Simulado Língua Portuguesa - questões Enem 2009

11 Questes  I  By Icetec on March 24, 2010
10 questões de português elaboradas pela equipe do Inep de acordo com a reformulação do Enem - Agora na forma on-line by Professor Isaac. Divirta-se.

  
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Question Excerpt

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1.  Concordo plenamente com o artigo "Revolucione a sala de aula". É preciso que valorizemos o ser humano, seja ele estudante, seja professor. Acredito na importância de aprender a respeitar nossos limites e superá-los, quando possível, o que será mais fácil se pudermos desenvolver a capacidade de relacionamento em sala de aula. Como arquiteta, concordo com a postura de valorização do indivíduo, em qualquer situação: se procurarmos uma relação de respeito e colaboração, seguramente estaremos criando a base sólida de uma vida melhor.Tania Bertoluci de Souza, Porto Alegre, RS, Disponível em: <:http://www.kanitz.com.br/veja/cartas.htm>. Acesso em: 2 maio 2009 (com adaptações). Em uma sociedade letrada como a nossa, são construídos textos diversos para dar conta das necessidades cotidianas de comunicação. Assim, para utilizar-se de algum gênero textual, é preciso que conheçamos os seus elementos. A carta de leitor é um gênero textual que
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2.  José Dias precisa sair de sua casa e chegar até o trabalho, conforme mostra o Quadro 1. Ele vai de ônibus e pega três linhas: 1) de sua casa até o terminal de integração entre a zona norte e a zona central; 2) deste terminal até outro entre as zonas central e sul; 3) deste último terminal até onde trabalha. Sabe-se que há uma correspondência numérica, nominal e cromática das linhas que José toma, conforme o Quadro 2. José Dias deverá, então, tomar a seguinte sequência de linhas de ônibus, para ir de casa ao trabalho:
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3.  Comparando as figuras, que apresentam mobiliários de épocas diferentes, ou seja, a figura 1 corresponde a um projeto elaborado por Fernando e Humberto Campana e a figura 2, a um mobiliário do reinado de D. João VI, pode-se afirmar que
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4.  O poema de Manoel de Barros será utilizado para resolver as questões 4 e 5.O apanhador de desperdíciosUso a palavra para compor meus silêncios.Não gosto das palavrasfatigadas de informar.Dou mais respeitoàs que vivem de barriga no chãotipo água pedra sapo.Entendo bem o sotaque das águasDou respeito às coisas desimportantese aos seres desimportantes.Prezo insetos mais que aviões.Prezo a velocidadedas tartarugas mais que a dos mísseis.Tenho em mim um atraso de nascença.Eu fui aparelhadopara gostar de passarinhos.Tenho abundância de ser feliz por isso.Meu quintal é maior do que o mundo.Sou um apanhador de desperdícios:Amo os restoscomo as boas moscas.Queria que a minha voz tivesse um formatode canto.Porque eu não sou da informática:eu sou da invencionática.Só uso a palavra para compor meus silêncios.BARROS, Manoel de. O apanhador de desperdícios. In. PINTO, Manuel da Costa.Antologia comentada da poesia brasileira do século 21. São Paulo: Publifolha, 2006. p. 73-74.
5.  É próprio da poesia de Manoel de Barros valorizar seres e coisas considerados, em geral, demenor importância no mundo moderno. No poema de Manoel de Barros, essa valorização éexpressa por meio da linguagem
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6.  Considerando o papel da arte poética e a leitura do poema de Manoel de Barros, afirma-se que
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7.  Aumento do efeito estufa ameaça plantas, diz estudo.O aumento de dióxido de carbono na atmosfera, resultante do uso de combustíveisfósseis e das queimadas, pode ter consequências calamitosas para o clima mundial,mas também pode afetar diretamente o crescimento das plantas. Cientistas daUniversidade de Basel, na Suíça, mostraram que, embora o dióxido de carbono sejaessencial para o crescimento dos vegetais, quantidades excessivas desse gásprejudicam a saúde das plantas e têm efeitos incalculáveis na agricultura de váriospaíses.O Estado de São Paulo, 20 set. 1992, p.32.O texto acima possui elementos coesivos que promovem sua manutenção temática. A partir dessaperspectiva, conclui-se que
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8.  Texto ISer brotinho não é viver em um píncaro azulado; é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível,provocasse uma tosse de riso irresistível.CAMPOS, Paulo Mendes. Ser brotinho. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.).As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. p. 91.Texto IISer gagá não é viver apenas nos idos do passado: é muito mais! É saber que todos os amigos já morreram e os que teimam em viver são entrevados. É sorrir, interminavelmente, não pornecessidade interior, mas porque a boca não fecha ou a dentadura é maior que a arcada.FERNANDES, Millôr. Ser gagá. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.).As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. p. 225.Os textos utilizam os mesmos recursos expressivos para definir as fases da vida, entre eles,
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9.  Apesar da ciência, ainda é possível acreditar no sopro divino – o momento em que oCriador deu vida até ao mais insignificante dos micro-organismos?Resposta de Dom Odilo Scherer, cardeal arcebispo de São Paulo, nomeado pelo papa Bento XVI em 2007:“Claro que sim. Estaremos falando sempre que, em algum momento, começou a existir algo, para poder evoluir em seguida. O ato do criador precede a possibilidade de evolução: só evolui algo que existe. Do nada, nada surge e evolui.”LIMA, Eduardo. Testemunha de Deus. SuperInteressante, São Paulo, n. 263-A, p. 9, mar. 2009 (com adaptações).Resposta de Daniel Dennet, filósofo americano ateu e evolucionista radical, formado em Harvard e Doutor por Oxford: “É claro que é possível, assim como se pode acreditar que um super-homem veio para a Terra há 530 milhões de anos e ajustou o DNA da fauna cambriana, provocando a explosão da vida daquele período. Mas não há razão para crer em fantasias desse tipo.”LIMA, Eduardo. Advogado do Diabo. SuperInteressante, São Paulo, n. 263-A, p. 11, mar. 2009 (com adaptações).Os dois entrevistados responderam a questões idênticas, e as respostas a uma delas foramreproduzidas aqui. Tais respostas revelam opiniões opostas: um defende a existência de Deus e o outro não concorda com isso. Para defender seu ponto de vista,
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10.  SOUZA, Maurício de. [Chico Bento]. O Globo, Rio de Janeiro, Segundo Caderno, 19 dez. 2008, p.7.O personagem Chico Bento pode ser considerado um típico habitante da zona rural, comumentechamado de “roceiro” ou “caipira”. Considerando a sua fala, essa tipicidade é confirmadaprimordialmente pela
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11.  A sociedade atual testemunha a influência determinante das tecnologias digitais na vida dohomem moderno, sobretudo daquelas relacionadas com o computador e a internet. Entretanto,parcelas significativas da população não têm acesso a tais tecnologias. Essa limitação tem pelomenos dois motivos: a impossibilidade financeira de custear os aparelhos e os provedores deacesso, e a impossibilidade de saber utilizar o equipamento e usufruir das novas tecnologias. Aessa problemática, dá-se o nome de exclusão digital.No contexto das políticas de inclusão digital, as escolas, nos usos pedagógicos das tecnologias deinformação, devem estar voltadas principalmente para
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