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Simulado de Língua Portuguesa - Prova Brasil - p2

11 Questes  I  By Icetec
Simulado de Lngua Portuguesa - Prova Brasil - p2
Simulado de Língua Portuguesa, com exercícios da Prova Brasil, são 11 questões tendo 30 min para serem resolvidos.

  
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Question Excerpt

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1.  Texto ICinquenta camundongos, alguns dosquais clones de clones, derrubaram osobstáculos técnicos à clonagem. Eles foramproduzidos por dois cientistas da Universidadedo Havaí num estudo consideradorevolucionário pela revista britânica “Nature”,uma das mais importantes do mundo. [...]A notícia de que cientistas daUniversidade do Havaí desenvolveram umatécnica eficiente de clonagem fez muitospesquisadores temerem o uso do método paraclonar seres humanos.O Globo. Caderno Ciências e Vida. 23 jul. 1998, p. 36.Texto IICientistas dos EUA anunciaram aclonagem de 50 ratos a partir de células deanimais adultos, inclusive de alguns já clonados.Seriam os primeiros clones de clones, segundoestudos publicados na edição de hoje da revista“Nature”.A técnica empregada na pesquisa teriaum aproveitamento de embriões — dafertilização ao nascimento — três vezes maiorque a técnica utilizada por pesquisadoresbritânicos para gerar a ovelha Dolly.Folha de S.Paulo. 1º caderno – Mundo. 03 jul. 1998,p.16.________________________________________Os dois textos tratam de clonagem. Qual aspectodessa questão é tratado apenas no texto I?
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2.  Magia das árvores— Eu já lhe disse que as árvores fazemfrutos do nada e isso é a mais pura magia.Pense agora como as árvores são grandes efortes, velhas e generosas e só pedem emtroca um pouquinho de luz, água, ar e terra. Étanto por tão pouco! Quase toda a magia daárvore vem da raiz. Sob a terra, todas asárvores se unem. É como se estivessem demãos dadas. Você pode aprender muito sobrepaciência estudando as raízes. Elas vãopenetrando no solo devagarinho, vencendo aresistência mesmo dos solos mais duros. Aospoucos vão crescendo até acharem água.Não erram nunca a direção. Pedi uma vez aum velho pinheiro que me explicasse por queas raízes nunca se enganam quandoprocuram água e ele me disse que as outrasárvores que já acharam água ajudam as queainda estão procurando.— E se a árvore estiver plantada sozinhanum prado?— As árvores se comunicam entre si, nãoimporta a distância. Na verdade, nenhumaárvore está sozinha. Ninguém está sozinho.Jamais. Lembre-se disso.Máqui. Magia das árvores. São Paulo: FTD, 1992.________________________________________No trecho “Ninguém está sozinho. Jamais.Lembre-se disso.” (􀀁. 24-25), as frases curtasproduzem o efeito de
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3.  A dor de crescerPeríodo de passagem, tempo deagitação e turbulências. Um fenômenopsicológico e social, que terá diferentesparticularidades de acordo com o ambientesocial e cultural. Do latim ad, que quer dizerpara, e olescer, que significa crescer, mastambém adoecer, enfermar. Todas essasdefinições, por mais verdadeiras que sejam,foram formuladas por adultos."Adolescer dói" 􀀁 dizem as psicanalistas[Margarete, Ana Maria e Yeda] – "porque éum período de grandes transformações. Háum sofrimento emocional com as mudançasbiológicas e mentais que ocorrem nessa fase.É a morte da criança para o nascimento doadulto. Portanto, trata-se de uma passagemde perdas e ganhos e isso nem sempre éentendido pelos adultos."Margarete, Ana Maria e Yeda decidiramcriar o "Ponto de Referência" exatamentepara isso. Para facilitar a vida tanto dosadolescentes quanto das pessoas que osrodeiam, como pais e professores. "Estamostentando resgatar o sentido da palavradiálogo" – enfatiza Yeda – "quando os doisfalam, os dois ouvem sempre concordandoum com o outro, nem sempre acatando.Nosso objetivo maior talvez seja o resgate dainterlocução, com direito, inclusive, ainterrupções."Frutos de uma educação autoritária, ospais de hoje se queixam de estar vivendo atão alardeada ditadura dos filhos.Contrapondo o autoritarismo, muitosenveredaram pelo caminho da liberdadegeneralizada e essa tem sido a grandedúvida dos pais que procuram o "Ponto deReferência": proibir ou permitir? "O quepropomos aqui" 􀀁 afirma Margarete 􀀁 "é aconsciência da liberdade. Nem o vale-tudo enem a proibição total. Tivemos acesso acentros semelhantes ao nosso na Espanha eem Portugal, onde o setor público funcionabem e dá muito apoio a esse tipo de trabalhoporque já descobriram a importância de umaadolescência vivida com um mínimo deequilíbrio. Já que o processo de passagem éinevitável, que ele seja feito com menos dorpara todos os envolvidos".MIRTES Helena. In: Estado de Minas, 16 jun. 1996.________________________________________No texto, o argumento que comprova a ideia deser a adolescência um período de passagem é(A) (B) (C) (D)
