adquire diferentes significados. O sentido predominante no dicionário citado, e amplamente empregado na cobertura midiática das recentes manifestações no Brasil, decorre da prevalência, na cultura ocidental, de uma 
    • A. 

      Visão de mundo dos romanos, que, negando a cultura dos povos germânicos, consolidou a dicotomia entre civilização e barbárie.

    • B. 

      Mentalidade medieval, que, após a queda do Império Romano, se apropriou da herança cultural dos povos germânicos conquistadores, valorizando-a.

    • C. 

      Concepção renascentista, que resgatou os valores cristãos da sociedade romana, reprimidos desde as invasões dos povos bárbaros.

    • D. 

      Imagem construída por povos dominados pelo Império, que identificaram os vândalos como símbolo de resistência à expansão romana.

    • E. 

      Percepção resultante dos conflitos internos entre os povos germânicos que disseminou uma imagem negativa em relação aos vândalos.

  • 5. 
    (Enem 2013)  Durante a realeza, e nos primeiros anos republicanos, as leis eram transmitidas oralmente de uma geração para outra. A ausência de uma legislação escrita permitia aos patrícios manipular a justiça conforme seus interesses. Em 451 a.C., porém, os plebeus conseguiram eleger uma comissão de dez pessoas – os decênviros – para escrever as leis. Dois deles viajaram a Atenas, na Grécia, para estudar a legislação de Sólon.   COULANGES, F. A cidade antiga. São Paulo: Martins Fontes, 2000.   A superação da tradição jurídica oral no mundo antigo, descrita no texto, esteve relacionada à 
    • A. 

      Adoção do sufrágio universal masculino.

    • B. 

      Extensão da cidadania aos homens livres.

    • C. 

      Afirmação de instituições democráticas.

    • D. 

      Implantação de direitos sociais.

    • E. 

      Tripartição dos poderes políticos.

  • 6. 
    (Fuvest 2013)  A escravidão na Roma antiga 
    • A. 

      Permaneceu praticamente inalterada ao longo dos séculos, mas foi abolida com a introdução do cristianismo.

    • B. 

      Previa a possibilidade de alforria do escravo apenas no caso da morte de seu proprietário.

    • C. 

      Era restrita ao meio rural e associada ao trabalho braçal, não ocorrendo em áreas urbanas, nem atingindo funções intelectuais ou administrativas.

    • D. 

      Pressupunha que os escravos eram humanos e, por isso, era proibida toda forma de castigo físico.

    • E. 

      Variou ao longo do tempo, mas era determinada por três critérios: nascimento, guerra e direito civil.

  • 7. 
    (Unesp 2012)  A escravatura [na Roma antiga] foi praticada desde os tempos mais remotos dos reis, mas seu desenvolvimento em grande escala foi consequência das guerras de conquista […].   (Patrick Le Roux. Império Romano, 2010.)   Sobre a escravidão na Roma antiga, é correto afirmar que   
    • A. 

      Assemelhava-se à escravidão ocorrida no Brasil colonial, pois era determinada pela procedência e pela raça.

    • B. 

      Aumentou significativamente durante a expansão romana pelo Mar Mediterrâneo.

    • C. 

      Atingiu o auge com a ocupação romana da Germânia e de territórios na Europa Central.

    • D. 

      Diminuiu bastante após a implantação do Império e foi abolida pelos imperadores cristãos.

    • E. 

      Diferenciava-se da escravidão ocorrida no Brasil colonial, pois os escravos romanos nunca podiam se tornar livres.

  • 8. 
    (Ufrgs 2011)  Durante a República Romana, a escravidão aumentou consideravelmente sua importância na sociedade e na economia, contribuindo para a crescente dependência da República Romana em relação à mão de obra escrava.   A dependência da mão de obra escrava na República Romana devia-se
    • A. 

      à expansão das grandes propriedades e ao aniquilamento da pequena propriedade rural.

    • B. 

      às guerras de conquista empreendidas por Roma, as quais contribuíram decisivamente para predomínio dessa relação de trabalho.

    • C. 

      à inexistência de mão de obra livre e ao desinteresse da população pelos trabalhos manuais.

    • D. 

      Aos conflitos entre patrícios e plebeus na luta pela terra.

    • E. 

      à necessidade de ampliação da oferta de mão de obra para o desenvolvimento do artesanato.