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4.  Minha SombraDe manhã a minha sombracom meu papagaio e o meu macacocomeçam a me arremedar.E quando eu saioa minha sombra vai comigofazendo o que eu façoseguindo os meus passos.Depois é meio-dia.E a minha sombra fica do tamaninhode quando eu era menino.Depois é tardinha.E a minha sombra tão compridabrinca de pernas de pau.Minha sombra, eu só queriater o humor que você tem,ter a sua meninice,ser igualzinho a você.E de noite quando escrevo,fazer como você faz,como eu fazia em criança:Minha sombravocê põe a sua mãopor baixo da minha mão,vai cobrindo o rascunho dos meus poemassem saber ler e escrever.LIMA, Jorge de. Minha Sombra In: Obra Completa. 19. ed.Rio de Janeiro: José Aguillar Ltda., 1958.________________________________________De acordo com o texto, a sombra imita o menino
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5.  Assaltos insólitosAssalto não tem graça nenhuma, masalguns, contados depois, até que sãoengraçados. É igual a certos incidentes deviagem, que, quando acontecem, deixam agente aborrecidíssimo, mas depois, narradosaos amigos num jantar, passam a ter sabor deanedota.Uma vez me contaram de um cidadão quefoi assaltado em sua casa. Até aí, nadademais. Tem gente que é assaltada na rua, noônibus, no escritório, até dentro de igrejas ehospitais, mas muitos o são na própria casa.O que não diminui o desconforto da situação.Pois lá estava o dito-cujo em sua casa,mas vestido em roupa de trabalho, poisresolvera dar uma pintura na garagem e nacozinha. As crianças haviam saído com amulher para fazer compras e o marido seentregava a essa terapêutica atividade,quando, da garagem, vê adentrar pelo jardimdois indivíduos suspeitos.Mal teve tempo de tomar uma atitude e jáouvia:— É um assalto, fica quieto senão levachumbo.Ele já se preparava para toda sorte detragédias quando um dos ladrões pergunta:— Cadê o patrão?Num rasgo de criatividade, respondeu:— Saiu, foi com a família ao mercado, masjá volta.— Então vamos lá dentro, mostre tudo.Fingindo-se, então, de empregado de simesmo, e ao mesmo tempo para livrar suacara, começou a dizer:— Se quiserem levar, podem levar tudo,estou me lixando, não gosto desse patrão.Paga mal, é um pão-duro. Por que não levamaquele rádio ali? Olha, se eu fosse vocêslevava aquele som também. Na cozinha temuma batedeira ótima da patroa. Não queremuns discos? Dinheiro não tem, pois ouvidizerem que botam tudo no banco, mas alidentro do armário tem uma porção de caixasde bombons, que o patrão é tarado porbombom.Os ladrões recolheram tudo o que o falsoempregado indicou e saíram apressados.Daí a pouco chegavam a mulher e osfilhos.Sentado na sala, o marido ria, ria, tantonervoso quanto aliviado do próprio assalto queajudara a fazer contra si mesmo.SANTANNA, Affonso Romano. PORTA DE COLÉGIO E OUTRASCRÔNICAS. São Paulo: Ática 1995. (Coleção Para gostar de ler).________________________________________O dono da casa livra-se de toda sorte detragédias, principalmente, porque
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6.  Assaltos insólitos Assalto não tem graça nenhuma, mas alguns, contados depois, até que são engraçados. É igual a certos incidentes de viagem, que, quando acontecem, deixam a gente aborrecidíssimo, mas depois, narrados aos amigos num jantar, passam a ter sabor de anedota. Uma vez me contaram de um cidadão que foi assaltado em sua casa. Até aí, nada demais. Tem gente que é assaltada na rua, no ônibus, no escritório, até dentro de igrejas e hospitais, mas muitos o são na própria casa. O que não diminui o desconforto da situação. Pois lá estava o dito-cujo em sua casa, mas vestido em roupa de trabalho, pois resolvera dar uma pintura na garagem e na cozinha. As crianças haviam saído com a mulher para fazer compras e o marido se entregava a essa terapêutica atividade, quando, da garagem, vê adentrar pelo jardim dois indivíduos suspeitos. Mal teve tempo de tomar uma atitude e já ouvia: — É um assalto, fica quieto senão leva chumbo. Ele já se preparava para toda sorte de tragédias quando um dos ladrões pergunta: — Cadê o patrão? Num rasgo de criatividade, respondeu: — Saiu, foi com a família ao mercado, mas já volta. — Então vamos lá dentro, mostre tudo. Fingindo-se, então, de empregado de si mesmo, e ao mesmo tempo para livrar sua cara, começou a dizer: — Se quiserem levar, podem levar tudo, estou me lixando, não gosto desse patrão. Paga mal, é um pão-duro. Por que não levam aquele rádio ali? Olha, se eu fosse vocês levava aquele som também. Na cozinha tem uma batedeira ótima da patroa. Não querem uns discos? Dinheiro não tem, pois ouvi dizerem que botam tudo no banco, mas ali dentro do armário tem uma porção de caixas de bombons, que o patrão é tarado por bombom. Os ladrões recolheram tudo o que o falso empregado indicou e saíram apressados. Daí a pouco chegavam a mulher e os filhos. Sentado na sala, o marido ria, ria, tanto nervoso quanto aliviado do próprio assalto que ajudara a fazer contra si mesmo. SANTANNA, Affonso Romano. PORTA DE COLÉGIO E OUTRAS CRÔNICAS. São Paulo: Ática 1995. (Coleção Para gostar de ler). ________________________________________No trecho “e o marido se entregava a essa terapêutica atividade.” (􀀁. 18-19), a expressão destacada substitui:
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7.  Assaltos insólitos Assalto não tem graça nenhuma, mas alguns, contados depois, até que são engraçados. É igual a certos incidentes de viagem, que, quando acontecem, deixam a gente aborrecidíssimo, mas depois, narrados aos amigos num jantar, passam a ter sabor de anedota. Uma vez me contaram de um cidadão que foi assaltado em sua casa. Até aí, nada demais. Tem gente que é assaltada na rua, no ônibus, no escritório, até dentro de igrejas e hospitais, mas muitos o são na própria casa. O que não diminui o desconforto da situação. Pois lá estava o dito-cujo em sua casa, mas vestido em roupa de trabalho, pois resolvera dar uma pintura na garagem e na cozinha. As crianças haviam saído com a mulher para fazer compras e o marido se entregava a essa terapêutica atividade, quando, da garagem, vê adentrar pelo jardim dois indivíduos suspeitos. Mal teve tempo de tomar uma atitude e já ouvia: — É um assalto, fica quieto senão leva chumbo. Ele já se preparava para toda sorte de tragédias quando um dos ladrões pergunta: — Cadê o patrão? Num rasgo de criatividade, respondeu: — Saiu, foi com a família ao mercado, mas já volta. — Então vamos lá dentro, mostre tudo. Fingindo-se, então, de empregado de si mesmo, e ao mesmo tempo para livrar sua cara, começou a dizer: — Se quiserem levar, podem levar tudo, estou me lixando, não gosto desse patrão. Paga mal, é um pão-duro. Por que não levam aquele rádio ali? Olha, se eu fosse vocês levava aquele som também. Na cozinha tem uma batedeira ótima da patroa. Não querem uns discos? Dinheiro não tem, pois ouvi dizerem que botam tudo no banco, mas ali dentro do armário tem uma porção de caixas de bombons, que o patrão é tarado por bombom. Os ladrões recolheram tudo o que o falso empregado indicou e saíram apressados. Daí a pouco chegavam a mulher e os filhos. Sentado na sala, o marido ria, ria, tanto nervoso quanto aliviado do próprio assalto que ajudara a fazer contra si mesmo. SANTANNA, Affonso Romano. PORTA DE COLÉGIO E OUTRAS CRÔNICAS. São Paulo: Ática 1995. (Coleção Para gostar de ler). ________________________________________ É exemplo de linguagem formal, no texto,(B) (C) (D)
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8.  Prezado Senhor,Somos alunos do Colégio Tomé de Souza etemos interesse em assuntos relacionados aaspectos históricos de nosso país,principalmente os relacionados ao cotidiano denossa História, como era o dia a dia daspessoas, como eram as escolas, a relaçãoentre pais e filhos etc. Vínhamosacompanhando regularmente os suplementospublicados por esse importante jornal. Masagora não encontramos mais os artigos tãointeressantes. Por isso, resolvemos escreverlhee solicitar mais matérias a respeito._____________________________________O tema de interesse dos alunos é(A) (B) (C) (D)
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9.  Há muitos séculos, o homem vemconstruindo aparelhos para medir o tempo e nãolhe deixar perder a hora. Um dos mais antigos foiinventado pelos chineses e consistia em umacorda cheia de nós a intervalos regulares.Colocava-se fogo ao artefato e a duração dealgum evento era medida pelo tempo que acorda levava para queimar entre um nó e outro.Não há registros, mas com certeza diziam-secoisas como: “Muito bonito, não? Você estáatrasado há mais de três nós!”Jornal O Estado de S. Paulo, 28/05/1992._____________________________________A finalidade do texto é
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10.  O drama das paixões platônicas na adolescênciaBruno foi aprovado por três dos sentidos de Camila: visão, olfato e audição. Por isso, elaprecisa conquistá-lo de qualquer maneira. Matriculada na 8ª série, a garota está determinada a ganhar o gato do 3º ano do Ensino Médio e, para isso, conta com os conselhos de Tati, uma especialista na arte da azaração. A tarefa não é simples, pois o moço só tem olhos para Lúcia – justo a maior “crânio” da escola. E agora, o que fazer? Camila entra em dieta espartana e segue as leis da conquista elaboradas pela amiga.Pode-se deduzir do texto que Bruno
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11.  Na tirinha, há traço de humor em:
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